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Kam Lee, vocalista do Massacre, relembra como o Death Metal foi desacreditado e visto como lixo na época

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Kam Lee, vocalista do Massacre, relembra como o Death Metal foi desacreditado e visto como lixo na época
reprodução / youtube

A música Metal em geral, principalmente em suas primeiras décadas, era extremamente demonizada pela sociedade, vista como algo maléfico, aterrorizante, perigoso e que assustava muitos “puritanos” por aí. O Black Sabbath, como o criador do Heavy Metal, foi talvez a primeira banda a receber todo tipo de denominação injusta, além de ter sido uma banda muito mal interpreta pela sociedade durante muitos anos. E se o Black Sabbath era visto dessa forma, imagine bandas como Morbid Angel, Venom, Death e Possessed quando elas começaram a aparecer anos mais tarde… Dá para imaginar o choque isso causou…

O vocalista do Massacre, Kam Lee, que integrou a formação inicial do Death quando a banda ainda se chamava Mantas, contou como público geral reagia à música feita por ele e pelo saudoso Chuck Schuldiner naquele período. Em uma nova entrevista ao Soundterror, ele relembrou:

“Na época, Chuck, eu e Freddie [Frederick ‘Rick Rozz’ DeLillo] sabíamos que estávamos fazendo algo completamente diferente, e todo mundo odiava. Todo mundo odiava.

Lembro que as pessoas diziam: ‘Isso é uma merda. Isso nunca vai durar. Isso nunca vai pegar. Isso é lixo.’ E veja só: 40 e poucos anos depois, é uma das músicas mais influentes do metal hoje.”

Mas eles não esmoreceram, mesmo não sabendo exatamente o que estavam fazendo. Eles acreditavam que aquilo era algo especial e diferente de qualquer coisa que já tinham ouvido. O Hair Metal estava em alta, e eles queriam seguir em uma direção totalmente oposta de tudo aquilo:

“Então, nós simplesmente gravitamos em direção à música mais underground, e isso é literalmente… Fizemos nosso próprio trabalho.”

Kam Lee também falou sobre as influências dos filmes de terror nas músicas da banda, nas letras e visuais:

“Minhas influências, principalmente em termos de letras, vieram de filmes de terror, porque sou um grande fã de filmes de terror. Então, eu adorava os filmes do Lucio Fulci e coisas do tipo.

E Chuck também – muitas das coisas no álbum de estreia do Death ‘Scream Bloody Gore’ literalmente vêm do nosso amor por Lucio Fulci e ‘Evil Dead’ e todos aqueles filmes dos anos 80 que foram lançados naquela época.”

Assista a entrevista completa logo abaixo:

Música nova do Helloween precisou ter letra mudada, “não podíamos cantar isso em dueto porque não somos gays”

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Reprodução/Facebook

O novo álbum de estúdio do Helloween finalmente será lançado após 4 anos desde o disco autointitulado editado em 2021. “Giants & Monsters”, 17º disco da banda, chegará às lojas e plataformas nesta sexta feira, 29 de agosto, via Reigning Phoenix Music.

O álbum é bastante eclético no que diz respeito a passar por diversos momentos musicais da história da banda. Há faixas de Power Metal, obviamente, mas há também canções Hard Rock com a assinatura de Andy Deris. E ainda houve espaço para experimentações, músicas mais trabalhadas e, é claro, uma balada.

Sobre “Into The Sun”, a baladinha do álbum, o vocalista do Helloween, Michael Kiske revelou alguns pontos interessantes em uma nova entrevista concedida ao Blabbermouth para David E. Gehlke. Questionado sobre o que motivou o dueto que acontece com Andi Deris nesta faixa, Kiske disse o seguinte:

“Acho que somos bons juntos de qualquer maneira. Quando cantamos em uníssono não funciona. Temos ritmos completamente diferentes — até a nossa tonalidade é diferente. Podemos cantar em uníssono, mas não funciona de verdade, e não deveríamos, já que não acho que soe bem. A harmonia funciona! Tipo, se fizermos uma voz depois da outra, funciona. Andi tinha a música do disco anterior, e nós a gravamos, mas durante a produção, eles a mudaram demais. Mudaram o tom. Gostei de todas as versões porque achei que é uma ótima música — quase tem uma qualidade de trilha sonora para um filme de James Bond, mas Andi não gostou, e a deixamos de fora do disco anterior.

Desta vez, eles fizeram do jeito que era para ser. Ele queria que fosse um dueto, mas a letra… a letra era quase sexual. Não podíamos cantar isso em dueto porque não somos gays (Risos). Então ele mudou a letra para uma abordagem mais espiritual, um tipo de amor espiritual, que é a minha praia de qualquer maneira. Ele tinha o plano para que fosse um dueto desde o início. Nós dois cantamos a música inteira. Tem uma versão em que eu fiz todos os vocais e tem uma versão em que ele fez todos os vocais. Acho que essas versões serão lançadas mais cedo ou mais tarde. É uma ótima música, mas o Andi é brilhante de qualquer maneira. O que quer que ele faça, sempre dá certo. Ele é simplesmente muito bom. Eles são diferentes, mas eu classifico o Andi em termos de suas habilidades musicais como eu classifico o Kai Hansen. Ele tem as mesmas qualidades.”

Abaixo você pode conferir a arte de capa e o tracklist de “Giants & Monsters”.

