The Doors: “É como se os Stones continuassem sem o Mick Jagger. Talvez tenha sido uma ideia idiota”, diz Robby Krieger sobre seguirem sem Jim Morrison por um breve tempo

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A morte do lendário Jim Morrison, vocalista dos The Doors, é envolta de mistérios, lendas e teorias da conspiração que perduram até os dias atuais, 54 anos após o seu falecimento.

Os relatos da época dizem que o cantor morreu por infarto enquanto estava na banheira do seu apartamento em Paris. Porém, muitos anos mais tarde, em 2007, o jornalista francês Sam Bernett desmentiu em seu livro, essa versão apresnetada pela família e amigos de Jim Morrison, acusando-os de esconder a verdadeira causa da morte de Morrison. De acordo com o jornalista, o astro do rock morreu de overdose de heroína no banheiro da icônica boate parisiense Rock ‘n’ Roll Circus. Sam Bernett era o dono da boate na época.

Em uma nova entrevista ao podcast The Magnificent Others com Billy Corgan, o guitarrista dos The Doors, Robby Krieger (79 anos), contou como ele e os demais membros, o falecido tecladista Ray Manzarek e o baterista John Densmore (80 anos), reagiram à notícia da morte de Jim Morrison:



“Quando soubemos que ele tinha ido embora, não acreditamos. Para começar, havia todos aqueles rumores de que ‘Paul McCartney estava morto’, e blá, blá, blá.

Então, enviamos nosso empresário, Bill Siddons, para a França, para Paris, para dar uma olhada. E, infelizmente, ele nunca viu o corpo. Então, continuamos pensando: Talvez ele esteja mesmo tentando enganar todo mundo. Mas depois de um tempo, a ficha caiu.”



A equivocada decisão de continuar sem o emblemático astro do rock

Depois do falecimento do cantor, com o apoio da gravadora Elektra Records, a banda lançou mais dois álbuns sem o seu grande astro antes de decidirem se separar em 1973, “Other Voices (1971) e Full Circle (1972):

“O Jack Holzman [e CEO da gravadora Elektra Records] foi muito legal com a coisa toda. E ele disse: ‘Por que vocês não lançam outro disco? Todo mundo vai sentir falta do Jim e de tudo.’ Então ele disse: ‘É, vamos fazer isso, vamos continuar.’”

Entretanto, eles não acreditavam muito que isso daria certo:



“Tínhamos ressalvas. Quer dizer, é como se os Stones continuassem sem o Mick Jagger, ou algo assim. Talvez tenha sido uma ideia idiota. Não sei. Mas eu realmente adoro algumas das músicas que estão nesses álbuns.”

Presumidamente, os dois discos caíram no esquecimento, sendo lembrados apenas por aqueles que são MUITO fãs da banda. Felizmente, o legado de Jim Morrison perdura até hoje através de álbuns icônicos como “The Doors” (1967), “Strange Days” (1967), “L.A Woman” (1970), e “Morrison Hotel” (1970).



Desses discos saíram grandes clássicos do rock como “Light My Fire”, “Roadhouse Blues”, “Riders on the Storm”, “L.A Woman”, “Strange Days”, “People Are Strange”, “When The Music’s Over”, “Break on Through (To The Other Side)”, “Love Me Two Times”, e vários outros.

Acompanhe a entrevista completa em seguida:

Por fim, recorde os clássicos dos The Doors com Jim Morrison:



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