Soulfly: nova música “Favela Dystopia” foi tocada pela primeira vez ao vivo

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O Soulfly está em processo de composição e gravação de seu novo álbum de estúdio, sucessor de “Totem” (2022). Segundo declarações do próprio Max Cavalera (vocalista e guitarrista da banda), à partir deste novo trabalho o Soulfly irá retornar ao tipo de musicalidade mais tribal que praticava em seus primeiros registros.

Max explicou que já tem alguns projetos onde pode focar no Metal mais oldschool, como Go Ahead And Die e Cavalera Conspiracy, e que o Soulfly pode voltar a ser o Soulfly do início. Para quem não acompanha o grupo, à partir de “Dark Ages” (2005), a música ficou mais brutal e voltada ao que Max fazia no Sepultura.

Durante um show realizado no último dia 8 de julho em Maimunarnika, Sófia, na Bulgária, o Soulfly apresentou pela primeira vez a faixa “Favela Dystopia”. Possivelmente esta composição estará no novo trabalho, com previsão de chegar às lojas e plataformas entre o final de 2025 e início de 2026.



Veja a faixa sendo executada ao vivo:

Em uma recente entrevista concedida ao MetalUnderground.com, Max Cavalera falou sobre o processo de finalização do novo álbum:

“Estamos trabalhando no novo disco agora. Está indo bem, cara. Estamos nos esforçando para fazer direito. Estamos finalizando as gravações agora e depois vamos começar a mixar e encontrar as músicas que vão para todas as redes sociais, Spotify e toda essa coisa. Mas, sim, estou muito orgulhoso do disco.”



Sobre a abordagem musical, o músico disse:

“O disco é legal. Parece que tem o espírito aventureiro do primeiro ‘Soulfly’ (1998). Sonoramente, é bem diferente do primeiro disco — é mais complexo e talvez até com grooves mais pesados. Mas em termos de espírito e atitude, é parecido com o primeiro, o que eu acho legal, pois consegui descobrir uma maneira de voltar à minha mente daquela época e ao que me fez criar aquele trabalho e usá-lo novamente em um novo. É bem divertido. É meio difícil de fazer, mas acho que foi algo empolgante de encarar. Foi tipo, ‘Vamos tentar fazer isso. Vamos ver se você consegue usar seu primeiro álbum como algum tipo de inspiração para seu décimo terceiro disco.’ (Risos) E isso foi ótimo, cara. Eu adoro isso. Eu adoro esse tipo de vibe que o disco tem.

Isso é o legal deste novo álbum. É uma espécie de retorno àquilo que eu e os fãs do Soulfly nos apaixonamos. E então, ao longo dos anos, muitos dos outros discos tiveram vibrações muito diferentes. Alguns deles foram mais Thrash com coisas como ‘Dark Ages’ (2005), ‘Omen’ (2010), ‘Conquer’ (2008). Então, para mim, fazer um disco que sonoramente é inspirado pela primeira coisa que fizemos como banda foi um desafio — há um desafio nisso — porque é mais fácil falar do que fazer. Eu também não quero copiar aquele primeiro disco. Não faz sentido fazer isso. Estou apenas usando-o como inspiração. É realmente uma inspiração para o Metal. As músicas em si, elas terão sua própria personalidade e sua própria vibração. Mas, sim, está ficando bem interessante. Estou ansioso para ouvir o que os fãs vão pensar sobre ele.”



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