“Clonem-me, seus bastardos”, diz Ozzy ao vender latas contendo seu DNA

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Pode parecer um daqueles filmes de ficção científica, mas é a mais pura realidade. O ícone da música pesada, Ozzy Osbourne, bebeu algumas latas de chá gelado da marca Liquid Death, que por sua vez está vendendo cada uma delas por U$450 dólares.

As latas foram lacradas para preservar o DNA do Madman e só existem dez unidades para venda. Segundo a campanha de marketing da empresa, a ideia é a seguinte: assim que as leis federais e a tecnologia permitirem, quem possuir uma dessas latas poderá clonar Ozzy Osbourne.

A parceria entre músico e marca tem cerca de um ano e, provavelmente, irão explorar a imagem de Ozzy de uma forma bem divertida. Osbourne disse em uma declaração:



“Clonem-me, seus bastardos.”

A Liquid Death é uma das marcas de bebidas não alcoólicas que mais cresce no mercado. Inegavelmente, ela ficou conhecida por usar humor e entretenimento para promover saúde e sustentabilidade de forma irreverente. Suas bebidas, que incluem água da montanha, água com gás saborizada e chá gelado, ganham embalagens em latas 100% recicláveis, como parte do movimento #DeathToPlastic.



Além de destinar parte de sua renda para combater a poluição plástica, a marca tem expandido sua presença no entretenimento, tornando-se patrocinadora da NASCAR, firmando parcerias com espaços icônicos como o Madison Square Garden, o Radio City Music Hall e o Sphere em Las Vegas. Em 2024, lançou seu primeiro anúncio no Super Bowl e se tornou a parceira oficial de chá gelado do Philadelphia Eagles.

Veja o comercial:

Brincadeiras à parte, Ozzy foi realmente estudado!

Apesar da campanha em tom de brincadeira, em 2010, Ozzy Osbourne teve de fato seu DNA sequenciado por uma empresa de genômica chamada Knome. Em parceria com pesquisadores, o intuito era entender como ele sobreviveu a décadas de abuso extremo de drogas e álcool. O próprio Ozzy brincou na época que queria saber por que ainda estava vivo.

Durante o estudo, os cientistas descobriram algumas variações genéticas raras, incluindo mutações em genes associados ao metabolismo de álcool, cafeína e outras substâncias, o que poderia explicar sua resistência surpreendente.



Além disso, os pesquisadores encontraram vestígios genéticos que ligavam Ozzy a ancestrais neandertais, uma curiosidade que chamou atenção na época. Embora o estudo não tenha sido publicado em uma revista científica formal, ele gerou muita repercussão na mídia e destacou como a genética pode, em alguns casos, influenciar a forma como certos indivíduos reagem a substâncias e sobrevivem a condições extremas.

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