1 Giants on the Run
2 Savior of the World
3 A Little Is a Little Too Much
4 We Can Be Gods
5 Into the Sun
6 This Is Tokyo
7 Universe (Gravity for Hearts)
8 Hand of God
9 Under the Moonlight
10 Majestic

Sebastian Bach gostaria de chutar as bolas dos especialistas vocais do Youtube que o criticam

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Sebastian Bach gostaria de chutar as bolas dos especialistas vocais do Youtube que o criticam
reprodução / Sonic Perspectives

O ex-vocalista do Skid Row, Sebastian Bach, rebateu as críticas dos tais “especialistas vocais” do Youtube, que costumam detonar suas performances ao vivo fazendo os chamados vídeos “react”, como o próprio nome sugere, reagindo aos vídeos das apresentações ao vivo do cantor. Em uma entrevista recente ao Spotlight Report da Austrália, Sebastian Bach desabafou sobre o assunto:

“O YouTube é tão hilário. Vejo vídeos de caras que se dizem especialistas vocais ou instrutores vocais ou o que quer que seja, e esses idiotas assistem a um vídeo meu no palco, como no Estádio de Wembley, correndo sem camisa em temperaturas de 38 graus. E eu faço uma anotação na filmagem do meu show, e eles sentam em suas cadeiras e dizem: ‘Ah, ah’, sentados em suas cadeiras, assistindo no YouTube, pensando que é a mesma coisa que eu correndo no palco no verão. E eu não consigo sentar, assistir e dizer: ‘Viu, eu consigo fazer isso.'”

Ele prosseguiu falando sobre os críticos na internet que sequer sabem como é “subir em um palco todas noites”:

“Você não pode fazer merda nenhuma. E outra coisa é que você não canta só uma nota da música. O desafio é cantar a música inteira ‘I Remember You’. E aí no final tem um grito, e é melhor você estar preparado para isso. Então me poupe de ficar aí sentado assim, pensando: ‘Ah, veja, eu consigo fazer isso’. Não, você não tem ideia do que eu faço. Cante a porra da música inteira — e depois grite no final com um tempo de 38 graus, sem dormir e com jet lag.’

Isso me faz rir. É tão engraçado que as pessoas acham que sabem como subir num palco e arrasar por uma hora e meia ou duas horas. É uma arte em extinção, e você não pode ficar sentado na sua sala de estar, no seu ar condicionado, assistindo no YouTube, sem ter a mínima ideia do que é subir naquele palco e fazer isso toda noite. Não é fácil, nem física nem mentalmente. E tem tantos desses chamados especialistas vocais que eu poderia dar um chute no saco deles. Porque nem pense que você sabe o que um cara como eu faz. Não estou dizendo isso para você — estou dizendo isso para todos os especialistas em seus porões, em seus ar condicionados. É realmente hilário.”

A nova música do Testament que foi inspirada em um filme de terror moderno

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O novo álbum dos veteranos thrashers norte americanos do Testament finalmente ganhou uma data de lançamento. “Para Bellum” chegará às lojas e plataformas de streaming no próximo dia 10 de outubro via Nuclear Blast Records. E enquanto os fãs se remoem em ansiedade para escutar o sucessor de “Titans Of Creation” (2020), o novo single “Infanticide A.I.” serve como um aperitivo bastante satisfatório.

A faixa foi lançada no último dia 21 de agosto e chegou acompanhada de um videoclipe que você pode assistir abaixo. “Infanticide A.I.” é a primeira composição inédita a contar com a participação do baterista Chris Dovas, que chegou para ocupar a vaga de dois veteranos, Gene Hoglan e Dave Lombardo. Hoglan deixou o grupo em 2022, foi substituído por Lombardo, que também não ficou e deu lugar a Dovas em 2023.

Sobre a nova música, o guitarrista e compositor, Eric Peterson, disse o seguinte em um vídeo publicado pela banda:

“Quando escrevemos a música, acho que era meia-noite e tínhamos terminado o dia de improvisação, e Chris Dovas estava em casa e estávamos assistindo ao filme de terror ‘Evil Dead Rise’. E em menos de meia hora, eu pensei: ‘Vamos lá. Vamos descer’. E só de imaginar isso…”

Dovas acrescentou:

“Isso nos inspirou. Ficamos pensando algo como: ‘Vamos descer e compor uma música malvada. Vamos lá, vamos lá’. Acho que estávamos bebendo um Jäger ou algo assim. E, sim, não sei, ficamos acordados até muito tarde. Foi uma daquelas noites em que ficamos acordados até duas, três da manhã só curtindo, e foi assim que essa música nasceu.”

Eric ainda complementou:

“Acho que muitos filmes, para mim, visualmente, filmes de terror me inspiram a compor músicas.”

O baixista Steve DiGiorgio disse:

“Eu sempre soube que essa seria uma música forte desde o início. Eu tinha a sensação de que provavelmente seria considerada um single ou uma faixa-título.”

Chuck Billy disse o seguinte sobre o novo álbum, “Para Bellum”:

“O novo álbum consiste em algumas músicas rápidas, pesadas e melódicas. Mais uma vez, Peterson encontrou uma maneira de manter a composição original e moderna. Vai ser difícil escolher quais músicas tocar ao vivo, porque há muitas opções.”

Abaixo você pode conferir a capa e a lista de faixas de “Para Bellum”.

