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Deathhammer: 6° álbum do duo norueguês será lançado no final de agosto; ouça os singles “Satan’s Sword” e “Legacy of Pain”

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Deathhammer: 6° álbum do duo norueguês será lançado no final de agosto; ouça os singles "Satan's Sword" e "Legacy of Pain"
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O conceituado duo norueguês de Black/Thrash/Speed Metal, Deathhammer, composto por Sadomancer e Sergeant Salsten, lançará seu sexto álbum de estúdio intitulado “Crimson Dawn” em 29 de agosto via Hells Headbangers Records. Duas faixas do novo álbum já foram divulgadas, “Satan’s Sword” e “Legacy of Pain”. Ouça a seguir em alto e bom som e sem moderação:

Gravado com equipamento totalmente novo, “Crimson Dawn” marca a primeira vez que Sadomancer e Sergeant Salsten tocaram guitarra nas músicas um do outro; antes deste disco, os dois tocavam guitarra exclusivamente nas músicas que cada um compôs.

O disco foi mixado pelo também maníaco Arild M. Torp (Nekromantheon/Abhorration). “Soa tão violento quanto esperávamos”, diz Sadomancer – e ele até faz um solo especial em “Legacy of Pain”. Outros convidados incluem Bowel Ripper, do Impugner, que contribuiu com um solo em “Stygian Lust”, uma faixa com riffs que datam de quase 20 anos.

Confira a capa e a lista de faixas do novo álbum do Deathhammer:

Faixas:

1. Abyssic Thunder
2. Satan’s Sword
3. Stygian Lust
4. Nocturnal Windz of Fire
5. Crimson Dawn
6. Legacy of Pain
7. Die Eternal
8. Into the Blackness of Hell

DET: álbum de estreia dos finlandeses, “Destructive Elite Terror”, será lançado em outubro; ouça os singles “Nosferatu” e “Strike”

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DET: álbum de estreia dos finlandeses, "Destructive Elite Terror", será lançado em outubro; ouça os singles "Nosferatu" e "Strike"
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Det é uma banda finlandesa de Black/Speed Metal que surgiu em 2022 em Helsinki. A sua estreia oficial virá com o álbum “Destructive Elite Terror”, que será lançado em 17 de outubro via Dying Victims Productions. O power trio é formado por Atte Aaltonen (baixo), Miikka Laitala (bateria, vocal) e Jari Filppu (guitarra, vocal). Eles fazem ou já fizeram parte de bandas como Excuse, Asphodelus, Ranger e Cryogenic, entre outras.

Seus primeiros passos foram com as demos “Death Night” (2022), e “Vengeance” (2023), além de um split com seus compatriotas do Kruisfoitu também em 2023. Agora, eles vão apresentar ao mundo o seu primeiro álbum completo que já conta com dois singles disponíveis, “Strike” e “Nosferatu”.

Eles já tocaram o vivo em vários países como Armênia, Geórgia, Alemanha e Reino Unido e receberam críticas bastante positivas por suas performances. Para fins de curiosidade, DET é exatamente a sigla do seu esperado disco de estreia, “Destructive Elite Terror”.

Se você curte metal bem old school é provável que o som do Det faça a sua cabeça. Confira:

Faixas:

1. Introduction
2. Annihilation
3. Catacomb
4. Strike
5. Nosferatu
6. Impaler
7. Sinister
8. Vengeance
9. Bloodshed
10. Cruel
11. Possessor
12. Serpentine
13. Destructive Elite Terror

Links oficiais

Facebook: https://web.facebook.com/profile.php?id=100087933537193
Instagram: https://www.instagram.com/detmetalofficial/
Bandcamp: https://detmusic666.bandcamp.com/

Deteriorot: 4° álbum dos veteranos do Death Metal americano estreia em outubro; ouça o single “Winter Moon”

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A veterana banda estadunidense de Death Metal, Deteriorot, lançará seu quatro álbum de estúdio intitulado “Awakening” em 21 de outubro via Xtreem Music.

Deteriorot surgiu em 1988 sob o nome Mortuary, em Nova Jersey e, posteriormente, em 1989, trocou seu nome para Deteriorot e se mudou para Carolina do Norte em 1990. A banda é uma das pioneiras do Death Metal mais pesado e sombrio dos EUA, juntamente com Goreaphobia, Mortician, Immolation, Revenant, Incantation, Ceremonium, Ripping Corpse, etc. “In Ancient Beliefs” (2001) foi a estreia da banda após uma série de demos e EPs nos anos 90. O 2° álbum “The Faithless” veio somente nove anos mais tarde, em 2010; e o 3° registro “The Rebirth” saiu em 2023.

A formação atual conta apenas com o vocalista/guitarrista/fundador Paul Zavaleta como membro original. Os demais integrantes se juntaram à banda nos últimos três anos, e são eles: o baterista James Goetz, o baixista Travis Meredith e o guitarrista Arthur Reid.

Ouça o single “Winter Moon” abaixo:

Veja a arte de capa e o tracklist do novo álbum “Awakening”:

Faixas:

01. Awakening
02. The Flame
03. In Battle to Survive
04. Horrors in an Everlasting Nightmare
05. A Ghost in the Mirror
06. Deliver Us From Fiction
07. Haunting Images From a Past Life
08. Programmed By Fear
09. Winter Moon
10. In Silence
11. The Spirit
12. To Sleep

Vida longa à morte – O melhor do Death Metal ao redor do mundo em 2025

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Sejam bem vindos de volta ao nefasto cenário do Death Metal… 

É notório que o Death Metal e suas distintas ramificações têm crescido e se espalhado pelo planeta de forma epidêmica e, assim como em 2024, tivemos um dos anos mais produtivos para a morte, estamos presenciando mais ano repleto de exemplares do mais alto calibre, totalmente dedicados ao morticínio sonoro.   

