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Clássicos: Black Sabbath – “Sabbath, Bloody Sabbath” (1973)

No ano de 1973, o Black Sabbath lançou seu quinto e clássico álbum de estúdio, “Sabbath, Bloody Sabbath”.

   

Ademais, é sempre bom ressaltar que, basta um trecho de música para lembrar de um disco inteiro.

Dessa maneira, acompanhe o trecho e desfrute do desfecho:

“You’ve seen life through distorted eyes
You know you had to learn
The execution of your mind
You really had to turn
The race is run, the book is read
The end begins to show
The truth is out, the lies are old
But you don’t want to know”

Propositalmente, esta resenha foi iniciada com um trecho desta que é uma das maiores e melhores músicas da história do Rock/Metal e também do próprio Black Sabbath.

Em síntese, é simplesmente a faixa que carrega toda a honra de nomear o quinto álbum da banda que revelou Ozzy Osbourne, Tony Iommi, Geezer Butler e Bill Ward ao mundo.

É claro que você cantarolou o trecho de “Sabbath, Bloody Sabbath”, assim como o dono do nanquim virtual também o fez.

Essa é a magia do Rock ‘n’ Roll, pois basta um detalhe para sua mente sair da zona de conforto e buscar por diversão.

Black Sabbath, 1973, “Sabbath, Bloody Sabbath” Era/Reprodução

Mergulhando mar adentro do artefato sonoro

Tido como um dos grandes álbuns da era Ozzy no Black Sabbath, o artefato giratório com uma das capas mais icônicas, cortesia do artista Drew Struzan (Alice Cooper, “Welcome to My Nightmare”, álbum de 1975). Aliás, servindo de modelo até os dias atuais, ainda causa estardalhaço dentro dos lares e bares dos mais variados lugares do mundo.

Embora os bastidores mostrassem um lado bastante conturbado da banda, o resultado final trouxe uma soma de forças para o quarteto de Birmingham seguir em frente. Olhando para textos escritos e entrevistas regadas a muita informação, traz sempre a impressão de Inglaterra e Estados Unidos serem países vizinhos, por exemplo.

Assim sendo, dito isso por conta da ideia inicial da banda em gravar no país dos yankees, mas que por problemas incessantes com drogas e a consequente falta de inspiração, fizeram com que retornassem à sua terra pátria.

De uma casa alugada em Bel Air, EUA, alugaram o famoso Castelo de Cleanwell, localizado na floresta britânica de Dean. Se formos observar as prováveis e possíveis influências do local escolhido para iniciar a sessão de ensaios e consequente gravação do álbum, em outras palavras, veremos que possui muito da climatização e do romantismo sombrio ligado ao castelo por conta da história que o monumental imóvel carrega consigo.

A quinta joia da instituição inglesa foi constituída e lapidada no Morgan Studios em Londres. Foi lançado no dia 1 de dezembro via Vertigo Records.

Voltando no tempo…

   

Decerto, foi uma carreira que começou em 1969, quando uma banda local de Blues de Birmingham, Inglaterra, chamada Earth, mudou seu nome para Black Sabbath.

Em princípio, estavam lá representando o que viria a ser chamado de Heavy Metal:

Ozzy Osbourne nos vocais infernais e harmonias contagiantes;

Tony Iommi e sua guitarra densa, flamejante e com identidade própria;

Geezer Butler com seu contrabaixo pulsante e cavalar;

Bill Ward, o profeta das baquetas inquietas e professor da arte percussiva para muitos bateristas que se inspirariam em seus trabalhos até os tempos atuais.

O quarteto iniciou sua trajetória com dois grandes clássicos por conseqüência. Por fim, o debut autointitulado, é tido por muitos como o primeiro álbum de Heavy Metal da história em meio a controvérsias.

Em seguida, veio a bomba H chamada “Paranoid”, disco de 1970 que atraiu a atenção internacional. Inegavelmente, destacando o grande sucesso de mesmo nome, aquele que foi gravado em poucos minutos para fechar a bateria de gravações e completar o set list do disco.

