O ex-vocalista do Exodus, Steve “Zetro” Souza, estará na América Latina em setembro para uma série de 10 shows em celebração do aniversário de 20 anos do disco do “Tempo Of The Damned” do Exodus. Zetro dará início à nova turnê no dia 4 setembro em San José, Costa Roca, enquanto o último show acontecerá em São Paulo, Brasil, no dia 14 de setembro. O repertório também incluirá canções de outras bandas das quais Zetro fez parte, como o Testament, na primeira encarnação da banda como The Legacy, além de Hatriot e AC/DC (da era Bon Scott).
A banda que acompanhará Zetro em sua passagem pela América do Sul, inclui os músicos Zakk Frye (Slikk Wikked) como guitarrista base/vocal de apoio, Kyle Smith (Slikk Wikked) como guitarrista solo, Andrew Dewar (Vicious Intent) como baterista e Donny “Death” Weissinger (Nasty Trast, Hate Grenade) como baixista.
No último episódio de sua série do YouTube Zetro’s Toxic Vault, Steve “Zetro” Souza, ao lado do amigo Walter Morgan, coapresentador do programa, Zetro comentou a respeito do seu retorno aos palcos:
“Concordei em ir para a América do Sul por mérito próprio, como Zetro , não como qualquer banda com a qual toquei antes. Tipo Ronnie James Dio ou Ozzy Osbourne. Para ser sincero, nunca me vi assim. Sempre me senti mais confortável em uma banda. Mas, conforme as coisas foram se desenrolando, isso meio que acabou se voltando a meu favor e me fez fazer isso. E estou feliz por ter feito isso, porque, na verdade, o feedback que estou recebendo é muito, muito positivo, e muitas pessoas na indústria que me conhecem, e que eu acho que não estavam necessariamente felizes com a forma como as coisas aconteceram no início deste ano [depois que Zetro foi demitido do EXODUS], estão realmente torcendo por mim, o que é muito bom.”
Discutindo sobre o repertório que irá tocar, ele disse:
“Eu não vou tocar nada do TENET. E eu não vou tocar nada do DUBLIN DEATH PATROL. Então vamos logo falar disso. O disco do TENET — se vocês amam o disco do TENET ‘Sovereign’ que saiu em 2009 — fomos eu, Jed Simon, Byron Stroud, Gene Hoglan e Glen Alvelais, não vamos tocar nenhuma dessas músicas, porque eu quero tocar o TENET de novo. Eu gostaria de fazer alguns shows com esses caras, então eu senti que eu realmente não queria explorar isso tocando essas músicas. Basicamente, o que eu vou tocar é o TESTAMENT, o material dos dias do LEGACY, porque, novamente, eu quero que vocês saibam — eu nunca toquei no TESTAMENT; eu só toquei no LEGACY. Eles se tornaram TESTAMENT depois que eu saí da banda. Eu sei que elas são músicas do TESTAMENT agora, mas eram músicas do LEGACY antes, músicas que eu compus e gravei. Então, me sinto muito confortável tocando-as. E, obviamente, tocarei músicas do EXODUS também. O que não tocarei do EXODUS — não tocarei nenhuma ‘Bonded By Blood’ e não tocarei nenhuma música da era do Rob Dukes.
Tenho tantas músicas no meu próprio catálogo e músicas que nunca foram tocadas ao vivo ou que já faz — o quê? — 35 anos desde que foram tocadas ou mais. Há músicas nesta lista que nunca toquei ao vivo antes. Então, pensei que, em vez de dar a vocês o mesmo show que já devem ter visto antes, estou tentando dar a vocês um show diferente, algo que, quando vierem ver minha banda tocar, ouvirão as músicas que não necessariamente ouvirão se forem ver o EXODUS — ou talvez até o TESTAMENT. Eu sei que o Chuck Billy toca algumas das músicas iniciais às vezes, como se ele fizesse um álbum inteiro e coisas assim, e então elas são tocadas, mas as músicas, obviamente, que eu escolhi, vocês nunca me ouviram cantá-las antes, exceto na demo do LEGACY. Então, vai ser muito divertido. E, novamente, músicas que eu nunca toquei, eu acho. Acho que tem algumas delas lá que são Uma surpresa absoluta é que acho que a banda nunca as tocou, e sei que não as tocamos na América do Sul. Então, se eu olhar para as músicas que vamos tocar, talvez tenha umas quatro que vocês já me ouviram cantar ao vivo. Não me lembro. Sei que temos viajado bastante para a América do Sul desde que voltei ao EXODUS em 2014, e já tocamos vários shows por lá. Mas, pensando bem, vou dizer que talvez sejam quatro músicas que vocês já devem ter ouvido. O resto vocês nunca me ouviram cantar antes.
Eu queria fazer isso de qualquer maneira. Tenho um catálogo enorme de músicas dos meus anos no EXODUS , e queria tocar algumas delas, algumas das músicas que a banda nunca tocou ou não toca mais. E são músicas boas e pesadas. E era algo que eu queria fazer.”