O funeral de Ozzy Osbourne acontecerá na próxima quarta feira, 30 de julho, de modo privado. Apesar dos detalhes ainda não terem sido revelados, a Câmara Municipal de Birmingham trabalhou durante todo o final de semana certamente em conjunto com a família Osbourne e demais parceiros, para organizar um evento público respeitoso onde os fãs poderão se despedir do músico pela última vez.
À partir das 13hr desta quarta, a procissão com o carro funerário e demais veículos que o acompanharão, passarão lentamente pela Broad Street e, inclusive, pela Black Sabbath Bridge. Dessa forma, o cortejo promete receber milhares de fãs e terá a banda de metais Bostin’ Brass trazendo momentos musicais homenageando o legado de Ozzy.
Os locais históricos
Ozzy Osbourne nasceu em Aston, um bairro de Birmingham, e sempre mencionou com orgulho suas origens. A Broad Street era um local que ele gostava em vida e, além disso, em 2007, o músico foi o primeiro homenageado com uma estrela na “Broad Street Walk Of Stars”, uma espécie de “calçada da fama” criada para reconhecer pessoas com fortes vínculos com Birmingham que alcançaram destaque em áreas como música, cinema, televisão, esporte e artes.
Já a Black Sabbath Bridge é uma ponte localizada em Birmingham, que presta homenagem aos grandes precursores do Heavy Metal. Ela celebra a profunda ligação entre o Black Sabbath e sua cidade natal. A ponte também simboliza o orgulho que a cidade sente por ter sido o berço do gênero e é parte de um esforço mais amplo para celebrar o legado musical da cidade.
No fim de semana passado, a ponte recebeu milhares de fãs de Ozzy e do Sabbath. Veja algumas fotos:


Em vida, Ozzy Osbourne chegou a declarar como ele gostaria que fosse o dia de seu funeral. Segundo o Madman em coluna de 2011 ao The Times Of London:
“Sinceramente, não me importo com o que tocarem no meu funeral; podem colocar um medley de Justin Bieber, Susan Boyle e ‘We Are The Diddymen’ se isso os deixar felizes. Mas quero ter certeza de que seja uma festa de celebração, não uma local de desânimo. Também gostaria de algumas pegadinhas: talvez o som de batidas dentro do caixão; ou um vídeo meu pedindo uma segunda opinião ao meu médico sobre o diagnóstico de ‘morte’. Não haverá remoinho de momentos ruins.”