O segmento da explosão de sucessos se deu com “Master Of Reality” (1971) e “Black Sabbath Volume IV” (1972). A partir de então, o todo poderoso Black Sabbath ganhou uma reputação mundial, lotando estádios em ambos os lados do Atlântico e ao redor do mundo.

Photo Brian Duffy, 1973

O conteúdo é realmente condizente com o sucesso?

Inspirando-se em uma ampla variedade de fontes, incluindo magia, misticismo e ocultismo, a abordagem dramática e original do Black Sabbath à música moderna está em exibição deslumbrante com “Sabbath, Bloody Sabbath”.

   

Contos do céu, do inferno e dos reinos misteriosos entre eles fazem com que o conjunto de oito hinos malevolentes do álbum alcance patamares cada vez maiores e mais distantes. “Sabbath, Bloody Sabbath” é um dos grandes discos que sobreviveram à mão pesada do tempo, sendo uma das obras mais atraentes e envolventes desta banda lendária.

Hora de testar os números conquistados de acordo com o material lendário

O disco abre caminho com uma de suas faixas principais e com Ozzy Osbourne esbanjando habilidade em suas linhas de voz mais frenéticas, somadas às harmonias que o Madman insere na canção. Estamos falando daquela que foi a primeira música gravada para este álbum e que tirou Tony Iommi da crise por conta da falta de inspiração para compor novos riffs e novas músicas.

“Sabbath, Bloody Sabbath” possui um dos melhores riffs já construídos e concebidos pelo Riffmaster, além de todas as variações sonoras certeiras que se tinha direito.

“Sabbath, Bloody Sabbath” representa toda a estrutura sonora que a banda vinha carregando ao longo dos anos e espalhando a sua arte para o grande público. Contando com camadas, climatizações e emendas certeiras quanto aos acordes, não haveria como esta canção não se tornar um marco glorioso na história da banda e do Metal como um todo.

O tema te coloca em um ponto real em que as pessoas que te incapacitaram, você quer que as mesmas tornem ao pó imediatamente, pois afinal, os portões da vida se fecharam para você e simplesmente não há retorno para que a situação seja revogada. Você é bombardeado com mentiras e te convencem de que você está sozinho nessa. Assim é mais fácil de dominar alguém e assim o fazem.

Aqui vemos a magia acontecendo

“Sabbra Cadabra” é outro grande hit dos ingleses, mas antes temos as passagens marcantes de “A National Acrobat”, estrondosa desde a primeira audição, e a fofinha “Fluff”, artigo de luxo para essa super obra do grande Sabbath. A segunda canção tem seu início marcado por compassos tradicionais e cadenciados de acordo com a concepção sonora do Black Sabbath. Ozzy Osbourne utiliza dobras vocálicas e se apoia em seus leves drives ao tornar os versos mais fortes e devastadores. Tony Iommi transforma sua guitarra em um esquadrão de um instrumentista só ao liberar um arsenal de riffs que grudam no espírito do indivíduo.

Geezer Butler e Bill Ward equilibram a embarcação com suas passagem de baixo e bateria marcantes, principalmente quando a parte seguinte se apresenta mais ousada e agressiva. Solos condizentes com o assunto fervilham a obra e nada como um dedilhado feroz, acompanhado pelos outros componentes para finalizar a canção. A poesia revela que é bom você sempre lembrar que o amor é a vida e o ódio é a morte em vida. O importante é poder tratar sua vida pelo que vale a pena e viver cada respiração.

O lado “fofo” do obscuro

A faixa “fofinha” do disco entra em cena e entrega linhas de violões formidáveis juntamente com belas melodias tiradas do piano e do hapsicord (conhecido como cravo, que faz parte da família europeia de instrumentos de tecla). Ambos são tocados por Iommi.

Toda a climatização unindo e misturando as sensações entre céu e inferno ocorrem durante toda a passagem instrumental. Anos mais tarde, esse tema viria a ser um fator inspirador para os panos de fundo de várias bandas de Black Metal e Doom Metal.