01 For The Love Of Pain
02 Infanticide A.I.
03 Shadow People
04 Meant To Be
05 High Noon
06 Witch Hunt
07 Nature Of The Beast
08 Room 117
09 Havana Syndrome
10 Para Bellum

Black Sabbath: Gibson TV revela o trailer de “Iommi: The Godfather Of Heavy Metal”, novo documentário da Gibson Films

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reprodução

A Gibson TV compartilhou o trailer do novo documentário sobre o lendário guitarrista do Black Sabbath, Tony Iommi, que recebeu o título “Iommi: The Godfather Of Heavy Metal”. O doc produzido pela Gibson Films estreará no outono europeu.

“Os pais odiaram. Os filhos adoraram.

Depois que o Verão do Amor começou a desaparecer, um novo som sinistro emergiu das chaminés de Birmingham, Inglaterra. Tony Iommi foi o arquiteto desse som — o homem responsável pelos riffs que definiram o gênero do Black Sabbath e por um som que dominaria o mundo.

Mais do que apenas um novo estilo de música, o heavy metal se tornou um estilo de vida — conectando milhões por meio de um espírito de rebelião, paixão e um som implacável que se recusa a desaparecer.”

O doc terá comentários de vários rockstars como Brian May (Queen), Slash (Guns N’ Roses), Zakk Wylde (ex-Ozzy Osbourne, Black Label Society, Pantera), Kirk Hammett (Metallica), Dave Mustaine (Megadeth), Steve Vai, Scott Ian (Anthrax) e Rex Brown (Pantera), entre outros.

Assista ao trailer:

Em uma entrevista recente Eddie Trunk da SiriusXM, Tony Iommi revelou detalhes de alguns dos próximos projetos musicais que incluirá uma coletânea com material inédito do guitarrista:

“Bem, no momento, bem, eu estava gravando meu próprio álbum até o evento ‘Back To The Beginning’ acontecer, e então, é claro, tive que parar e me concentrar na preparação para a apresentação no SABBATH. Mas continuo na semana que vem tentando terminar o que comecei com este álbum. E aí, quem sabe o que farei? É ótimo, de verdade, porque se algo aparecer, eu faço, se eu quiser. Então, é uma coisa boa.”

Em seguida, ele respondeu se um novo disco solo nos moldes de “Iommi” (2000) com convidados especiais estaria nos planos:

“No momento, não. No momento, tenho apenas um vocalista, e inicialmente pensei em vários cantores. Mas começou como se fosse um álbum instrumental, e evoluiu de “tenho algumas músicas instrumentais”, mas depois pensei: “Ah, quero tentar com um vocalista”. E é isso que tenho feito.”

Judas Priest: Rob Halford reflete sobre a melhor aceitação do álbum “Turbo” hoje em dia, diferentemente da época em que foi lançado

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Judas Priest: Rob Halford reflete sobre a melhor aceitação do álbum "Turbo" hoje em dia, diferentemente da época em que foi lançado
Photo: ROSS HALFIN

Rob Halford, vocalista do Judas Priest, falou sobre a participação da banda na edição de 2026 do festival Bloodstock Open Air, no Reino Unido, coincidindo com o aniversário de 40 anos do clássico álbum “Turbo”, e também com o aniversário de 50 anos do brilhante “Sad Wings Of Destiny”. Em uma nova entrevista com a Planet Rock, Rob Halford falou sobre a dificuldade que é para ele e seus colegas escolherem o repertório:

“Tão difícil, cara. É tão difícil. Essa minha voz que estou usando para falar com você, eu posso cantar por cerca de uma hora e 30, se eu tiver sorte. E é uma alegria poder cantar desse jeito com essa linda banda. Mas, sim, você olha para as músicas, as centenas de músicas e os álbuns, e sua cabeça começa a girar como Linda Blair em ‘O Exorcista’. E você simplesmente pensa, ‘Por onde vamos começar? Por onde vamos começar?'”

Falando sobre o fato de que em “Turbo” a banda usou sintetizadores pela primeira vez, ele acrescentou:

“Você tem 30.000 metaleiros cantando ‘I’m your turbo lover’ nos shows do PRIEST agora, mas quando aquele álbum foi lançado, todo mundo queria jogá-lo no lixo. ‘O que é isso? Isso não é metal!'”

Você sabe como muitas bandas — passamos por diferentes estados de espírito, diferentes texturas, diferentes sentimentos à medida que avançamos. E o que eu amo no PRIEST é que podemos ser um ‘Painkiller’, um ‘Turbo Lover’, ser o seu ‘Invincible Shield’. Então, o fato de o PRIEST ser capaz de criar todo esse tipo de música, mas ainda assim atribuir a ela o rótulo de heavy metal, é importante.”

Ele continuou:

“Mas estou feliz que ‘Turbo’ esteja sendo acolhido. Ouvi pela primeira vez em anos há poucos dias e assisti aos vídeos que fizemos, e todos nós tínhamos cabelo. Meu cabelo ficou desgrenhado; ficou na região de Gandalf. Mas é um bom álbum. Foi muito bem feito. Eu estava passando por alguns momentos difíceis na vida, mas aqui estou eu pela graça de Deus e assim por diante. Mas é um bom álbum. Então, vamos ver o que há naquele disco que podemos trazer para Bloodstock, além de ‘Turbo Lover’. Vamos ver se talvez podemos adicionar mais algumas faixas. E aí você tem todas as outras para analisar. Então, vai ser especial, este Bloodstock em particular, em mais de um sentido.”