Saiba que aqui tem para todos os gostos, pois se tratando de um gênero rico em derivações e seguimentos que surgiram e evoluíram à partir de sua base embrionária opulenta, o banquete é farto e grotesco.

Novamente, dedicaremos este espaço para falarmos da “morte” mundo afora, abrangendo os destaques e exemplares mais escrutinados no primeiro semestre de 2025.

Benediction – “Ravage of Empires” (2025)

No ano de 2020, tivemos o retorno mais do que triunfal de uma das mais lendárias e cultuadas bandas do metal da morte em todos os tempos. O devastador “Scriptures”, marcou não apenas a volta do Benediction com força total, mais também o regresso do veterano vocalista Dave Ingram, de volta ao front da banda, em toda sua glória, de onde nunca deveria ter saído.

Cinco anos mais tarde, temos a continuação direta deste novo capitulo com o lançamento do espetacular “Ravage Of Empires”, sendo um dos destaques mais marcantes deste primeiro semestre e sem sombra de dúvidas, um dos melhores do ano.

Para acessar a resenha do álbum, clique AQUI.

Storm Death – “Chaos Will Reign” (2025)

Diretamente de Santiago, no Chile, fundado no ano de 2011, o Storm Death traz em sua sonoridade a síntese caótica do death metal old school, com elementos melódicos e passagens atmosféricas surreais, se utilizando de mitologias antigas e o horror cósmico como base de inspiração. Em seu segundo e devastador álbum de estúdio, a banda evoca uma verdadeiro proclamação do caos reinará rumo a hecatombe.

Totalmente indicado para assíduos apreciadores de Nile, Vader, Malevolent Creation e Cráneo.

Avulsed – “Phoenix Cryptobiosis” (2025)

Correspondente moral do Metal da morte. Direto da Espanha, o Avulsed nos traz um dos exemplares mais impactantes e extremos deste semestre, talvez do ano todo.

Na ativa desde 1991, o Avulsed conta com um repertório composto por oito exemplares da mais grotesca exposição de perversidade humana já registradas. E curiosamente, o destaque fica para este novo registro, que marca o inicio de uma nova e mais brutal era na história da banda, após um sequência de mudanças e evoluções.

Confira uma analise mais pungente abaixo:

Indicado para os apreciadores de Grave, Cannibal Corpse, Deranged e Gorefest.

Mutagenic Host -“The Diseased Machine” (2025)

Direto de Londres, no Reino Unido, o Mutagenic Host nos presenteia com o seu inacreditável álbum de estreia, mas soando como um exemplar de verdadeiros veteranos estabelecidos na cena.

Para além da sonoridade simbiótica entre peso a agressividade caótica e brutal, a banda se utiliza de uma proposta lírica e temática muito centrada na biotecnologia/bioterrorismo e industrialização sistemática da erradicação da humanidade. Temas estes que, infelizmente, envelheceram bem e soam mais atuais do que nunca.

Após o lançamento de The Genotoxic Demo em 2023, a banda iniciou oficialmente seus experimentos mirabolantes incluindo incompreensíveis métodos de abate.

Fortemente indicado para os apreciadores de Bolt Thrower, Immolation, Unleashed e Tomb Mold.

Sepulchral Curse – “Crimson Moon Evocations” (2025)

Na ativa desde 2013, os finlandeses do Sepulchral Curse se firmam como um dos nomes mais proeminentes dentro do metal extremo da cena europeia, neste terceiro e espetacular registro de escuridão e ocultismo, concluindo um trinca hermética e atroz.

A banda evoca um sonoridade calcada no puro Blackned Death Metal obscuro, com um senso de melodia épico impressionante, aprisionado em um receptáculo soturno.

Indicado para os apreciadores de Immolation, VoidCeremony, Incantation e Sulphur Aeon.

Faithxtractor – “Loathing and The Noose” (2025)

Eis aqui, um daqueles registros que mexem um pouco com as convenções e estruturas do gênero.

Fundado em 2006 pelo multi-instrumentista e visionário Ash Thomas, o Faithxtractor é um dos inúmeros projetos focados em metal extremo na qual Ash integra, mas este, não é só mais um.

Embora, não tente em momento nenhum reinventar o death metal com adição de elementos distintos de outros segmentos, o que o Faithxtractor entrega neste quinto álbum de estúdio é uma verdadeira revitalização apoteótica dentro do subgênero, evocando características do doom metal em suas melodias fúnebres, mas canalizando toda a agressividade e brutalidade dos riffs no campo do Blackned Thrash Metal e do Death metal old school, criando uma sonoridade extrema muito distinta, mas muito fiel a suas influências desde o inicio.

Totalmente indicado para os apreciadores de Suffocation, Karkosa, Shed The Skin e Deicide.

Hate – “Bellum Regiis” (2025)

Sem sombra de dúvida, os poloneses do Hate fazem parte do seleto grupo de consistência qualitativa dos últimos anos.

Desde o lançamento do álbum “Tremendum” em 2017,  o Hate abraçou de vez a carnificina híbrida que leva o nome o nome de Blackened Death Metal, uma mistura mais contemplativa de esoterismo e reflexão filosófica com uma inclinação mística em seus âmago, que impressiona pela engenhosidade.

Contudo, em termos de brutalidade sonora pura e simples, no que resume as raízes death metal da banda, “Bellun Regiis” (Guerra de Realezas) é uma máquina de extermínio em seu auge de aniquilação, solidificando o Hate entre um dos maiores representantes de seu seguimento.

