Metallica: “os fãs são tão importantes quanto a música. Eles são tão importantes quanto nós. São a razão de estarmos aqui agora”, diz Lars Ulrich

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Em uma entrevista recente à Heavy Consequence, o baterista do Metallica, Lars Ulrich, falou sobre o novo documentário “Metallica Saved My Life”, que estreará no dia 11 de julho, no Tribeca em Nova York, no BMCC Tribeca Performing Arts Center. O documentário é dirigido pelo cineasta Jonas Åkerlund. Segundo Lars, os fãs tem tanta importância quanto a música e quanto à própria banda, então é hora de deixar os fãs brilharem:

“Bem, acho que há tantas histórias incríveis para serem contadas. Há tanta diversidade. E acho que provavelmente a melhor coisa sobre nossos fãs e todas as pessoas que se interessam, se inspiram e se envolvem com nossa música é o quão diferentes eles são. E então, se estivéssemos aqui, digamos, 40 anos atrás, seria muito mais fácil definir quem eles são. Mas hoje, 44 anos depois, é quase impossível definir. Então, eu sempre digo: se você tem 10 pessoas, você tem 10 histórias diferentes. Você tem cem pessoas, você tem cem histórias diferentes. E apenas tentando compartilhar algumas dessas histórias e dar uma espiadinha nas vidas e seus pontos de vista, sua diversidade, o que eles passam para fazer parte de tudo isso. E é ótimo para nós desviarmos os holofotes de nós mesmos e colocá-los nos fãs e termos a chance para ouvir suas histórias. E essa tem sido a melhor parte dos últimos três anos neste projeto.

Os fãs são tão importantes quanto a música. Eles são tão importantes quanto nós. Eles estão ligados a tudo o que fazemos e são a razão de estarmos aqui agora. Eles são a razão de estarmos em turnê. Eles significam muito para nós e vice-versa. Então é incrível ver as histórias deles e ouvir o que eles têm a dizer. E é algo muito internacional e profundo.”



Lars Ulrich disse que se identifica especialmente com a história de um dos fãs que é contada no documentário:

“Bem, como filho único, a razão pela qual eu queria estar em uma banda era pertencer a algo maior do que eu mesmo, pertencer a um coletivo, a um grupo, a uma gangue, como você quiser expressar, e cada um dos fãs que tem sua versão disso são aqueles com quem eu realmente me identifico. Há uma garota, uma chilena, no filme, chamada Camilla, com cuja história eu me identifico. Há os vikings noruegueses, eu, como escandinavo, com quem me identifico. Há muitos deles. Eu encontro uma conexão com praticamente todos eles. E eu acho que, no fim das contas, o que tentamos fazer no METALLICA é quebrar essa barricada que separa a banda dos fãs e tentar torná-la inclusiva e nos colocar todos em um pedestal igual. E sinto uma afinidade com todos que têm o mesmo objetivo em mente.”



Assista na íntegra:

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