Madrugada Metal: Humble Pie, Foreigner, Kansas & Paul Stanley

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Clássicos do Hard Rock (Part IV): Humble Pie, Foreigner, Kansas & Paul Stanley

Criamos o quadro “Madrugada Metal” para aquelas noites de insônia, para ouvirmos e batermos as cabeças até que o sono venha. Mas, isso vocês já estão cansados de saber.

Hoje, vamos homenagear mais quatro clássicos aleatórios do Hard Rock, enquanto animamos a nossa madrugada!



vamos lá?

Ai estão eles:

Humble Pie – “Thunder Box” (1974)

Madrugada Metal: Humble Pie, Foreigner, Kansas & Paul Stanley

“Thunder Box”, que é umas das jóias do Hard da década de 70, é o sétimo álbum do Humble Pie, banda britânica na qual iniciou o vocalista/guitarrista Peter Frampton, porém, ele não fez parte do line-up do registro em questão, pois Frampton deixou a banda após o lançamento de “Performance Rockin’ the Fillmore” de 1971, dando início a sua carreira solo que faria sucesso, posteriormente.



Inegavelmente, a obra “Thunder Box” acertou em todos os detalhes, desde sua capa criativa até suas canções que fazem a cabeça dos amantes de Hard Rock. “Ninety-Nine Pounds”, a faixa título “Thunder Box” e “Drift Away” são os meus destaques particulares, embora eu goste de todas as doze canções do full lenght.

Foreigner – “Double Vision” (1978)

“Double Vision” é o segundo full lenght da banda de Hard Rock americana, Foreigner, mas, antes de falarmos sobre as canções que se destacam nessa obra, é fundamental mencionar algo sobre um movimento musical chamado AOR (Adult Oriented Rock) ou Arena Rock, pois, o Foreigner está entre os artistas que influenciaram o surgimento desse Hard Rock/Prog mais melodioso, que é até considerado por alguns como uma subvertente do Hard Rock.

É impossível falar desse disco sem mencionar o quão mágica soa a música que o intitula, pois é paixão logo nos primeiros riffs. Além disso, sobra qualidade na voz de Lou Gramm.

As canções “Hot Blooded” e “You’re All I Am”, igualmente, merecem menção especial.



Kansas – “Point of Know Return” (1977)

Anteriormente, em 1976, nasceu “Leftoverture”, o primeiro grande álbum clássico do Kansas. Só o lado A que tem “Carry On Wayward Son”, “The Wall”, “What’s On My Mind” e “Miracles Out Of Nowhere” já seria suficiente para atingir tal patamar, contudo, o que viria a seguir?

Assim que, “Point Of Know Return” chegou em 1977 com a missão de igualar e, talvez, até superar seu antecessor. Ainda que isso não tenha ocorrido, um disco com canções como “Point of Know Return”, “Portrait (He Knew)” e a lendária “Dust In The Wind” foi mais do que suficientespara manter o nome do Kansas nas paradas de sucesso, inclusive, até os dias de hoje.

Antes que eu me esqueça, Kansas também foi importante no surgimento do AOR, não tanto quanto o Foreigner, mas foi.



Paul Stanley – “Paul Stanley” (1978)

O sucesso repentino do Kiss fez com que algum deles cometessem abusos. Como resultado, o quarteto estava em pé de guerra. Peter Criss e Ace Frehley queriam sair para gravar álbuns solos, mas surgiu a ideia dos quatro gravarem os mesmo tempo, usando a marca Kiss e dedicando aos outros três. Aliás, eles lançariam os quatro discos ao mesmo tempo.

O disco de Ace foi muito bem recebido, por outro lado, o de Gene Simmons e Peter Criss não agradaram a grande massa dos fãs do Kiss.

O memorável solo de Paul Stanley

Porém, quando o assunto é o disco de Paul Stanley, há sempre uma grande injustiça histórica que deve ser mencionada. Stanley gravou um excelente full lenght e que, na minha opinião, supera quase tudo o que o Kiss gravou até hoje.



“Tonight You Belong to Me”, “Move On”, “Ain’t Quite Right”, “Take Me Away (Together as One)”, “Love in Chains” e “Hold Me, Touch Me (Think of Me When We’re Apart)” são canções espetaculares de Hard Rock.

A parte, “Hold Me, Touch Me (Think of Me When We’re Apart)” é mais um exemplo do surgimento do AOR e, nessa faixa, o lindo solo de guitarra do próprio Paul Stanley é uma obra prima.

A maioria dos solos de guitarra desse trabalho foram executados pelo saudoso Bob Kulick, irmão de Bruce Kulick que foi guitarrista do Kiss, posteriormente.

Clássicos: Paul Stanley – “Paul Stanley” (1978) (Kiss)


Curta esses discos em sua playlist, contudo sem moderação alguma, até que o sono venha, se é que ele virá (rs)!

Seleção e redação: Cristiano “Big Head” Ruiz

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