Indicado exclusivamente para os apreciadores de Behemoth, Belphegor, God Dethroned e Vader.

Rats Of Gomorrah – “Infectious Vermin” (2025)

Temos mais um debutante para a lista… mas nem tanto.

Fundado no ano de 2009, em Kiel, na Alemanha, o Divide surge como uma banda jovem, sedenta por sangue e movida por ódio, guiada pelos medalhões do Death Metal old school. No período de nove anos, a banda lançou dois ótimos álbuns de estúdio, bem como três EP’s, capitaneada pelo guitarrista e vocalista Daniel Stelling e baterista Moritz Paulsen.

E apenas em 2023, o Divide ressurge como Rats Of Gomorrah, com Stelling e Paulsen totalmente revigorados e ainda sedentos por sangue, porém com mais maturidade e malícia, e um ódio misantropo inegável.

Indicado para os apreciadores de Massacre, Monstrosity, Grave e Bloodbath.  

Frightful – “What Lies Ahead” (2025)

“E lá vem a Polônia com mais um lança-mísseis carregado, e a munição da vez atende por Frightful, e a banda segue pelos caminhos do vale da morte e do mosh. Assim sendo, unem o Death ao Thrash Metal, provocando erosões no solo em que você pisa. Duvida?”

Então acompanhe nosso redator, dono do nanquim amaldiçoado e guardião do diário profano contendo a tríade nefasta, nesta inexplicável apoteose demoníaca de classe, nomeada “What Lies Ahead”:

Indicado para os apreciadores de Exhumed, Demolition Hammer, Unleashed e Sadus.

Remains – “Grinding From The Grave” (2025)

Diretamente da cena Australiana, o Remains surge como um dos mais novos representantes do Deathgrind… mas não tema, não há novidades aqui, nem por parte dos integrantes.

O Remains conta com senhores muito experientes em sua formação, advindo de projetos australianos como Blood Duster, Captain Cleanoff e The Kill, ou seja, temos aqui um verdadeiro supergrupo, no que diz respeito a musica extrema em sua forma mais pura, cortante e absolutamente cruel.

A ausência de pretensão na sonoridade dos caras é a principal característica que se destaca até o momento. Não há espaço para técnica exacerbada ou atmosferas lúgubres, é tudo orientado por uma entidade que invoca o caos controlado, através de uma equipe que vem aperfeiçoando sua arte aos longo das décadas.

Indicado exclusivamente para o apreciadores de Napalm Death, Entombed, Blood Duster e Misery Index.

Pandemia – “Darkened Devotion” (2025)

“Após 30 anos forjando o death metal no underground, temos orgulho de lançar o que acreditamos ser o nosso trabalho mais forte até agora”

Essa são as palavras da própria banda em seu material de divulgação oficial, e de fato a recíproca é verdadeira.

Em trinta anos de existência e cinco excelentes álbuns de estúdio depois, a banda originada na República Tcheca alcança uma maturidade e um equilíbrio certeiro entre a brutalidade técnica e os momentos mais reflexivos, mostrando uma notória devoção obscura aos primórdios do Death metal, mas com uma roupagem atual.

Indicado para os apreciadores de Vader, Jungle Rot, Morbid Angel e Vomitory.

Consumption – “Catharsis” (2025)

Mais um novo projeto capitaneado por veteranos velhos de guerra, mas agora diretamente da Suécia e com uma bagagem impecável.

Fundado no ano de 2020, o Consumption possui em seu line-up um verdadeiro esquadrão da morte. Totalmente comprometidos e fiéis ao revival do Death metal old school, assim como inúmeros de seus compatriotas suecos.

Com o lançamento de “Catharsis”, a banda fecha sua primeira trinca de álbuns de estúdio com uma consistência exemplar e obsessiva em sua proposta sonora pantanosa. Destaque para a maravilhosa arte que estampa o álbum, que traduz com precisão as sensações que o registro induz no ouvinte.

Indicado os apreciadores de Carcass, At The Gates e Exhumed.

Concrete Icon – “Voracious Streams” (2025)

Os notáveis representantes do Metal extremo Finlandês retornam após um período de quase seis anos após o lançamento do arrasador “Rancid Harmony” (2019), com a responsabilidade de entregar um sucessor a sua altura.

Neste período, a banda passou por uma verdadeira reconfiguração em sua formação, justificando a demora para o novo álbum, o que não foi em vão.

Em “Voracious Streams”, a banda surge totalmente revigorada e orientada para o lado mais obscuro e denso do Death metal norte americano, sem necessariamente, se utilizar de elementos de outros subgêneros.

Aqui a banda se curva honradamente aos medalhões, em busca de percorrer os caminhos da ferocidade e da carnificina, sem perder suas tradições.

Indicado para os apreciadores de Immolation, Gorguts, Suffocation e Morbid Angel.

Graceless – “Icons of Ruin” (2025)

Marcando o lançamento de seu quarto álbum, os Holandeses do Graceless, alcançam o que talvez seja o ápice do Death/Doom Metal praticado desde sua fundação.

Ativos na cena desde o ano de 2016, a banda foca suas forças musicais em uma sonoridade massiva e quase rudimentar. Orientada por riffs robustos e uma atmosfera melancólica e sombria, evocam o lado Doom que reside no Death Metal, se aproximando do letárgico e cavernoso.

Indicado especialmente para os apreciadores de Bolt Thrower, Asphyx, Memoriam e Hooded Menace.

Grave Infestation -“Carnage Gathers” (2025)

Direto do Canadá, surge um daqueles exemplares para ficar de olho, pois trata de um registro que será cultuado em breve.