Xandria: nome forte do Symphonic Metal alemão fará duas apresentações no Brasil

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Crédito: @timtronckoe

O universo do Metal sinfônico é bem vasto e nele também encontram-se representantes germânicos. Um desses nomes é o Xandria, banda oriunda de Bielefeld, Renânia do Norte-Vestfália. A banda está promovendo o seu mais recente EP “Universal Tales”, lançado em 2024 via Napalm Records. O EP sucede o álbum “The Wonders Still Awaiting” e mostra uma banda em grande fase, com bastante inspiração para compor novas músicas.

De acordo com informações da assessoria Tedesco Mídia, o novo álbum possui influências celtas e narrativa inspirada na saga Outlander. Portanto, a banda agraciada pelos vocais da Ambre Vourvahis retornará ao Brasil para dois shows. O primeiro será em Brasília, no Distrito Federal, em 11 de outubro. Portanto, o Toinha Brasil Show será o local a receber a banda alemã de Symphonic Metal.

Posteriormente, o Xandria desembarcará em São Paulo, capital, para uma apresentação no Jai Club. Esse show ocorrerá no dia 12 de outubro. Contudo, a realização é da LBN Agency.

Confira as datas, locais e horários de ambos os shows do Xandria:

Xandria em Brasília

  • Data: 11 de outubro de 2025
  • Local: Toinha Brasil Show
  • Endereço: Sof Sul Q 9 Q 8 Conjunto a, 6 – Guará, Brasília/DF
  • Ingresso via Clube do Ingresso. Clique AQUI.

Xandria em São Paulo

  • Data: 12 de outubro de 2025
  • Local: Jai Club
  • Endereço: Rua Vergueiro 2676, São Paulo/SP
  • Ingressos via Bilheto. Clique AQUI.

Cradle Of Filth: Dani Filth comunica a demissão do guitarrista Ashok e avisa que “a verdade sempre virá à tona”

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Cradle Of Filth: Dani Filth comunica a demissão do guitarrista Ashok avisa que "a verdade sempre virá à tona
📸 @nachtfrostvisuals

Após a saída da tecladista do Cradle Of Filth, Zoë Marie Federoff, no último fim de semana, o vocalista Dani Filth veio por meio de suas redes sociais informar o desligamento do guitarrista Marek “Ashok” Smerda, marido de Zoë. Em nota, Dani declarou:

“É com pesar que o Cradle Of Filth anuncia oficialmente a demissão do guitarrista Marek ‘Ashok’ Smerda da banda, com efeito imediato.

Apesar de todas as tentativas de difamar e inviabilizar ilegalmente a banda, o Cradle Of Filth NÃO cancelará nenhum de nossos shows na América do Sul, embora os fãs tenham que suportar o fato de sermos uma banda com apenas um guitarrista ao vivo, isso é claro até que o substituto temporário de Ashok chegue para se juntar à turnê em alguns dias.

Agradecemos a compreensão de todos neste terrível caso. Estamos todos em choque com os acontecimentos e compartilharemos nossa versão desses lamentáveis ​​acontecimentos em breve. Por favor, respeitem nossa decisão de nos separar de Ashok agora, e não no final da turnê, e evitem especulações, pois mais esclarecimentos sobre a situação serão fornecidos.

O resto da banda é tranquilo, mesmo que surpreso, e as acusações contra a administração, que trabalha muito próximo a mim e à banda, são completamente injustas e infundadas.

Paciência é uma virtude e a verdade sempre virá à tona.

Obrigado mais uma vez, companheiros Filthlings, e estamos ansiosos pelo resto da turnê ‘The Screaming Of The Américas’ aqui no Uruguai e além. 🤘🏻
Seu amigo, Dani

@cradleoffilth @danielfirthmusic @marthus_drummer @donnyburbage @danifilthofficial “

Já o guitarrista Ashok, declarou:

“Caros fãs e amigos,Peço que respeitem minha esposa e a mim neste período de transição. De fato, estou deixando o Cradle of Filth ao final desta turnê, e os motivos por trás disso são conclusões às quais minha esposa e eu chegamos muito antes desta semana.

Simplesmente não sentimos que o Cradle possa garantir o nosso futuro, e na verdade o atrapalha. Entre outros motivos, é muito trabalho para um salário relativamente baixo, o estresse é bastante alto e há algum tempo não sentimos que esta banda realmente prioriza/se importa com os membros. Foram anos de comportamento antiprofissional de pessoas acima de nós que nos levaram a tomar essa decisão.Também pedi que todas as minhas composições fossem removidas dos próximos lançamentos, incluindo a colaboração com Ed Sheeran. De qualquer forma, essa música parece uma palhaçada boba para mim neste momento – primeiro foi um single beneficente para crianças, depois um single com fins lucrativos, depois no próximo álbum, e agora, quem sabe, eu simplesmente não quero mais me envolver, sem desrespeitar Ed Sheeran.

E enquanto isso, tantos cérebros “brilhantes” da internet tentando especular sobre casos pessoais entre mim e a Zoe… parem com isso, por favor. Estamos tentando começar um novo capítulo.E vou terminar esta turnê com tudo! Pelos fãs e pelos meus amigos da banda e da equipe! É minha última turnê com o Cradle e tenho orgulho de dar o meu melhor. Estou triste por não dividir o palco com minha esposa nestas últimas vezes, mas respeito o motivo de sua saída e estou feliz que nossa amiga Kelsey Peters tenha tido a oportunidade de brilhar.É tudo o que tenho a dizer por enquanto. Deixe minha esposa em paz. NUNCA a insulte ou às suas escolhas na minha presença… ou então…”

 No domingo (24), após sua saída, Zoë compartilhou a seguinte mensagem com os fãs em suas redes sociais:

“É com profundo pesar que compartilho que, por motivos pessoais, não posso continuar esta turnê e continuar em geral com o CRADLE OF FILTH.