Photo by Brigitte “Bibi” Lehmann

A partir daqui, já temos a certeza do sucesso

Agora sim, adentramos no terreno fértil de “Sabbra Cadabra”, outra joia brilhante dos cavaleiros anglicanos e mantém o predomínio metálico no certame tradicional. Agressiva, pesada, contagiante e vibrante, a canção apresenta um nível tão alto que enobrece ainda mais as outras faixas.

Ozzy adiciona efeitos aos seus vocais sem que soe estranho, adicionando um ar alucinante e fantasmagórico às suas estrofes. Iommi mistura seus riffs ultra densos aos acordes menores e abertos, trazendo um ritmo intrigante e positivamente voltado para o sagrado Rock ‘n’ Roll.

   

Aqui, encontramos uma figura oculta

Junto a isso temos a inserção do piano tocado com maestria pelo guitarrista e deixando o som mais encorpado e com cara de cassino junto aos arranjos de teclados tocados pelo convidado de pseudônimo Spocky Wall. Role os dados, por favor.

Ward realiza um breve e competente solo de bateria ao término da canção, porém em toda a jornada esbanja sua técnica e disposição para executar com maestria suas linhas percussivas. Geezer é o mágico que quase faz seu contrabaixo falar dentro da música e amplia o marcador em favor das linhas do próprio baixo e também da guitarra.

É tão bom ter alguém que te conforta mesmo se for somente por lembrança, preenchendo o vazio e injetando mais ânimo para viver.

Se um dia os seres de hoje se tornarem cadáveres de areia logo adiante, nesse meio tempo que representa sua estadia, é bom prolongar e aproveitar cada momento de maneira prazerosa satisfatória, não se deixando cair nas tentações das ilusões de uma possível (ou improvável) amada, assim diz tal versículo deste nobre manuscrito.

A sequência sugere mais empatia com o lado infernal da boa “múzga” e “Killing Yourself To Live” está presente para alegria da humanidade e dos seres submundanos também.

Semelhança ou herança?

Se você prestar bem atenção ao riff inicial e principal, notará certa semelhança com “Wishing Well”, canção pertencente ao também magnífico álbum “Heaven And Hell” de 1980, o primeiro a contar com Ronnie James Dio nos vocais.

Não é tão simples de notar isso por conta da diferença de tempo de ambas, pois a canção que seria lançada na virada da década seguinte carrega um ritmo mais frenético que sua irmã mais velha. Isso também serve para contradizer o dito que os discos sem a presença de Ozzy não são Black Sabbath. Muito pelo contrário. É Black Sabbath em sua essência, pois lá está a figura magnânima de Tony Iommi.

Ozzy e Iommi utilizam sintetizadores em momentos específicos da canção, o que tornam os momentos dos refrãos ainda mais intensos e pegajosos no melhor dos sentidos.

Os solos “bluesísticos” de Tony formam a cobertura especial para a trama toda bem articulada e concebida com o aval de Bill e Geezer, que por tradição, organizam de forma esplêndida e explosiva todo o alicerce da música. “Estou dizendo a você / Acredite em mim / Ninguém mais vai te dizer / Abra seus olhos / E veja as mentiras, oh sim” – Basta dar uma olhada ao seu redor e o que você vê é somente dor, sofrimento e miséria.

   

Você se mata de trabalhar e ninguém te valoriza. Passará a vida inteira pagando uma conta interminável e acha que quem tenta te acordar para a vida é que é louco. Um tema completamente atual e que mostra o quanto a humanidade involuiu nas últimas décadas. Ou seja, pouco importa a sua conduta desde que resulte em likes através de click baits imbecis.

“Quem é você na fila do som?” – em relação ao nome da próxima canção

A diferente e impactante “Who Are You” surge pra incrementar mais o lado progressivo e psicodélico da coisa. Completamente inspiradora para o ótimo e subestimado “Technical Ecstasy” de 1976, a canção oferece uma viagem para qualquer planeta que estiver interessado em visitar.

A música é enriquecida pelo urânio sonoro dos sintetizadores de Ozzy, também através do piano de Iommi, dos teclados de Spocky Wall, novamente presentes, e pelo mellotron de Geezer. Ward complementa a jornada em que tudo parece fora de compasso, mas que serve para destacar o que virá a seguir.