Logo em seu segundo álbum de estúdio, Grave Infestation entrega o suprassumo de tudo o que um amante do Death Metal deseja e muito mais. Foi feito por uma banda totalmente imersa na mais pura repugnância e misantropia sonora.

Em “Carnage Gathers” os canadenses se destacam por uma ênfase na crueza caustica e distintamente old school, sem concessões.

Indicado para os apreciadores de Autopsy, Nihilist, Obituary e Grave.

Wombbath -“Beyond The Abyss” (2025)

Após um retorno explosivo no ano de 2015 com “Downfall Rising”, os veteranos da lendária escola sueca continuam sua saga para além do abismo.

Capitaneados pelo perseverante guitarrista Håkan Stuvemark (Consumption, Leper Colony), o Wombbath têm se mantido no mapa do Metal extremo, com uma sequencia intimidadora de lançamentos nos últimos dez anos. Além disso, estão se firmando numa rede de conexões invejável entre músicos da cena.

Em “Beyond The Abyss”, a banda segue uma tendência muito forte entre os veteranos escandinavos, que é basicamente manter um pé em suas raízes do passado, bem como uma mão apontando para os padrões atuais, criando uma sonoridade que mescla o melódico e o dissonante com maestria.

Indicado para os apreciadores de Entombed, God Macabre e Massacre.

Insineratehymn -“Irreverence of The Divine” (2025)

Trazendo mais um exemplar da nova safra, os californianos do Insineratehymn fecham sua primeira trinca de respeito, com uma sonoridade que honra suas influências sem um pingo de pudor.

A banda é alicerçada numa sonoridade old school sem apelos para variações excessivas ou atmosferas profanas. O nome do grupo sobretudo já diz o suficiente.

Tudo na sonoridade dos caras é focado no ataque violento e contundente. E mesmo se utilizando de algumas permutações clássicas do gênero, a banda adiciona seu veneno próprio na receita de heresias.

Indicado especialmente para os apreciadores de Deicide, Sinister e Monstrosity.     

War Magic -“Atomic Rites” (2025)

No decorrer do última década, alguns nomes certamente se tornaram recorrentes quando citamos os lançamentos de destaque do ano em todos principais seguimentos do Metal. No Death Metal, Sr. Rogga Johansson se tornou um nome assíduo dentre as novidades, mostrando uma dedicação impressionante a sua vocação. E provavelmente o nome dele seja citado mais de uma vez em 2025.

O War Magic foi formado em 2021 por Rogga Johansson (Paganizer, Massacre, etc.) e Peter Svensson (Assassin’s Blade, Void Moon), com o objetivo de homenagear o Metal inspirado na guerra e nas consequências sociais e psicológicas causadas pela mesma. Algo que, infelizmente, envelheceu muito bem ao longo das eras.

Com “Atomic Rites”, apenas o seu segundo álbum de estúdio, o War Magic consolida sua presença na cena Death Metal sueca. O grupo entrega uma combinação devastadora de peso old school beligerante e uma atmosfera de conflagração iminente assustadora.

Indicado para apreciadores de Bolt Thrower, Paganizer e Unleashed.

Unbounded Terror -“Something Is Rotten In Humanity” (2025)

Mais um notável veterano espanhol marcando presença entre os lançamentos do ano, mostrando que o revival do gênero está muito bem representado.

Fundando no ano de 1991, o Unbounded Terror, foi uma das primeiras bandas de Death Metal da Espanha. E qualquer grupo que buscasse recriar um som inédito em sua respectiva região, poderia ser vista como bastante corajosa, mesmo que a base necessária já tivesse sido lançada vários anos antes, em outros territórios. E assim nasceu o clássico cult, “Nest of Affliction”, lançado em 1992, marcando o primeiro e último álbum da banda em sua fase inicial.

Após um período de quase trinta anos de hiato, o guitarrista Vicente Payá decide ressuscitar a banda em 2019. Dessa forma, como o único membro original envolvido, acaba sendo uma eventualidade interessante, visto o atual ressurgimento de interesse pelo gênero.  

Com o terceiro álbum de estúdio desde o retorno, o Unbounded Terror traz em sua sonoridade macabra e atroz. Uma deprimente realidade a respeito do mundo em que vivemos é o fato de constatarmos algo apodrecido na humanidade !

Indicado para os apreciadores de Immolation, Monstrosity e Cannibal Corpse.

Maceration -“Serpent Devourment” (2025)

Diretamente da Dinamarca, formado em 1990, o Maceration desempenhou um papel central no cenário do Death Metal dinamarquês e, inclusive, esteve entre os pioneiros do estilo no país escandinavo.

Exatamente trinta anos marcam o hiato após o lançamento do álbum “A Serenade Of Agony”, de 1992. A banda retorna de forma triunfal com o excelente “It Never Ends…” (2022), ajudando a cravar o Swedeath de volta no mapa da bestialidade.

Três anos depois mais um exemplar de fúria corrosiva implacável, é lançado ao mundo batizado de “Serpent Devourment”. Dessa forma, gravando na pedra do Metal da morte, o nome do Maceration entre os nomes mais brutais novamente em atividade, com aquele tradicional toque Lovercraftiano.

Indicado os apreciadores de Dismember, Bloodbath, Grave e Massacre.

Leper Colony -“Those Of The Morbid” (2025)

Bom, eu avisei que o homem daria as caras aqui novamente… Ou melhor, as notas.

O Leper Colony é mais um entre os inúmeros projetos ativos voltados para o Metal extremo capitaneados pelo Sr. Rogga Johansson. Sim, meu caros.

