Accept: “Ninguém imaginava que o Heavy Metal duraria tanto tempo. Não tinha ninguém na faixa dos 40 ou 50 anos fazendo esse tipo de coisa”, diz Wolf Hoffmann

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Em 2026, o Accept comemorará o seu aniversário de 50 anos, com um novo álbum e uma turnê de celebração de suas cinco décadas de história, e um legado inconstestável para o heavy Metal. Os ícones do metal da Alemanha certamente conquistaram o seu espaço entre as bandas mais importantes e respeitadas da história do Rock/Metal.

Refletindo sobre a longevidade da banda em uma nova entrevista ao Empire Extreme, o líder do Accept, Wolf Hoffmann, declarou:

“Ainda me impressiona que as pessoas realmente… Quer dizer, quase parece que essas coisas são para a eternidade, o que é algo que ninguém poderia esperar. Quando penso em todos esses anos lá atrás na Alemanha, quando éramos basicamente crianças em uma garagem tentando formar uma banda e escrevemos nossas primeiras músicas, ninguém poderia imaginar que essas coisas iriam durar. E então não tínhamos ideia de que músicas como essas teriam tanto poder de permanência, e então, 50 anos depois, elas significam algo para as pessoas e não parecem desaparecer de alguma forma. É uma loucura. E é uma coisa maravilhosa porque o que existe mais alguma coisa na vida, o que mais você pode fazer na vida que tenha algo parecido?”



Ao abordar a forma como a faixa “Balls To the Wall” impactou a cena do Metal se tornando uma canção icônica conhecida por todos no mundo rock/metal, ganhando incontáveis versões. Segundo Wolf Hoffmann, naquela época, ninguém imaginava que o Heavy Metal teria uma vida tão longa:

“Lembro-me de quando criei as primeiras partes dessa música e a levei para os caras, pensei: ‘Nossa, essa é uma música muito legal. Acho que vai fazer algo por nós.’ Mas ninguém imaginava que o heavy metal duraria tanto tempo. Pessoalmente, sempre pensei que seria como — não sei — talvez como punk ou algo assim. Seria uma onda que vem e vai, mas ninguém poderia ter previsto que o heavy metal ainda estaria por aí todos esses anos depois. E ninguém pensou em música — quando entramos nisso tudo, não pensávamos nisso como uma carreira. Nós apenas pensamos: ‘Cara, vamos fazer isso o máximo que pudermos e vamos nos divertir um pouco. E então talvez um dia tudo acabe.’ Essa era a mentalidade de todo mundo naquela época, porque não tinha ninguém na faixa dos quarenta ou cinquenta anos fazendo esse tipo de coisa. Todo mundo era jovem.”



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