Por favor, respeitem a minha privacidade e a privacidade da minha família. Não responderei mais perguntas. Sejam gentis com a minha sucessora. Desejo tudo de bom a ela e aos meus ex-companheiros de banda.

Pelo menos, como Roy Khan disse há mais de uma década, Deus estava lá, afinal.

Sua, Zoe”.

Em seguida, Dani Filth se manifestou sobre a saída da tecladista:

“Olá, Filthlings, uma estranha reviravolta aconteceu aqui na turnê do CRADLE OF FILTH na América do Sul. Nossa tecladista/vocalista de apoio Zoe Smerda decidiu deixar a banda no meio da turnê, com efeito imediato.

Nós, é claro, desejamos a ela tudo de melhor para o futuro e nós, como banda, continuaremos avançando e crescendo como sempre, com uma vocalista substituta aqui, Kelsey Peters, uma das talentosas integrantes do CREWDLE.

Na vida, nem sempre podemos prever o que o futuro nos reserva, mas permaneceremos sempre profissionais e continuaremos com os shows ‘The Screaming Of The Americas’ para nossos fãs, sem permitir que nada disso manche nossa trajetória.

Então, nossos irmãos da América do Sul e Central, nos vemos na próxima leva de shows implacáveis.

Os shows já foram incríveis no Brasil e estamos extremamente gratos pela enorme e apaixonada presença de vocês, meus amigos e amigos.

Vida longa à Filth!”

Como fãs, esperamos que a verdade sobre toda essa situação apareça! Aguardemos os próximos capítulos.

Heads For The Dead: 4° álbum “Never Ending Night Of Terror” estreia em outubro

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Heads For The Dead: 4° álbum “Never Ending Night Of Terror” estreia em outubro
Photo by Solo Macello

Vem aí o quarto álbum da banda internacional de Death Metal, Heads For The Dead, intitulado “Never Ending Night Of Terror”, que estreará no dia 10 de outubro através do selo Pulverised Records.

A banda surgiu em 2017, e é liderada pelo guitarrista e baixista Johnny Petterson (vocalista/guitarrista do Wombbath) e o vocalista Ralf Hauber (Revel In Flesh e Rotpit). Os demais membros são o guitarrista Matt Moliti (Sentient Horror) , e o baterista Evan Daniele (também do Sentient Horror e Dead and Dripping).

O vocalista Ralf Hauber descreveu “Never Ending Night Of Terror” como o “álbum mais extremo em todos os aspectos”.

“Há uma ênfase ainda mais forte em uma vibe cinematográfica intensa, focada em nossos filmes slasher favoritos, movidos por vingança, violência e, claro, medo, citando clássicos como “Videodrome”, de David Cronenberg, “Repulsa”, de Roman Polanski, o “Sexta-feira 13” original, “The Beyond” e “Re-Animator”, de Stuart Gordon, “Motel Hell”“City Of The Dead”  e outros.”

Além disso, há uma faixa no disco chamada “Witchkrieg”, que o Heads For The Dead dedicou à banda italiana de rock progressivo Goblin, conhecida por compor trilhas sonoras para filmes.

A arte de capa foi criada por Luca Solo Macello (Baest, Pentagram, Fulci). Ouça o single “To The Very Last”:

Faixas:

1. The Vastness Of Time
2. Death Mask
3. Phantasmagoria
4. In Disgust We Trust
5. Never Ending Night Of Terror
6. Give Me Life
7. The Harvester
8. The Shape Of Light Bleeds Black
9. To The Very Last
10. Witchkrieg (Goblin Tribute)

15 vocalistas da nova geração que vão te surpreender

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O que seriam das bandas de Rock e Heavy Metal sem seus grandes vocalistas à frente do palco? Provavelmente, algumas bandas que hoje chamamos de lendárias — e com razão — não seriam tão interessantes. O amigo leitor consegue imaginar o Judas Priest sem a voz do Metal God, Rob Halford? O Deep Purple sem Ian Gillan talvez não tivesse se tornado o que se tornou. Da mesma forma, a assinatura musical do Scorpions e Whitesnake estão intimamente ligadas aos timbres inigualáveis de Klaus Meine e David Coverdale.

E ainda poderíamos mencionar muitos nomes, vozes como as de Bruce Dickinson, Ronnie James Dio, Steven Tyler, Sammy Hagar, Jorn Lande e Michael Kiske, se tornaram tão icônicas ao ponto de influenciar gerações de novos grupos. Há uma vasta lista de excepcionais vocalistas dentro do gênero e, inclusive, novos talentos estão surgindo.

Ao mesmo tempo que vemos a geração de ouro envelhecendo — com alguns músicos do passado já não conseguindo performar como antes — temos cantores com uma carreira toda pela frente chegando e, desculpe a franqueza, com tanto potencial quanto os gigantes do passado.

Se você não conhece muito bem a nova safra vamos te apresentar 15 vocalistas, todos com menos de 40 anos e, alguns, no seu auge técnico. Antes disso, vamos fazer algumas menções honrosas a caras que até outro dia chamávamos de nova geração, mas que já passaram da casa dos 40 e portanto não podem mais figurar no meio dos verdadeiros “moleques”.