Fundado no ano de 2020 e tendo lançado seu debut homônimo em 2023, o Leper Colony conta com uma equipe muita sólida como principal diferencial. Temos o veterano Marc Grewe (Ex-Morgoth) nos vocais, Håkan Stuvemark (Consumption, Wobbbath) na guitarra solo, Jon Rudin (Ex-Massacre, ex-Wombbath) na bateria, bem como o mestre Rogga Johansson na guitarra e composição. Um time de peso, mas estamos falando em toneladas.

Para aqueles que conhecem um pouco da discografia dos indivíduos citados, sabem exatamente o que esperar. E desse modo, temos o típico Death Metal neandertal, descompromissado e totalmente desvairado, sem nenhuma intenção de inventar a roda, com destaque para o vocal assustadoramente zumbificado e insano do Sr. Grewe, que rouba todos os holofotes.

Indicado para os apreciadores de Death (fase inicial), Pestilence, Master e Morgoth.

Retromorphosis -“Psalmus Mortis” (2025)

Por trás de um dos álbuns de estreia mais fascinantes dos últimos anos, existe uma história inacabada.

O Retromorphosis nasceu como um embrião do Spawn of Possession, notória banda de Technical Death Metal, fundada na Suécia e ativa desde o ano de 2000, lançando três excelentes discos, com destaque para o derradeiro “Incurso”, em 2012, e aclamado pela critica especializada/fãs.

A banda estava trabalhando na continuação deste álbum, que viria a se chamar Retromorphosis, mas os caras simplesmente se separam em julho de 2017. Em 2020, os ex-integrantes do Spawn of Possession reutilizariam o nome Retromorphosis para continuar a jornada em uma nova encarnação.

Fica evidente na complexa sonoridade de “Psalmus Mortis”, que estamos diante de um debut que soa inegavelmente como um álbum definitivo de uma banda já estabelecida. Trazendo uma mescla impressionante entre brutalidade, arranjos complexos e experimentais, mas numa produção crua que remete aos anos áureos do Death Metal, incorporando aquilo que chamamos de selvageria elegante.

Indicado especialmente para os apreciadores de Necrophagist, Obscura, Archspire e Spawn of Possession.

Unmerciful -“Devouring Darknesss” (2025)

Direto do Kansas, nos EUA, o Unmerciful certamente evoca o suprassumo do Brutal Death Metal em seu quarto registro de estúdio. É preciso dizer que este disco representa sua forma mais hedionda, feia e cruel, sem resquícios de misericórdia. Conteúdo perigosamente perturbador, portanto, ouça por sua conta e risco…

Indicado exclusivamente para os apreciadores de Suffocation, Deeds of Flesh, Cannibal Corpse e Origin.

Drawn and Quartered – “Lord of Two Horns” (2025)

Mais um pouco da misantropia pestilenta americana em pouco mais de meia hora de audição.

Os veteranos do Drawn and Quartered alcançam nada menos que nove álbuns de estúdio em seu arsenal, desde sua estreia em 1998.

Em quase trinta anos de existência, os caras têm alimentando a fornalha do inferno com seu Brutal Death Metal dissonante e blasfemo. E com seu nono e mais recente lançamento, a banda se aproxima cada vez mais da trilha sonora que ecoa na mente esquizofrênica de um canibal.

Indicado especialmente para os apreciadores de Immolation, Dead Congregation, Nile e Hate Eternal.

Nightbearer  “Defiance” (2025)

Este talvez seja um dos exemplares mais polarizadores entre os espécimes selecionados aqui.

Os alemães do Nightbearer iniciaram sua jornada de fato em 2019 com o lançamento de “Tales of Sorcery and Death”, dialogando o Death Metal mais áspero e agressivo, mas com um senso melódico muito cativante, sempre se orientando para o lado negro da força.

Com o lançamento do seu terceiro e mais recente álbum que responde por “Defiance”, o Nightbearer marcou um passo muito significativo no desenvolvimento da sua abordagem sonora brutal e versátil. Os caras criaram uma dualidade muito interessante e subestimada no gênero, sem a pretensão de inovar ou quebrar paradigmas, mas apenas desafiá-los.

Indicado para apreciadores de Dismember, Arch Enemy, Hate Eternal, assim como Revocation.

Nos encontraremos novamente em dezembro. Boas audições.

Ellefson-Soto: clipe do novo single “Vengeance” com Tim “Ripper” Owens é divulgado

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Ellefson-Soto: clipe do novo single "Vengeance" com Tim "Ripper" Owens é divulgado
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O novo álbum do projeto Ellefson-Soto intitulado “Unbreakable”, estreou no último dia 15 de agosto via Rat Pak Records. Um vídeo oficial para o single “Vengeance” com participação do vocalista Tim “Ripper” Owens (ex-Judas Priest e atual KK’s Priest) disponibilizado nessa terça-feira (26), está disponível logo abaixo:

Os demais integrantes do projeto Ellefson-Soto são o guitarrista italiano Andy Martongelli e o baterista Paolo Caridi. O novo registro é composto por 11 faixas e conta com os convidados Tim “Ripper” Owens (ex-Judas Priest, atual KK’s Priest) e Laura Guldemond (Burning Witches).

