Tom Warrior admite a possibilidade de criar novas músicas no estilo Hellhammer

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Tom Gabriel Fischer (ex-vocalista/guitarrista/compositor principal de Hellhammer e Celtic Frost) e que atualmente comanda o Triptykon e o Triumph Of Death, conversou recentemente com o PowerOfMetal.cl, para falar sobre sua participação na próxima edição do Chile Terrorfest, que acontecerá no mês de dezembro. Durante a entrevista, Tom Warrior respondeu se ele tem planos de “reviver” uma de suas antigas bandas com material inédito:

“Bem, no caso do Celtic Frost, estamos fazendo isso com o TRIPTYKON. O TRIPTYKON é basicamente uma continuação do CELTIC FROST sem alguns dos problemas pessoais que tivemos. Mas mesmo no próximo álbum do TRIPTYKON, haverá algumas músicas que eu escrevi quando ainda estava no CELTIC FROST, e também há músicas novas que são basicamente minhas músicas, do jeito que eu as escrevo e do jeito que eu as teria escrito, mesmo que o CELTIC FROST ainda existisse.

No que diz respeito ao HELLHAMMER e ao TRIUMPH OF DEATH, é claro que há apenas dois anos de música do HELLHAMMER; o HELLHAMMER existiu apenas por dois anos. E sim, temos conversado sobre talvez tentar compor alguma música no estilo HELLHAMMER, mas estou sendo muito cauteloso com isso. Não quero fazer nada errado. Para mim, HELLHAMMER é algo muito importante na minha vida agora. E se fizermos isso, seremos muito, muito cuidadosos para fazer do jeito certo. E se não parecer certo, não vamos lançar. E não precisamos fazer, então não há pressão. Só podemos fazer se estiver certo.”



Sobre o que o teria feito decidir continuar tocando as músicas do Hellhammer e Celtic Frost com seus atuais projetos, ele disse:

“Para Martin [Eric Ain, falecido baixista do HELLHAMMER e do CELTIC FROST] e para mim, o ponto de virada foi quando reunimos o CELTIC FROST em 2001. Falando sobre os velhos tempos, e não foi apenas de forma nostálgica, realmente tentamos revisitar os motivos pelos quais formamos o HELLHAMMER, por que formamos o CELTIC FROST e assim por diante, e falar sobre isso, é claro, nos fez ouvir a música antiga e nos fez entendê-la talvez um pouco mais profundamente do que quando éramos jovens.



Quando éramos jovens, estávamos cheios de adrenalina e testosterona, e pensávamos apenas no presente, mas quando reformamos o CELTIC FROST, estávamos mais velhos, esperançosamente um pouco mais maduros.

Éramos homens adultos. Ouvimos essa música e dissemos: ‘Uau, algumas dessas músicas realmente envelheceram muito bem.’ E nós realmente começamos a tocar algumas músicas do HELLHAMMER durante os ensaios para o álbum ‘Monotheist’ [do Celtic Frost em 2006]. Tínhamos a intenção de tocar algumas músicas do HELLHAMMER na turnê ‘Monotheist’. A razão pela qual não fizemos isso no final foi porque o baterista que tínhamos na época realmente não se identificava com essas músicas. Tentamos tocar essas músicas na sala de ensaio e elas nunca soaram bem com o baterista que tínhamos. Mas então eu fiz o livro sobre o HELLHAMMER — por volta de 2010, escrevi o livro ‘Only Death Is Real’ apenas com a história do HELLHAMMER — e isso realmente me inspirou a tentar de novo, mas tentar com uma banda formada especificamente para isso. Então eu formei o TRIUMPH OF DEATH com alguns bons amigos meus que eu sei que entendem a música do HELLHAMMER. E foi aí que aconteceu.”

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