Vale a pena ouvir de novo!: Torture Squad – “Pandemonium” (2003)

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Álbum de hoje: Torture Squad – “Pandemonium”

Julho de 2003: Os americanos do Nevermore lançavam “Enemies Of Reality”, quinto álbum da carreira e um dos trabalhos controversos da banda.

Porém, o contrato com a Century Media estava chegando ao fim e por conta disso, a gravadora disponibilizou uma verba pequena para a gravação do novo trabalho (cerca de U$20.000,00), deixando claro que o contrato com a banda não se renovaria.



Portanto, com o baixo orçamento em mãos, o grupo encontrou em Kelly Gray (Dokken, Candlebox, Brother Cane, etc) a solução do problema (ou não).

Apesar das críticas negativas por conta principalmente da fraca produção, o disco figurou na 87a posição da Holanda e a 130a posição na França.

Setembro de 2003: Os noruegueses do Dimmu Borgir lançavam “Death Cult Armageddon”, sexto e bem recebido álbum da carreira.



Após o sucesso de “Puritanical Euphoric Misanthropia”, a banda precisava manter o ritmo de sucesso e principalmente de vendas. O resultado positivo veio com “Progenies Of The Great Apocalypse”, single que antecedeu o disco e obteve excelente repercussão perante fãs e críticos.

Aliás, o disco estreou na 169a posição da Billboard americana, e num curto período de tempo ultrapassou a marca de 100 mil cópias vendidas , apenas nos Estados Unidos.


O álbum marca a despedida do (excelente) baterista Nicholas Barker.

Torture Squad – “Pandemonium” (2003)

Enquanto isso, os brasileiros do Torture Squad editavam um dos melhores trabalhos de sua carreira. Trata-se de “Pandemonium”, quarto álbum de inéditas lançado em 14 de outubro do referido ano.



Produzido por Heros Trench e Marcello Pompeu (Korzus), o disco apresenta 09 faixas inéditas, calcadas no Death/Thrash, distribuídas em aproximadamente 40 minutos de duração.

Dono de uma produção soberba, “Pandemonium” marca a estreia do guitarrista Maurício Nogueira (ex-Krisiun), substituindo Cristiano Fusco, o último membro original que deixou a banda em 2002.

Bem recebido por fãs e críticos, o disco é uma verdadeira locomotiva de riffs, solos estupendos e os vocais demoníacos de Vítor Rodrigues, indiscutivelmente uma das melhores vozes do Metal extremo brasileiro de todos os tempos.



Reprodução / Facebook / Torture Squad / “Pandemonium”

Como resultado, o sucesso do novo trabalho refletiu no excelente “Death, Chaos and Torture Alive”, disco gravado ao vivo na antiga Led Slay, em São Paulo. Na ocasião, o quarteto foi a banda de abertura dos alemães do Desaster. No mesmo ano (2004), o gigante Torture Squad abriria também o show da banda norueguesa de Symphonic Black Metal, Dimmu Borgir.

Vitor Rodrigues

Na ocasião, a banda ofereceu aos presentes uma de suas melhores apresentações, não devendo absolutamente nada aos anfitriões da noite, que certamente devem ter ficado perplexos com a destruição sonora e a monstruosidade nos vocais de Vítor Rodrigues.

Em um disco onde a missão de escolher uma faixa em especial é um verdadeiro pecado, destaco a trinca “Horror Torture”, “Towers on Fire” e “World of Misery”, além das estupendas “Pandemonium”, e “Requiem For The Headless Rider”, espetacular faixa instrumental e uma das mais belas músicas gravadas pela banda. Embora fique claro que estamos falando de um dos melhores registros de Death/Thrash, bem como um dos melhores discos do quarteto paulista.



  • *As faixas “Pandemonium” e “Horror and Torture” ganharam videoclipes.
  • *Além da versão em CD, “Death, Chaos and Torture Alive” também foi disponibilizado em versão DVD.

Aos amantes do bom e velho Thrash/Death Metal…VALE A PENA OUVIR DE NOVO.

Integrantes:

  • Vitor Rodrigues (vocal)
  • Maurício Nogueira (guitarra)
  • Castor (baixo)
  • Amilcar Christófaro (bateria)

Faixas:

  • 01.Intro (instrumental)
  • 02.Horror and Torture
  • 03.Towers on Fire
  • 04.World of Misery
  • 05.Leather Apron
  • 06.Out of Control
  • 07.Pandemonium
  • 08.Requiem for the Headless Rider (instrumental)
  • 09.The Curse of the Sleepy Hollow

Redigido por: Geovani “Keith Richards” Vieira

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