Megadeth: Steve DiGiorgio e David Ellefson tiveram uma conversa franca em particular após a demissão do baixista

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Steve DiGiorgio, baixista do Testament, contou como foi assumir o posto do baixista original do Megadeth, David Ellefson, no álbum “The Sick, The Dying… And The Dead!”, regravando as partes de baixo depois que Dave Mustaine demitiu Ellefson devido a um escândalo envolvendo o baixista e uma jovem de 19 anos, que trocavam mensagens de cunho sexual e vídeos explícitos online.

DiGiorgio revelou que após a demissão de Ellefon, eles tiveram uma conversa em particular durante uma turnê europeia do Testament ao lado Voivod, e que tinha o Dieth como banda abertura. Dieth é uma banda formada por David Ellefson após sua demissão do Megadeth. Durante uma nova entrevista ao podcast Scars and Guitars, Steve DeGiorgio comentou:

“Sim, consegui. Finalmente consegui falar com ele pessoalmente. A banda dele, Dieth… Estávamos em turnê pela Europa — Testament e Voivod estavam em turnê pela Europa, e pegamos o Dieth, do Ellefson, para alguns shows de abertura.



E alguns dos testes de som já tinham terminado e as pessoas estavam saindo para almoçar ou algo assim, e o local estava bem silencioso. E eu disse: ‘Dave, entra aqui, cara’. Fechei a porta. E disse: ‘Tudo bem. Me diz, o que você acha? Estou aqui. E aí?’”

Steve DiGiorgio prosseguiu contando como Ellefson encarou o episódio do escândalo que causou demissão do Megadeth, o que o deixou admirado pela forma com que o ex-Megadeth lidou com a situação. DiGiorgio estava preparado, inclusive, para uma reação negativa de Ellefson sobre ele regravar suas partes de baixo no então novo álbum do Megadeth, mas o que aconteceu foi justamente o contrário:



“E eu pude ver como ele superou todo aquele — como você chamaria? — escândalo e como ele superou isso como um campeão e como ele encarou sua saída da banda daquele jeito, porque a maneira como ele me contou como via tudo aquilo acontecendo, ele estava com um sorriso no rosto e não me deixou nem um pouco chateado. E ele é um cara muito solidário, superpositivo. Eu estava pronto para qualquer coisa, e tivemos uma conversa incrível.”

A entrevista completa está disponível logo abaixo:

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