Iron Maiden: “Sou capitão honorário de grupo no 601º Esquadrão da Força Aérea Real Interior, Força Aérea Real”, revela Bruce Dickinson

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Bruce Dickinson é um dos maiores faz-tudo que conhecemos e isso não chega a ser uma novidade para nenhum fã do Iron Maiden. Cantor, escritor, compositor, esgrimista, locutor, roteirista, piloto de linha aérea, mestre cervejeiro, ator, empreendedor, palestrante… são muitas as ocupações do homem que empresta sua voz potente aos hinos do Heavy Metal tocados pelo sexteto britânico.

O cantor é daquele tipo de pessoa que está sempre procurando algo para se ocupar. Com o fim da 1ª parte da “Run For Your lives tour” do Maiden, Bruce começará uma nova excursão norte americana com sua banda solo. Antes disso, gravou uma versão reimaginada do álbum “Balls To Picasso”, originalmente editado em 1994 e, não se esqueça, ele também está preparando a chegada da continuação de seu mais recente trabalho, “The Mandrake Project” (2024), para o início do ano que vem.

Em uma nova entrevista concedida a Charlie Kendall (Metalshop) publicada no Bravewords, Bruce Dickinson acabou revelando mais uma ocupação dentro do exército britânico. A revelação aconteceu quando questionado sobre a música “Gods Of War”, veja o que ele disse:



“Bem, ‘Gods Of War’ é basicamente sobre a indústria da guerra. Pessoas lutam em guerras e morrem, e enquanto isso, muita gente ganha muito dinheiro com isso. Não quero ser tão ingênuo a ponto de dizer que você nunca deve lutar uma guerra. Há momentos em que você precisa proteger seu país, proteger seus entes queridos e coisas assim. Ou lutar contra um mal realmente intenso como Hitler e os nazistas. Mas muitas guerras são travadas por egomaníacos e narcisistas que acabam no poder em certos países e simplesmente pensam: ‘É, vamos jogar algumas centenas de milhares de pessoas na fogueira pelo bem do meu ego’.

A música é mais sobre isso e também sobre a maneira como glorificamos a guerra. Em nossos filmes… mesmo em filmes de cowboy, a violência é vista como algo másculo. Pegar uma arma de seis tiros e atirar em um cara. É algo como, ‘é, talvez não pudesse simplesmente sentar com ele e ter uma boa conversa?’, sabe, sei lá, ‘talvez não’, sabe, ‘talvez não’. Esse não é o mundo em que vivemos. Mas, quer dizer, eu conheço muitos caras em unidades de forças especiais ao redor do mundo. E passei bastante tempo com eles. E a única coisa que eu acho sobre os militares é que eles geralmente são as últimas pessoas que querem lutar uma guerra. Ah, quando eles lutam, eles são muito bons nisso. Então é melhor não lutar com eles porque eles vão vencer. Mas o objetivo é vencer sem lutar.”



Questionado sobre seu título no exército britânico, Bruce disse o seguinte:

“É um título honorário. Sou capitão honorário de grupo no 601º Esquadrão da Força Aérea Real Interior, Força Aérea Real. Quer dizer, é muito simples. Há um esquadrão. Ele foi fundado na década de 1920 na Grã-Bretanha. O 601º Esquadrão, e há vários deles. 600, 601, acho que vai até o 606º Esquadrão. São todos voluntários, em meio período, reservistas. O esquadrão abateu 200 aeronaves inimigas na Batalha da Grã-Bretanha e foi dissolvido em 1958. Foi então reformado há cerca de cinco anos, com a intenção de atrair diferentes talentos para auxiliar a Força Aérea Real. Temos industriais, temos estrelas do rock, temos acadêmicos, temos pesquisadores, temos pessoas que escrevem o software para o F-35. Temos pessoas que são especialistas em compra e venda de petróleo. Então, tudo isso se junta e nós apoiamos, tentamos ajudar e também defendemos a Força Aérea Real e para as forças britânicas em geral. Achamos que eles são pessoas muito legais.”

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