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Produtores: Episódio 4 – Scott Burns

Nosso quarto capítulo homenageará o produtor Scott Burns (Death, Malevolent Creation, Obituary, Cannibal Corpse, Sepultura, entre outros).

   
Scott Burns / Reprodução / Acervo
  • Nome: Scott Burns
  • Codinome: Scott “No More Quotes In Between My Name” Burns, Scott “Cryptomaniac” Burns, Scott “Blood Thirsty” Burns
  • Data de Nascimento: Não informado
  • Local: EUA
  • Estilo Principal: Death Metal
  • Ano de Atividade: 1989 a 1996
  • Principais bandas/artistas produzidos por ele: Atheist, Cancer, Cannibal Corpse, Death, Deicide, Malevolent Creation, Obituary, Sepultura, Suffocation

Breve descrição e comparativos com outro produtor

Em nosso quarto capítulo, falaremos do lendário Scott Burns, que foi um verdadeiro ícone da produção de discos voltados para a música extrema. Afinal, seu nome ficou marcado graças aos discos de Death Metal que ele produziu. Além disso, Scott não se limitou a apenas produzir álbuns de bandas norte-americanas, como também percorreu outras localidades, incluindo o Brasil.

Scott Burns também trabalhou nas áreas de mixagem, masterização e engenharia de álbuns, porém seu nome aparece com muito mais força através das obras que o mesmo produziu. Certamente, grandes clássicos surgiram graças ao seu método de trabalho, sempre se preocupando com toda a estrutura sonora e sem deixar nada em segundo plano.

Entretanto, temos outro produtor em comum com Scott Burns e que não é sequer parente de algum grau dele. É com toda a certeza que estamos falando de Randy Burns, produtor também renomado e que produziu obras do calibre de “Extreme Aggression” (1989) e “Coma of Souls” (1990), ambos clássicos do Kreator, além de nada mais nada menos que “Seven Churches” (1985), álbum inaugural do Possessed e um dos pontapés definitivos do Death Metal. Outros álbuns que os headbangers cultuam e que ele esteve á frente, foram: “Dakness Descends” (1987), do Dark Angel, “Scream Bloody Gore” (1987), debut do Death, e “Peace Sells… but Who’s Buying?”, super clássico do Megadeth, só para ilustrar.

Ambos os produtores, que nem sequer são primos, mesmo com os sobrenomes em destaque, se consagraram junto ao Death e ao Thrash Metal em grande parte dos seus respectivos trabalhos. Contudo, Randy e Scott também participaram de discos de outros subgêneros, hora como engenheiros de som, hora como profissionais de mixagem e masterização dos álbuns.

Malevolent Creation com o lendário Scott Burns

A trajetória de Scott Burns de acordo com os maiores álbuns que produziu

De acordo com a tabela de discos históricos que Scott produziu, temos uma linha muito tênue entre o surgimento e explosão do Death Metal, juntamente de outra fonte que guiava o Metal para outros patamares: o Thrash Metal.

Enquanto a cena de Tampa, na Flórida, incendiava suas alamedas através da sonoridade até então nova que vinha surgindo, Scott Burns foi se especializando na arte de produzir esse tipo de material. O produtor foi ficando cada vez mais requisitado pelas bandas locais e também por bandas estrangeiras. Quem nunca ouviu falar no famoso Morrisound Studios provavelmente deitou com a cabeça enfiada na terra e nunca mais saiu de lá.

O Morrisound Studios era o castelo mágico das bandas de Death e Thrash Metal, incluindo alguns outros subgêneros como o Grindcore e o Prog, mas em menor escala.

Agora, vamos conferir as bandas e seus álbuns icônicos que passaram pela produção de Scott Burns.

Sepultura (de 1989 a 1991)

De forma imediata, vamos começar com um dos grandes ícones do metal brasileiro. Por ordem de lançamentos, a ordem com os discos mais relevantes ou em maior quantidade de uma mesma banda ficou assim. Decerto, o Sepultura realmente explodiu graças aos seus maiores ápices dentro do Metal ao redor do mundo. “Beneath the Remains” (1989) sucedeu o ótimo “Schizophrenia” (1987), que já contava com Andreas Kisser na vaga do também guitarrista Jairo “Tormentor” Guedz. Além disso, o nome de Scott Burns já figurava no álbum, mas tendo feito somente a mixagem do disco no lendário Morrisound Studios, Tampa, Flórida.

Sepultura – “Beneath the Remains” (1989) / “Arise” (1991)

Portanto, o início da jornada do Sepultura com o produtor Scott Burns se deu a partir de 1989 com o lançamento do terceiro full length da banda de Thrash Metal, pelo menos durante a fase áurea para os fãs mais ortodoxos. Até mesmo o dono do nanquim virtual concorda que “Beneath” e “Arise” fazem parte da melhor fase do Sepultura de todos os tempos. Em suma, não deixa de ser apenas a opinião do redator.

   

Após o brilhante feito com “Beneath the Remains”, sendo lançado em 1989, Scott tratou de trabalhar junto ao álbum seguinte. Obviamente que nada aconteceu da noite para o dia, pois as datas de lançamento de cada álbum entrega um espaço em que Scott pode trabalhar com diversas outras bandas e discos. “Arise” veio em 1991 e causou outro estardalhaço, ampliando os horizontes mercadológicos para Max, Andreas, Iggor e Paulo. Scott Burns colocou suas ideias e sua técnica monstruosa quando o assunto é produzir discos de metal pesado. Thrash e Death Metal, especificamente.

