Kreator: “Estamos dando os retoques finais. Todos concordam que é melhor que ‘Hate Über Alles'”, diz Frédéric Leclercq sobre o novo álbum

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Já está com saudades de um novo material do Kreator após “Hate Über Alles”, de 2022? O baixista Frédéric Leclercq compartilhou uma nova atualização sobre o andamento do processo de gravação do novo disco. Recentemente, a banda entrou no estúdio Fascination Street Studios em Örebro, Suécia, com o produtor Jens Bogren, para dar início às gravações do seu 16° álbum de estúdio. Bogren produziu os álbuns “Phantom Antichrist” (2012) e “Gods Of Violence” (2017) do Kreator.

Em um bate-papo recente com a Loaded Radio, Leclercq revelou que o novo disco está recebendo seus últimos retoques:

“Estamos dando os retoques finais em um novo álbum que será lançado em algum momento do ano que vem, eu acho. Passei dois meses fora — eu estava na Alemanha trabalhando com a banda nas músicas e depois na Suécia.”



Segundo o baixista, o novo material é melhor que o anterior, “Hate Über Alles”:

“É ótimo. [Risos] Acho que todos concordam que é melhor que ‘Hate Über Alles’, que já era legal. E esse foi meu primeiro álbum com a banda. Mas acho que este tem músicas melhores. Quer dizer, é assim que nos sentimos. Só estou dizendo que vai ser ótimo.”



Leclercq foi questionado sobre como é trabalhar com ao lado Mille Petrozza, vocalista/guitarrista/fundador do Kreator:

“É legal. É fácil trabalhar com todos eles. E Mille vem com a maioria dos riffs e vocais. Ele trabalha de forma diferente de mim no sentido de que, para ele, as letras são o que importa. E das letras virão os riffs e tudo mais, e obviamente ele precisa ser capaz de tocar o riff enquanto canta. Então, é uma maneira diferente de construir músicas. Então, meu trabalho lá é apenas verificar a guitarra, as melodias, as partes solo e tudo mais. É isso que eu faço. E é ótimo, porque esse já era o caso no primeiro álbum que fiz com eles, é que eu disse a eles, eu disse… Sou muito apaixonado por música e tenho uma tendência a dizer, tipo, quando ouço algo, ‘É, deveríamos tentar isso’, e muito — não um ditador nesse sentido, mas dando ordens muito [com força]. E Eles disseram, tipo, ‘Ah, não, tudo bem’. Então, eles realmente confiam em mim. Então, eu escolho coisas que eles nem sempre notam, e eles me dão esse tipo de liberdade para organizar um pouco, e isso é ótimo.”



Ele acrescentou:

“Eu adoro os caras do KREATOR. No minuto em que me juntei a eles, senti como se eu fosse parte da família para sempre. É assim que nos sentimos. E não estou dizendo isso só porque parece clichê, mas é a pura verdade. Conheço o Mille há muito tempo, antes mesmo de entrar para o DRAGONFORCE. Eu o conheci na Alemanha em 2003, eu acho. Então, sempre nos encontramos desde então, em festivais e tudo mais. E quando entrei para a banda, não houve teste. Era eu e mais ninguém. Fui o primeiro a quem me convidaram, e eu aceitei. Aprendi as músicas, fui para a sala de ensaio e fiquei um pouco tímido por alguns compassos. E aí pensei: ‘Que legal’. E vi todo mundo sorrindo e pensei: ‘É isso aí’. E sim, sim, realmente senti como se eu fosse parte da família para sempre.”



Sobre o novo documentário oficial do Kreator, “Kreator – Hate & Hope”, dirigido por Cordula Kablitz-Post, com estreia em 2 de julho no 42º Festival Internacional de Cinema de Munique e exibição nos cinemas a partir de 4 setembro, Frédéric Leclercq declarou:

“Temos um filme saindo em setembro porque tivemos uma equipe de filmagem nos acompanhando nos últimos dois anos. Começou em Wacken, e depois eles vieram conosco para os EUA, Japão, Índia e outros lugares, para nos filmar. E está em cartaz na Alemanha, para começar. E estamos tentando ver se acontece — eu gostaria que acontecesse na França meu país natal também. Então, tem sido isso. Então, tem sido movimentado.”



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Comentários

  1. espero que seja bom ser melhor que o “Hate Über Alles” nao e tarefa dificil ate porque album passa longe de ser memoravel e mediano no maximo da para salvar no maximo 2 ou 3 musicas o resto e nao fede e nem cheira nao chega ser ruim mas passa longe de soar como classicos infelizmente acho banda ja vem desgastada deis “Phantom Antichrist” deis dele banda lança so album medianos acho auge da banda infelizmente se acabou.

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