Faixas:

1. Unbreakable
2. SOAB
3. Shout
4. Hate You, Hate Me
5. Poison Tears (feat. Laura Guldemond da Burning Witches)
6. Ghosts
7. Vengeance (feat. Tim “Ripper” Owens do KK’s Priest)
8. Snakes And Bastards
9. It’s Over When I Say It’s Over
10. The Day We Built Rome
11. Death On Two Legs (bonus track) (CD and vinyl)

Timo Tolkki, ex-Stratovarius, explica por que, para ele, não faz sentido criar músicas novas hoje

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Timo Tolkki, ex-Stratovarius, explica por que, para ele, não faz sentido criar músicas novas hoje
reprodução / Facebook / Tomo Tolkki

Timo Tolkki, ex-guitarrista do Stratovarius, concedeu uma nova entrevista para o The Dark Melody, e revelou que não pretende criar novas músicas. O guitarrista afirmou que não vê sentido em criar músicas novas nos dias atuais e explicou o seu ponto de vista:

“Não faz mais sentido fazer música nova, na verdade. Porque custa dinheiro, e não há mais CDs. Ninguém os compra. Você grava novos discos, basicamente, para fazer turnês, mas eu já fiz uns 25 discos. Então, não considero isso no momento. Para mim, quero ter uma boa produção, e isso custa dinheiro. E a indústria musical mudou muito.”

Para Timo, só vale a pena fazer música por amor à música, e não por dinheiro:

“Por amor à música, é a única razão para fazer música. Mas algo como a produção de um álbum dá tanto trabalho que leva meses. E, falando sério, eu não quero fazer essas chamadas gravações de quarto. Para mim, é preciso alugar um estúdio. E o Finnvox, o estúdio em Helsinque onde gravamos os álbuns do Stratovarius, custa 500 euros por dia.”

Questionado sobre como está o seu relacionamento atual com os membros do Stratovarius, Timo afirmou serem bons amigos e, quando surge uma oportunidade, ele vai aos shows da banda na Finlândia:

“Somos muito bons amigos. Às vezes vou aos shows deles aqui na Finlândia, o que é estranho porque eles ainda tocam muitas das minhas músicas. E ouvir essas músicas do público é, tipo, muito estranho.

Gostei muito do último álbum. Acho que eles merecem o sucesso. Trabalharam muito duro depois que eu saí. Então, nada além de vibrações positivas — nada além de positivas.”

Veja a entrevista completa a seguir:

Sacramentum: Nisse Karlén, vocalista e fundador tira a própria vida aos 50 anos

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Sacramentum: Nisse Karlén, vocalista e fundador tira a própria vida aos 50 anos
reprodução / Metal Addicts

A lendária banda sueca de Melodic Black/Death Metal, Sacramentum, comunicou o falecimento do fundador/vocalista Nisse Karlén que, infelizmente, tirou a própria vida aos 50 anos, depois de lutar muitos anos contra problemas de saúde mental. O Sacramentum compartilhou a seguinte nota:

“Com profundo pesar, compartilhamos a triste notícia de que nosso querido amigo, membro da banda e um dos fundadores do Sacramentum , Nisse Karlén , faleceu. Ele escolheu deixar este mundo devido a problemas de saúde mental.

Neste momento, pedimos gentilmente privacidade para sua família, amigos e companheiros de banda enquanto lidamos com esta perda. Obrigado por tudo, Nisse. Você sempre estará conosco. O suicídio jamais deve ser glorificado.”

Para aqueles que estão com dificuldades, há recursos disponíveis:

Linha de Ajuda ao Suicídio da UE: 116 123

Linha de ajuda para suicídio e crise nos EUA: 988

Sacramentum (membros atuais e antigos)”

Sacramentum surgiu em Falköping em 1990, inicialmente sob o nome Tumulus, e logo ganhou notoriedade por sua sonoridade melódica e atmosférica dentro do black/death metal.

Karlén, que começou como guitarrista antes de assumir o baixo e os vocais, foi uma das forças centrais nos primeiros anos da banda e também na criação de seu aclamado debut, “Far Away from the Sun” (1996), atualmente visto como um clássico do black metal melódico.

Sua discografia inclui apenas três apenas discos, o já citado álbum de estreia “Far Away from the Sun” (1996), “The Coming of Chaos” (1997) e “Thy Black Destiny” (1999).

Se você mora no Brasil e está enfrentando momentos difíceis e a sua saúde mental tem pesado no dia a dia, por favor, lembre-se: você não precisa passar por isso sozinho(a). Falar sobre o que sente pode ser um alívio e um passo importante para se cuidar. No Brasil, você pode ligar gratuitamente para o 188, número do CVV (Centro de Valorização da Vida), disponível 24 horas por dia para ouvir e oferecer apoio. Também é possível buscar ajuda nos CAPS (Centros de Atenção Psicossocial) da sua cidade, onde profissionais acolhem e acompanham quem precisa. Pedir ajuda é um gesto de coragem e cuidado consigo mesmo.

Steve “Zetro” Souza cancela turnê pela América do Sul que estava programada para setembro

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Steve "Zetro" Souza cancela turnê pela América do Sul que estava programada para setembro
Photo credit: Metal Addicts / Kanon Madness

A turnê de Steve “Zetro” Souza pela América do Sul que estava originalmente programada para setembro de 2025, acabou sendo cancelada pelo promotor (FH Entertainment, a mesma por trás dos shows cancelados do Category 7). A Dark Dimensions, produtora responsável pelo show em São Paulo, foi notificada sobre o adiamento e não pôde fazer nada a respeito.

Zetro começaria a turnê em 4 de setembro em San José, Costa Rica, e terminaria no dia 14 de setembro em São Paulo. O repertório incluiria canções de suas ex-bandas, Exodus, Legacy (a primeira encarnação do Testament), além do Hatriot, e canções da fase Bon Scott do AC/DC.

Em nota, a Dark Dimensions se pronunciou sobre o assunto:

“A produtora Dark Dimensions vem, por meio deste comunicado, esclarecer ao público e aos fãs que aguardavam ansiosamente o show do ex-vocalista do Exodus, Steve “Zetro” Souza, em São Paulo, que o evento agendado para o dia 14 de setembro, na Burning House, encontra-se oficialmente cancelado.