4 menções acima dos 40 anos de idade:

*Joseph Michael (Witherfall, Sanctuary) – 45 anos

Reprodução/Youtube

Conhecido principalmente por liderar a banda Witherfall, onde combina elementos de Power, Prog e Metal melódico com um estilo vocal operístico e versátil. Ao longo da carreira, passou por grupos como Peppermint Creeps, na cena glam de Los Angeles, e White Wizzard, com quem gravou The Devil’s Cut (2013), antes de fundar o Witherfall em 2013 ao lado do guitarrista Jake Dreyer, lançando álbuns elogiados como Nocturnes and Requiems (2017) e Curse of Autumn (2021). Em 2017, após a morte de Warrel Dane, assumiu também os vocais da lendária banda Sanctuary, consolidando-se como um dos nomes mais respeitados do Metal contemporâneo. Reconhecido por sua amplitude vocal e influências que vão de Ronnie James Dio (seu primo) a Bruce Dickinson e Dream Theater, Joseph Michael tornou-se uma figura marcante pela capacidade de transitar entre técnica, emoção e teatralidade.

*Ronnie Romero (Elegant Weapons, Lords Of Black, The Ferrymen, ex-Rainbow) – 43 anos

Reprodução/Facebook

Vocalista chileno de Hard Rock e Heavy Metal, reconhecido por sua versatilidade e presença marcante. Iniciou sua trajetória musical aos sete anos cantando em um coral gospel, mas encontrou sua verdadeira vocação no Metal. Desde 2010, participou de diversos projetos, mas ganhou destaque com a fundação do Lords of Black (2014), banda de Prog/Power Metal que o estabeleceu na cena internacional. Em 2015, foi convidado por Ritchie Blackmore para liderar a nova formação do lendário Rainbow, onde permaneceu até 2019.

Paralelamente, integrou projetos como The Ferrymen, Michael Schenker Group, Sunstorm, CoreLeoni, Intelligent Music Project (com o qual participou do Eurovision 2022 representando a Bulgária), entre outros. Em 2022, cofundou o supergrupo Elegant Weapons, ao lado de membros do Judas Priest, Pantera e Uriah Heep, lançando o álbum de estreia “Horns for a Halo” em 2023. Como artista solo, lançou álbuns covers — “Raised On Radio” (2022) e “Raised On Heavy Radio” (2023) — antes de estrear com material autoral em “Too Many Lies, Too Many Masters” (2023), e agora, concentra-se no álbum “Backbone”.

*Lzzy Hale (Halestorm) – 41 anos

Reprodução/Youtube

Elizabeth Mae “Lzzy” Hale é certamente uma das mais influentes cantoras de Rock da atualidade por conta de sua participação ativa no Halestorm, banda fundada ao lado de seu irmão Arejay em 1997. Desde então, se tornou peça central do grupo ao comandar os vocais e a guitarra rítmica com sua presença marcante. Halestorm alcançou reconhecimento mainstream com álbuns como “Halestorm” (2009), “The Strange Case Of…” (2012), “Vicious” (2018) e “Back from the Dead” (2022). Além disso, lançaram o mais recente “Everest”, no último dia 8 de agosto, um trabalho profundamente pessoal que aborda temas como sobriedade e saúde mental.

Em 2013, a banda conquistou o Grammy de Melhor Performance de Hard Rock/Metal com o single “Love Bites (So Do I)”. Dessa forma, se tornou a primeira banda de Rock com uma vocalista feminina a ganhar nessa categoria. Hale possui voz forte e característica, mas se utiliza de uma quantidade robusta de técnicas diferentes, fazendo com que as performances ao vivo sejam realmente impressionantes.

*Fábio Caldeira (Maestrick) – 40 anos

Reprodução/Divulgação

Fábio Caldeira é vocalista, compositor, pianista, arranjador, bem como professor de canto brasileiro. Reconhecido por sua expressividade e técnica dentro do Metal Progressivo à frente do Maestrick, idealizou a ambiciosa obra-conceito Espresso Della Vita. Estruturada como uma viagem metafórica de trem dividida em dois álbuns: “Solare” (2018), as doze horas do dia, e “Lunare” (2025), que cobre a noite, fechando a jornada existencial do protagonista.

Em “Lunare”, o conjunto traz uma sonoridade rica e teatral, com arranjos orquestrais, cinematográficos e narrativas densas que tratam de temas sensíveis diversos. O lançamento, realizado pela gravadora europeia Frontiers Music, marca o momento mais grandioso do projeto até então, elevando o Maestrick ao cenário internacional. Fábio Caldeira é um dos vocalistas mais técnicos do Brasil, mas também se destaca pelos timbres extremamente agradáveis e pela facilidade em transitar por inúmeros estilos do Rock e Metal.

15 vocalistas da nova geração:

*Olof Wikstrand (Enforcer) – 39 anos

Reprodução/Youtube

Olof Anders Gustav Wikstrand é vocalista, guitarrista fundador e força criativa da banda Enforcer, projeto iniciado por ele como solo em 2004 e que se consolidou na cena do Metal tradicional contemporâneo. Multifacetado, Wikstrand já assumiu diferentes instrumentos ao longo da trajetória. Ele atuou como baterista, baixista e guitarrista em diversas fases da banda, além de ser principal compositor e letrista.