Essa talvez seja a canção com a letra mais direta, envolvendo o clima que a banda passou durante o set de gravações no Castelo de Dean, junto às masmorras com suas lendas e fatos históricos horripilantes oriundos daquele lugar.

Uma conversa com os antigos patronos do castelo ou um simples delírio após uma bebedeira no ensaio?

“Só tenho mais uma pergunta / Antes que meu tempo acabe (seria o tempo de aluguel do castelo?) / Por favor, eu imploro que você me diga / Em nome do inferno (dessa vez não foi em nome do senhor dos céus) / Quem é você” – sim, haveria interrogação ao término da questão. Porém, como se trata de uma letra de música, não é muito usual a simbologia gramatical, já que não há a intenção de tornar a letra uma poesia ou capítulo de algum livro.

Se observar a letra completa, poderá ter outras noções sobre o alvo, alguém que, por ser mais velho, achava que poderia controlar os mais novos, ou até mesmo alguém que viveu naquele castelo e supostamente assombrou a banda durante os ensaios. O bom é que o desfecho final funcionou muito bem para a ambientação e composição das novas músicas à época.

Photo Credit: Mike Pujol

“Looking For Today” é outra canção excepcional que ao longo do percurso abrirá terreno para a apoteose com “Spiral Architect”.

Caminhando para a apoteose da obra

O penúltimo giro no ponteiro do relógio musical oferece ao honorável público um misto de Blues Rock, Rock ‘n’ Roll e Heavy Metal na medida que somente os pais da “criança” sabem muito bem fazer. O “jogo” de caixa de Bill Ward ajuda a tornar a marcação feita com as palmas das mãos ainda mais atrativa.

É para aplaudir de pé com toda certeza e vibrar com mais solos do mestre Iommi, além da adição de flautas, e tudo isso junto aos seus parceiros de banda, que comandam a festa até que a canção vai diminuindo seu volume ao melhor estilo rádio.

Na voz de Ozzy Osbourne, aprendemos que se procurarmos muito pelo hoje, amanhã poderá nos entregar uma correspondência desagradável. A estrela de domingo é a cicatriz de segunda-feira. Tudo está completo, mas é obsoleto. Você busca se atualizar e está sempre atrasado. Isso fere seu orgulho e a culpa sempre será sua. Ou abre os olhos para o horizonte, ou estará certo somente durante a noite.

O dedilhado inicial de “Spiral Architect” funciona perfeitamente para esta ocasião, ou seja, o fechamento das cortinas após mais uma grande peça apresentada nesse palco circular chamado Long Play, mais conhecido como LP.

   

Nessa apoteótica faixa temos a presença de belas orquestrações, que por vezes se assemelham a algo que está prestes a começar na TV ou o início de algum filme no cinema, ou até mesmo a trilha de alguma peça teatral.

Mais um detalhe inspirador para a sequência da jornada

Essa parafernália resulta em um rodapé de álbum sensacional e que serviria de inspiração para os álbuns subsequentes, principalmente o conturbado/premiado “Never Say Die” (1978). O ritmo inicial te chama para frente do palco, colocando Ozzy em primeiro plano para despejar sua voz e cantar a plenos pulmões, e a seu modo.

Sua habilidade quanto a formular melodias em suas frases, acrescenta bastante ao cenário e seus efeitos de voz duplicada e fantasmagórica tornam a canção mais densa, sendo ao mesmo tempo divertida.

Após o final temos ainda uma breve levada de Bill Ward, sempre acompanhado por Geezer Butler em meio a um som gravado com palmas, simulando o fim da peça, o agradecimento perante à plateia e o fechamento das cortinas. Enquanto os ditos filhos de Deus vendem o seu tempo pela paz de espírito numa sedução fictícia, você tenta ver através de si próprio como o mundo pode ser bom, embora até a tristeza em forma de nuvens negras possa matar o super-homem.