A produtora foi surpreendida por alterações repentinas, não previamente acordadas entre o artista e a organizadora geral da turnê, a FH Entertainment. Tais mudanças comprometeram diretamente a logística de todos os produtores locais que haviam adquirido suas respectivas datas.

Embora a Dark Dimensions fosse a responsável exclusiva pela realização do evento em São Paulo, a produtora foi notificada de forma inesperada sobre o adiamento de toda a turnê para o próximo ano, o que inviabilizou a concretização da apresentação na data prevista.

A Dark Dimensions lamenta profundamente os transtornos causados ao público e reforça que a decisão extrapola sua esfera de controle, uma vez que decorre de determinações da produtora responsável pela turnê.

Informa-se, ainda, que todos os valores referentes a ingressos já adquiridos serão integralmente reembolsados automaticamente por meio da plataforma DDTICKETS através da forma que o comprador efetuou a compra (pix, cartão de crédito, débito, etc).

Site: http://www.ddtickets.com.br

Certas de que situações como esta fogem ao controle da produtora, a Dark Dimensions solicita a compreensão de todos e reitera seu compromisso em continuar trazendo ao público brasileiro grandes nomes do rock e do metal, sempre pautada pelo profissionalismo e pela transparência.

Atenciosamente,

Dark Dimensions Produtora / JZ Press

O cantor falou sobre o cancelamento da turnê em um novo episódio da série Zetro’s Toxic Vault em seu canal no Youtube, que ele comanda ao lado do amigo e coapresentador Walter Morgan:

“Alguns meses atrás, fizemos um episódio [de Zetro’s Toxic Vault] em que recebi uma oferta para a América do Sul, e lembro-me de dizer a todos: ‘Acreditarei nisso quando acontecer’. E então, entre esse episódio e o seguinte, fizemos outro episódio, praticamente dedicado à América do Sul, onde parecia que eu iria para a América do Sul para 10 shows. Bem, isso não está mais em pauta… Mas eu só quero que vocês saibam que não depende de mim de forma alguma.

Eu amo vocês. Amo todo mundo aí. Vocês sempre foram bons comigo. Vocês são fãs fervorosos. Eu realmente esperava começar o Zetro na América do Sul, mas não deu certo… Eu queria vir.

Vou adiar para o ano que vem, mas preciso encontrar outro promotor de renome, porque não quero mais fazer isso com vocês. Esse foi o motivo pelo qual eu não queria fazer isso desde o começo. Eu não queria decepcionar vocês.

Então, para todos os meus fãs sul-americanos, todos os caras no Brasil, no Peru, no Chile, na Colômbia, na Argentina, no Uruguai e no Paraguai, em todos os lugares, e na América Central também — Honduras, Costa Rica, Guatemala, vocês são todos ótimos, vou tentar conseguir algo para poder ir aí e fazer justiça a vocês e fazer direito.”

Zetro revelou ainda que seus dois primeiros shows solo serão na Flórida no final do mês que vem: no Piper’s em Fort Lauderdale no dia 27 de setembro e no Brass Mug em Tampa no dia 28 de setembro. Ele também fará três shows na Austrália no começo de fevereiro.

Sobre o setlist, ele disse:

“Tenho um ótimo setlist para tocar. Isso não deve afetar nada do que o EXODUS fizer em nenhuma das próximas turnês da banda, porque estou tocando músicas completamente diferentes que sei que eles não tocarão. Então, se você for vê-los e me ver, verá dois shows diferentes. Quer dizer, algumas músicas serão as mesmas, mas não a maior parte. Os sets serão completamente diferentes… Espero que gostem do setlist que vou tocar, porque são músicas bem antigas e profundas, e coisas do TESTAMENT — bem, do LEGACY — e definitivamente músicas do EXODUS que não foram tocadas ou não foram tocadas há tanto tempo que será um prazer tocá-las.”

Zetro afirmou que tem planos de fazer shows em outros lugares ao redor do mundo se as ofertas forem boas:

“Vamos agendar shows para o resto do mundo sempre que as ofertas surgirem. E vou te dizer desde já: se as ofertas não forem boas, eu não vou. É simples assim. Não vou me esforçar muito para ir lá. Não agora. É por isso que estou fazendo do jeito que quero .”

Assista ao episódio completo:

Hooded Menace: divulgado novo single “Pale Masquerade”

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Hooded Menace: divulgado novo single "Pale Masquerade"
reprodução / Facebook / Hooded Menace

O sétimo álbum da banda finlandesa de Death/Doom Metal, Hooded Menace, intitulado “Lachrymose Monuments of Obscuration” será lançado no dia 3 de outubro via Season Of Mist. Nessa segunda-feira (25), o segundo single “Pale Masquerade” foi liberado. Ouça abaixo:

“O sétimo álbum da banda ainda está enraizado na obsessão cult por horrores clássicos, mas com “Lachrymose Monuments of Obscuration”, os guardiões do death-doom permanecem longe de se prenderem a seus costumes: eles lançam o death-doom sob uma nova luz fantasmagórica. Embora a influência duradoura de Candlemass e Paradise Lost não tenha desaparecido sem deixar vestígios fantasmagóricos, Hooded Menace continua a quebrar o molde.” 

Formada em 2007, Hooded Menace é composta por Lasse Pyykkö (guitarra, baixo, teclados), Harri Kuokkanen (vocal) e Pekka Koskelo (bateria).

Ouça também o primeiro single “Portrait Without a Face”:

A banda lançou seu álbum anterior “The Tritonus Bell” em agosto de 2021. Leia a resenha aqui.