Enforcer tornou-se referência da nova onda do Heavy Metal tradicional (NWOTHM). Tudo por conta de álbuns como “Into the Night” (2008), “Diamonds” (2010), “Death by Fire” (2013), assim como o masterpiece “From Beyond” (2015). Todos os trabalhos da banda trazem sua voz e estilo autêntico como pilares de identidade. Olof possui grande alcance, dispara agudos com facilidade e ainda faz drives excelentes.

*Kenny Leckremo (H.E.A.T.) – 38 anos

Credit: Elsie Roymans/Getty Images

Kenny Leckremo ganhou destaque como vocalista original da banda H.E.A.T, liderando os vocais nos álbuns “H.E.A.T” (2008) e “Freedom Rock” (2010), antes de se afastar devido a uma condição cardíaca hereditária que dificultava sua performance ao vivo. Após uma pausa, retornou em 2020, participando dos lançamentos “Force Majeure” (2022) e “Welcome to the Future” (2025). Leckremo também criou seu próprio caminho como solista, com o álbum “Spectra” (lançado em 2018), refletindo sua versatilidade como cantor e compositor.

*Mike Livas (Silent Winter, Bloodorn, Prydain) – 38 anos

Photo: Alexandra Alexiou Aireoti

Mike Livas é um vocalista grego conhecido por sua participação em diversas bandas como Maidenance, Silent Winter, Bloodorn e Prydain. Sua expressiva presença vocal o levou a ser convidado para integrar a nova formação da Timo Tolkki Band, criado pelo lendário guitarrista e compositor finlandês Timo Tolkki (ex‑Stratovarius). Tal feito marcou um reconhecimento significativo dentro da cena Power Metal europeia. Livas ainda se comunica muito bem com sua base de fãs através de seu canal do Youtube, onde canta diversos covers de clássicos do Metal.

*Erik Grönwall (ex-H.E.A.T., ex-Skid Row, ex-New Horizon) – 37 anos

Reprodução/Divulgação

Erik Grönwall é um vocalista de Hard Rock e Heavy Metal que estourou ao vencer o Swedish Idol em 2009. A participação alçou seu single “Higher” ao topo das paradas e certamente garantiu à sua estreia como número um na Suécia. O disco recebeu certificação de platina e, em 2010, tornou-se vocalista da banda sueca H.E.A.T. Ele contribuiu em quatro álbuns de estúdio até sua saída em 2020.

Em 2018, atuou como Simon Zealotes na produção ao vivo da NBC de Jesus Christ Superstar, rendendo-lhe uma indicação ao Grammy. Em 2022, assumiu os vocais da lendária banda americana Skid Row, participando do álbum “The Gang’s All Here” (2022) até sua saída em março de 2024, por decisão de priorizar sua saúde. Atualmente, Erik tem feito shows ao lado do icônico guitarrista Michael Schenker e lançado diversas músicas através de seu canal do Youtube.

*James Durbin (Durbin, ex-Quiet Riot) – 36 anos

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James William Durbin é um cantor altamente versátil, que conquistou a atenção do público ao terminar em quarto lugar na 10ª temporada do American Idol. Ele serviu como vocalista principal da lendária banda de Heavy Metal, Quiet Riot, entre 2017 e 2019. James esteve à frente do grupo no álbum “Road Rage” (2017) e “Hollywood Cowboys” (2019). Após sua passagem pelo Quiet Riot, lançou a carreira solo sob o nome Durbin, com álbuns como “The Beast Awakens” (2021) e “Screaming Steel” (2024), explorando um Heavy Metal mais puro e classudo.

*Tiago Masseti (Masseti, Daydream XI, Third Eye) – 36 anos

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Tiago Masseti é vocalista, guitarrista e compositor brasileiro que emergiu na cena do Metal progressivo como a mente criativa da banda Daydream XI. Liderando o projeto desde os seus primórdios em Porto Alegre e conquistando reconhecimento internacional, Masseti chegou ao ponto de receber convites para o Progressive Nation at Sea (Mike Portnoy) e o festival ProgPower USA. Após seu período à frente do Daydream XI, também integrou o supergrupo Kingdom North, além da banda dinamarquesa Third Eye.

Em 2025, lançou uma nova encarnação artística com o projeto Masseti, baseado em Nova York. O disco reflete sua evolução criativa, incorporando elementos de Opeth, Symphony X, Devin Townsend, bem como Dream Theater. As composições soam mais sofisticadas e o álbum Odds and Ends é uma das mais gratas surpresas de 2025.

*Nils Molin (Dynazty, New Horizon, Amaranthe) – 36 anos

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Nils Johan Molin é um vocalista poderoso e carismático, reconhecido por liderar a banda Dynazty desde 2008. Em 2017, se juntou também à formação da banda Amaranthe, após substituir Jake E como membro oficial. Sua voz versátil e expansiva se destaca tanto em álbuns próprios — como “Firesign” (2018) e “The Dark Delight” (2020) com o Dynazty — quanto nos sucessos de Amaranthe, como o álbum “Helix” (2018), o primeiro gravado com sua participação. Molin também figura ao lado de Jona Tee (H.E.A.T.) no projeto Power Metal, New Horizon. Neste último, o músico teve a difícil missão de substituir Erik Grönwall.

