Marilyn Manson “é uma inspiração para as pessoas”, segundo o baixista Piggy D

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O baixista do Marilyn Manson, Matt Montgomery, mais conhecido como “Piggy D.” (ex-Rob Zombie), contou como se deu a sua entrada na banda do polêmico/excêntrico cantor. Em uma nova entrevista concedida a Mike Z, da KCAL-FM 96.7, Piggy D. foi questionado sobre como conseguiu o posto de baixista de Manson:

“Indicação. É uma comunidade muito, muito pequena. O timing deu certo. As coisas são para ser. Acho que é o universo funcionando como deveria.

Tem sido muito legal participar dessa jornada de renascimento. E a banda é incrível, nos divertimos muito e os shows têm sido incríveis. E, sim, não posso dizer nem me sentir melhor sobre isso.”



Segundo Piggy D., Manson é uma inpiração, e é realmente ótimo trabalhar com ele, principalmente agora que o cantor está sóbrio:

“Sim, ele é incrível. O foco dele é aguçado e ele é uma inspiração para as pessoas; ele realmente é. E tenho orgulho de estar ao lado dele, porque acho que ele representa o difícil. E como alguém que entrou e saiu da sobriedade ao longo dos anos, é incrível ver alguém mudar de vida. É sempre uma história incrível. Não importa quem seja. É sempre uma história incrível. O milagre nunca me escapa. Você coloca um microfone na frente dele, você pode fazer algo de bom. E é legal.”



Sobre a entrada da nova guitarrista Reba Meyers (Code Orange), ele disse:

“É ótimo ter vocais femininos. É muito legal. E ela adiciona muita cor e textura às músicas. Sim, ela é incrível. Ela é uma alegria.”



Questionado se o repertório de Manson “se escreve sozinho” atualmente, ele disse:

“Eu não diria que se escreve sozinho. Há um novo disco lançado, ‘One Assassination Under God – Chapter 1’, e o cover de Manson do clássico de Phil Collins ‘In The Air Tonight’ acabou de sair. Então, há uma agenda, obviamente, porque há uma vontade de tocar esse novo material, mas também há músicas que você provavelmente deveria tocar. E então houve algumas reviravoltas interessantes. Na última turnê, fizemos ‘Long Hard Road Out Of Hell’, que foi uma boa adição. Então é legal. É legal. Há uma riqueza de material para usar, se você quiser ficar estranho e fazer coisas estranhas. Ele sabe o que está fazendo. E pessoalmente, o que eu amo? Eu amo as coisas difíceis. Mas isso é só porque me faz pensar que é 1996 de novo, o que foi uma época boa — nostálgica por diferentes motivos. Mas eu gosto de tudo, honestamente. É tudo muito musical e divertido de tocar, e me sinto honrado em poder tocá-lo.”



Resenha: Marilyn Manson – “One Assassination Under God – Chapter 1” (2024).

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