Faixas:

1. Twilight Passages (01:04)
2. Pale Masquerade (07:50)
3. Portrait Without a Face (07:15)
4. Daughters of Lingering Pain (07:25)
5. Lugubrious Dance (07:20)
6. Save a Prayer (06:12)
7. Into Haunted Oblivion (09:47)

Iced Earth: Jon Schaffer rechaça pecha de “extrema-direita” e defende os princípios fundadores da América

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Iced Earth: Jon Schaffer rechaça a pecha de "extrema-direita" e defende os princípios fundadores da América
Gary Wolstenholme/Redferns via Getty Images

Jon Schaffer, guitarrista/fundador do Iced Earth, esteve ao lado do seu advogado Marc J. Victor para uma entrevista com Andy Marcantel, do Attorneys On Retainer, sobre os acontecimentos de 6 de janeiro de 2021, que ficou marcado pelo motim no Capitólio dos EUA que resultou em muitas prisões e cinco mortes.

Aproximadamente 1.572 pessoas foram acusadas criminalmente em um tribunal federal por sua participação no tumulto, entre eles, Jon Schaffer. Posteriormente, em janeiro de 2025, o atual presidente dos EUA Donald Trump, condeceu o perdão aos acusados e condenados pelo ataque ao Capitólio.

Durante a entrevista, Jon falou sobre seu ativismo político antes dos terríveis eventos, e refletiu sobre ser tachado como um cara de “extrema-direita”, o que ele não concorda:

“Sou muito a favor dos princípios fundadores da América, e obviamente nos distanciamos bastante disso. Então, isso me incomoda há muito tempo, por algum motivo. Provavelmente tem muito a ver com meu pai e os estudos. E eu simplesmente adoro a história da fundação deste país. Por mais imperfeitos que sejamos, é a melhor. E podemos ser melhores — podemos definitivamente ser melhores do que somos agora.

Não gosto de entrar nessa questão da esquerda-direita, porque não é aí que está a minha paixão. É a favor da liberdade. E quero que o nosso país e o mundo voltem a isso, e é isso que tenho tentado expressar. E muita gente me tachou de extremista de direita e coisas do tipo. E eu não considero a liberdade como algo extremo.”

De acordo com o advogado de Jon, o músico viveu “dois meses de inferno” após a sua detenção, sendo ameaçado por outros por outros detentos e até agredido com excrementos humanos enquanto esteve preso. Marc J. Victor relatou o ocorrido a um juiz federal durante a audiência de detenção de Schaffer no Tribunal Distrital dos EUA em julho de 2021.

Jon comentou sobre isso:

“Foi intenso. Quer dizer, foi definitivamente intenso. Fiquei na comunidade por alguns dias, mas como apareci em todos os noticiários, me transferiram para a solitária.

Já passei por muitas coisas intensas na minha vida, vivi no hardcore, fui um adolescente saindo de casa, comecei uma banda de heavy metal e fiz o que era preciso para que isso acontecesse foi intenso. Mas, cara, nada se compara ao J6. Então foi um caldeirão. E eu sou grato por isso. Me sinto abençoado de tantas maneiras porque você descobre quem realmente te ama, quem são os parasitas, quem são aqueles que realmente te amam. E eu sou abençoado, cara, porque muita gente me apoiou, mesmo que não publicamente. E eu entendo isso, mas não importa… Foi uma bênção, tudo isso foi, porque me pegou… Eu saí da roda de hamster da indústria musical e pude olhar para a minha vida e refletir, e por isso, por mais brutal que tenha sido, aquele momento de autorreflexão, que é tudo o que você pode fazer… Quer dizer, levei provavelmente três semanas para conseguir uma Bíblia. Não tínhamos permissão para ir à biblioteca. Eles nos negaram acesso à biblioteca jurídica. Não havia literalmente nada. E tem sido uma jornada incrível, transformadora em todos os sentidos. E é isso que eu posso dizer sobre isso.”

Em um momento mais adiante na entrevista, Jon refletiu sobre sua jornada à frente do Iced Earth:

“De qualquer forma, nunca fui do tipo que aderiu ao estilo de vida de astro do rock. Não preciso da idolatria, não a desejo, mas sou compositor. Essa foi minha força motriz. Foi isso que me fez escalar todas as montanhas de merda que fiz por décadas. É por causa disso. Eu tinha essas ideias, de corpo e alma, totalmente dentro, e ser capaz de fazer isso acontecer em uma produção e ver o resultado final foi muito gratificante. Essa foi a parte mais gratificante da minha carreira. Todo o resto foi… Na verdade, eu não gostei. Não gostei do negócio. Não gosto de lidar com a mídia. Não gosto dessas coisas. Não gosto do drama. Não gosto do narcisismo. Não gosto de toda essa parte. É demais. É muito movido pelo ego e, na verdade, é um estilo de vida muito superficial. A composição e a arte de compor não são, assim como a paixão e o amor por tocar, também não são, mas quando você entra no ramo profissionalmente, tudo muda e você fica um pouco cansado. Pelo menos eu fiquei. E foi uma carreira incrível, e foi uma vida incrível. E eu pude experimentar muitas coisas incríveis, viajar pelo mundo todo, conhecer pessoas incríveis e visitar todas essas culturas diferentes. E foi incrível. E talvez a coisa de compor volte, mas neste momento específico da minha vida, sem o desejo de compor, essa centelha não está lá, então eu não quero lidar com todo o resto. A única razão pela qual eu suportei tudo isso foi por causa da arte de compor.”

Em seguida, relembre um pouco da carreira dessa grande banda:

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