*Oskar Jacobsson (Ambush) – 35 anos

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Oskar Jacobsson é o vocalista principal e um dos fundadores da banda tradicional de Heavy Metal, Ambush, formada em 2013. Conhecido por sua impressionante amplitude vocal que alcança notas tão altas quanto as de Rob Halford, rapidamente se tornou o centro das performances da banda. Jacobsson contribui não só com os vocais, mas também com composições e letras em vários lançamentos. O grupo tem uma discografia até o momento perfeita com os álbuns “Firestorm” (2014), “Desecrator” (2015) e “Infidel” (2020). O mais novo trabalho, “Evil in All Dimensions” (2025), será lançado no próximo dia 5 de setembro.

*Dino Jelusick (Jelusick, Sons Of Apollo, Whitesnake, Whom Gods Destroy) – 33 anos

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Dino Jelusick é um cantor, multi-instrumentista e compositor que iniciou sua carreira ainda criança — vencendo o primeiro Concurso Eurovision Júnior em 2003 como o mais jovem vencedor até hoje. Fundador e vocalista principal da banda de Hard Rock/Prog Metal, Animal Drive (2012–2021), lançou o álbum “Bite!” pela Frontiers Records. Desse modo, desde 2016, integra em turnê a renomada banda americana Trans-Siberian Orchestra, e em 2021 foi convidado por David Coverdale para se juntar à lendária Whitesnake.

*Alexander Strandell (Art Nation, Crowne, Nitrate) – 32 anos

Reprodução/Divulgação

Conhecido por seu papel como vocalista, compositor e força criativa da banda Art Nation, desde sua fundação em 2014. Com sua voz marcante e presença de palco cativante, ele liderou lançamentos como “Revolution” (2015), “Liberation” (2017), “Inception” (2023) e o mais recente “The Ascendance” (2025). Além disso, é vocalista do supergrupo Crowne, reunindo integrantes renomados como Jona Tee (H.E.A.T.) e John Levén (Europe).

*Renan Zonta (Electric Mob) – 31 anos

Reprodução/Youtube

Renan Zonta é o carismático vocalista e cofundador do grupo Electric Mob, formado em Curitiba em 2016, junto de Ben Hur Auwarter (guitarra), Yuri Elero (baixo) e André Leister (bateria). Com voz potente, bem como influência de nomes como David Coverdale, Ronnie James Dio e Ray Gillen, Zonta ajudou a moldar o som da banda. Musicalmente, o grupo combina elementos de Blues, Hard Rock e grooves contemporâneos. Certamente, sua participação no The Voice Brasil em 2016 — e uma nova apresentação em 2023 — impulsionou significativamente sua visibilidade no cenário nacional.

*Jack Znake (ex-Nightwölf) – 30 anos

Photo: Joelma Antunes

Vocalista brasileiro conhecido por seu trabalho com a banda de Heavy Metal, Nightwölf, à qual pertenceu entre 2017 e 2024. Durante sua passagem pelo grupo, emprestou sua voz poderosíssima e presença marcante aos lançamentos Unleash the Beast (EP, 2020), o single Kill the Light (2023) e o álbum The Cult of the Wolf (2023). Jack Znake atualmente está sem banda, mas caso resolva retornar ao mundo da música pesada, seus dotes vocais encaixariam em praticamente qualquer nome do gênero.

*Leo Unnermark (Wings Of Steel) – 28 anos

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Leo Anders Unnermark é o vocalista sueco, compositor de letras, bem como cofundador da banda norte americana Wings of Steel. Sua voz combina o poder dos vocalistas clássicos de Heavy Metal, com toques de Blues e Hard Rock, trazendo autenticidade e energia às canções que remetem ao Metal dos anos 70 e 80. Desde o lançamento do EP de estreia “Wings of Steel” (2022), passando pelo álbum “Gates of Twilight” (2023), até o single épico “Winds of Time” (2025), Unnermark tem sido uma força criativa central, ajudando a impulsionar o projeto como uma das promessas vibrantes do Metal independente contemporâneo. Leo é tão bom nas notas altas quanto no uso de graves e as músicas do Wings Of Steel soam imprevisíveis. Muito disso é certamente por conta das performances e escolhas do vocalista.

*Girish Pradhan (Girish And The Chronicles, The End Machine, Firstborne) – Idade não encontrada

Reprodução/Facebook

Girish Pradhan é um influente vocalista, guitarrista e compositor da Índia, natural de Sikkim e, hoje, radicado em Bengaluru, está à frente da banda Girish and the Chronicles (GATC). Sua poderosa voz e estilo marcante ajudaram a colocar o Rock de inspiração nos anos 80 novamente em evidência no país. Contudo, Pradhan também participa do supergrupo Firstborne, liderado por membros veteranos como Chris Adler, James LoMenzo e Myrone. Recentemente, assumiu os vocais na banda The End Machine, contribuindo para o álbum “The Quantum Phase” (2024). Foi aí que recebeu elogios como “um achado” e “em um nível totalmente diferente” por figuras do nível de Jeff Pilson.

*Jan Leščanec (SkyEye) – Idade não encontrada

Photo: Žan Osim

Jan Leščanec é o vocalista e principal compositor da banda SkyEye, formada em 2014 na Eslovênia pelos músicos Grega Stalowsky, Primož Lovšin e ele próprio. Conhecido por sua voz única, potente e emotiva, Leščanec ajudou a moldar o som característico da banda — um Heavy Metal moderno com riffs melódicos e influências claras de clássicos como Iron Maiden, Saxon e Judas Priest. Além de sua atuação como frontman, é o principal responsável pelas composições e letras dos trabalhos mais recentes da banda.

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