Seria Deus esse super-homem ou a versão da DC Comics? O fato é que te oferecem um mundo de um jeito comum e específico, mas dentro de si pode ser observado um cenário ainda melhor e sem depender de vigários se passando por religiosos. Valorize as memórias boas que te trazem calor e conforto sem te tirar do plano real, dizem os versos “sabáticos”.

1973 Sabbath Bloody Sabbath – Black Sabbath (L.P U.K WWA Records WWA 005)

Considerações e informações adicionais:

Sabemos que o glorioso Black Sabbath possui o certificado de criador do que conhecemos por Heavy Metal. A banda é detentora da criação do Doom e do Stoner Metal de forma direta e por trazer o ocultismo para dentro do Blues Rock. Sendo que, primeiramente, todo esse aparato musical se tornaria o sagrado e imponente Heavy Metal.

O álbum foi aclamado pela crítica com o propósito de igualar a estatura de longa data do grupo como os principais desenvolvedores e praticantes de Heavy Metal.

Com toda a certeza, as clássicas canções que pudemos conferir como “Killing Yourself To Live”, “Looking For Today” e a faixa-título combinam o impulso musical propulsivo do grupo com uma abordagem lírica multifacetada que é, por sua vez, sutil e dominante. Além disso, “Sabbath, Bloody Sabbath” foi produzido, escrito e executado pela banda. É e sempre será um dos pontos altos na longa e histórica carreira dessa instituição chamada Black Sabbath, acima de tudo.

Antes de mais nada, o álbum ainda contou com Mike Butcher na engenharia, Mark Foster na coordenação e Patrick Meehan na direção.

O Black Sabbath alçou voos altos com “Sabbath, Bloody Sabbath”

Pela Billboard 200, o álbum conquistou números expressivos:

Figurou em 4º lugar nas paradas britânicas;

Bem como o 11º lugar nas ultra concorridas paradas norte-americanas;

Por fim, alcançou o 6º lugar na Noruega.

Completamente condizente com o que viria anos mais tarde através do Black Metal local. O álbum conquistou disco de ouro no Reino Unido e Canadá, e disco de platina nos EUA.

Como resultado, tal sucesso pode ser conferido junto à turnê que iniciou no ano de 1974, culminando em uma histórica apresentação no California Jam. O evento contou com grandes nomes do calibre de Earth, Wind & Fire, Deep Purple, Eagles e Emerson, Lake & Palmer.

Ozzy Osbourne (Black Sabbath), 1973/Reprudução

Curiosidades:

O músico Spocky Wall, convidado para acrescentar linhas de teclado nas faixas “Sabbra Cadabra” e “Who Are You”, é o tecladista do Yes, Rick Wakeman. O músico utilizou tal pseudônimo por conta de direitos de imagem, já que é ligado a outra gravadora.

Com esse apelido ele pode participar das músicas sem maiores problemas. Uma pena que sua imagem ficou oculta no disco, mas os teclados adicionados às canções citadas, contribuíram positivamente para um poderio ainda maior das mesmas.

Ao montar o logo com o nome do disco, percebe-se que não há vírgula após o primeiro Sabbath. Porém, ao retratar o álbum, o mesmo é escrito com a vírgula.

Isso faz alguma diferença? Na capa não, mas na escrita faz sim, embora ninguém ligue muito para isso.

Seja com ou sem vírgula, o quinto álbum da fase Ozzy é esplêndido, estupendo, excepcional e histórico para o Metal ao redor do globo terrestre.

“Everything around you
What’s it coming to
God knows as your dognose
Bog blasts all of you
Sabbath, bloody sabbath
Nothing more to do
Living just for dying
Dying just for you”

Nota: 10,0

Integrantes:

  • Ozzy Osbourne (vocal)
  • Tony Iommi (guitarra)
  • Geezer Butler (baixo)
  • Bill Ward (bateria)

Faixas:

1. Sabbath, Bloody Sabbath
2. A National Acrobat
3. Fluff
4. Sabbra Cadabra
5. Killing Yourself To Live
6. Who Are You
7. Looking For Today
8. Spiral Architect

Redigido por Stephan Giuliano

Confira também as resenhas de outros grandes discos do bom, velho e eterno Black Sabbath:

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