Mötley Crüe: “sobriedade não se trata apenas de eliminar substâncias, trata-se da capacidade de ser honesto consigo”, diz Nikki Sixx após 24 anos sóbrio

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O mundo do Rock e, principalmente, quando atrelado ao estrelato, pode ser tanto uma benção como uma maldição. Muitos músicos de renome sucumbiram aos prazeres concedidos por fazer parte do show business. Muitos caras talentosos não conseguiram ter uma vida longeva pois se entregaram completamente ao famoso e famigerado “viver o momento”.

É claro que mesmo com muitos rockstars tendo falecido ou simplesmente acabado com carreiras promissoras, houve aqueles que simplesmente olharam ao seu redor e resolveram que não terminariam desta maneira. São muitos os artistas que fizeram a difícil escolha da sobriedade para conseguir alcançar seus objetivos. Rob Halford, David Ellefson, Randy Blythe, Slash e muitos outros, são exemplos de músicos que resolveram não se entregar.

Hoje, o baixista Nikki Sixx, do Mötley Crüe, se pronunciou através de suas redes sociais. O músico celebrou 24 anos de sobriedade e fez uma reflexão sobre suas lutas particulares até chegar no momento atual. Veja o que ele disse:



“Hoje, dedico um momento para refletir sobre como a sobriedade e a disposição de confrontar meu passado transformaram completamente minha vida.

A sobriedade não se trata apenas de eliminar substâncias, trata-se da capacidade de ser honesto consigo mesmo e com as pessoas ao seu redor.

Ao longo dos últimos 24 anos de sobriedade, experimentei uma alegria profunda, mas não sem desafios significativos. Ao longo dessa jornada, aprendi a lidar com a adversidade com elegância e a ser verdadeiramente altruísta. Não estamos aqui apenas para nós mesmos; estamos aqui para servir aqueles que ainda estão em dificuldades.



Algumas pessoas, infelizmente, não conseguem ser honestas consigo mesmas — e, na maioria das vezes, falham e acabam magoando aqueles ao seu redor. A honestidade pode ser assustadora, mas também é libertadora.

Nunca me esquecerei de algo que um padrinho me disse após a morte de um colega dependente. Ele disse: ‘Algumas pessoas precisam morrer para ensinar o resto de nós a viver’. Isso partiu meu coração — e me lembrou o quão importante essa jornada realmente é.

Um amigo me deu recentemente um exemplar de ‘Meditações’, de Marco Aurélio. Uma citação que me marcou profundamente foi: ‘Pratique o que parece impossível’. Gostei disso. Aceito o desafio.”



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