Obituary (de 1989 a 1994)

O Obituary veio logo na sequência e frequentou por mais tempo o estúdio de Scott do que o Sepultura. Scott tratou de produzir os primeiros álbuns do Obituary, um a um. Em primeiro lugar tivemos o debut “Slowly We Rot” (1989), depois foi a vez do incrível “Cause of Death” (1990). Vale relembrar o fato de que a capa icônica desse álbum quase foi parar nas mãos do Sepultura. No fim das contas, cada um ficou muito bem resolvido com a sua e cada capa combina de fato com cada álbum.

Obituary – “Slowly We Rot” (1989) / “Cause of Death” (1990)

“The End Complete” (1992) e “World Demise” (1994) foram os lançamentos seguintes da banda dos irmãos John e Donald Tardy. Por fim, o produtor lendário voltou junto com os caras, que estavam longe dos palcos desde 1998, assim retornando às atividades em 2003. Por fim, dois anos mais tarde, o Obituary contou com os serviços de Scott “Blood Thirsty” Burns, porém ele atuou como produtor executivo. Afinal, ele encerraria sua carreira como produtor musical em meados de 1996. O álbum de retorno em questão é o “Frozen in Time”.

Além da produção, a primeira trinca de ases do Obituary recebeu os tratamentos de engenharia e mixagem, ambas promovidas por Scott Burns. Porém, “World Demise” ganhou uma assinatura a mais, tendo Scott como o responsável pela gravação do disco.

Obituary – “The End Complete” (1992) / “World Demise” (1994)

Death (de 1990 a 1993)

Chuck Schuldiner é uma das principais figuras do Death Metal como um todo, certamente. Ao lado de Jeff Becerra, do Possessed, formam a dupla pioneira quando o assunto envolve o metal da morte. E Scott Burns jamais poderia ficar fora dessa festa. Ele mesmo é figura central do estilo nos bastidores. É o cara que dita o ritmo da coisa e faz acontecer conforme sua cabeça transmite. Se “Scream Bloody Gore”, debut emblemático, foi produzido por Randy Burns, o que veio a seguir só mostrou ainda mais a evolução da produção aliada aos arranjos confeccionados com maestria por Chuck.

Death – “Spiritual Healing” (1990) / “Human” (1991)

“Spiritual Healing” (1990), então terceiro álbum do Death, foi o primeiro disco produzido, mixado e gravado por Scott. Além do mais, ele ficou a cargo da engenharia do trabalho anterior, o magnânimo “Leprosy” (1988). Todavia, este também não foi produzido por ele. “Human”, de 1991, e “Individual Thought Patterns”, de 1993, também foram produzidos por Scott Burns, que também entendia como poucos dos elementos progressivos dentro do Death Metal. Todavia, ele também assina a mixagem e a gravação do “Human”, enquanto no “Individual Thought Patterns” ele está ligado à engenharia do respectivo álbum.

A produção destes álbuns trouxe um equilíbrio para as nuances sonoras da banda que aumentavam cada vez mais, porém sem agredir a quem está ouvindo e tornando tudo muito mais equilibrado, sem contar com a genialidade de Chuck Schuldiner, a qual marcou época e persevera até os dias atuais.

Death – “Individual Thought Patterns (1993)

Atheist (de 1990 a 1991)

Aqui foi o mergulho mais intenso nas águas do Death Metal progressivo. Isso sem contar as influências de Jazz da banda. Assim sendo, os dois maiores álbuns do Atheist foram produzidos por Scott Burns. O mestre das produções viscerais e sangrentas esteve à frente dos álbuns “Piece of Time” (1990), e “Unquestionable Presence” (1991). Enquanto no primeiro álbum consta a participação do produtor também na parte da engenharia do álbum, no trabalho seguinte, Scott aparece somente como o mandatário da produção do segundo disco.

Atheist – “Piece of Time” (1990) / “Unquestionable Presence” (1991)

Portanto, isso é a prova cabal de que Scott sabia muito bem trafegar em outras áreas, porém sem deixar de lado a sua maior bandeira. E mesmo com todo o aparato voltado para as extensões sonoras da banda, é possível notar quem manda na sonoridade da mesma. Obviamente, isso se trata também do formato em que foram compostas as músicas. O baterista Steve Flynn e o vocalista Kelly Shaefer agradecem com toda a certeza por esse sucesso duplo em parceria com Scott.

Cancer (de 1990 a 1991)

O tempo que durou a parceria com o Cancer foi o mesmo que aconteceu com o Atheist. Mas, apesar do tempo parecer curto, Scott também produziu os dois melhores discos dos britânicos. “To the Gory End” (1990) e “Death Shall Rise” (1991). Ele produziu e mixou o primeiro e produziu o segundo. Vale ressaltar que a banda do guitarrista e vocalista John Walker tocou no Setembro Negro Festival ano passado, representando como ninguém o Death Metal feito na terra do chá das cinco.

Cancer – “To the Gory End” (1990)/ “Death Shall Rise” (1991)

Deicide (de 1990 a 1997)

   

Com o Deicide também não foi diferente, pois a partir do debut autointitulado, lançado em 1990, o vocalista, baixista e líder polêmico da banda, Glen Benton, teve a grande sorte de contar com os serviços do produtor, sendo que ele também ficou a cargo da engenharia e mixagem. Quanto ao “Legion” (1992), segunda pepita de ouro da banda, Scott não trabalhou como produtor, apenas na área de engenharia e mixagem. Apesar que tenha acontecido dessa forma, Scott os colocou na rota certa do metal mortífero e sanguinário. Embora sejam álbuns lançados na mesma época, o produtor conseguia extrair elementos que pudessem tornar cada disco único por si só. E é aí que está a magia da coisa, pois jamais se pode pensar numa produção comum para discos de metal extremo.

Deicide – “Deicide” (1990) / Deicide – “Once upon the Cross” (1995)

“Once upon the Cross” trouxe mais um marco importante na banda, fechando a sua primeira trinca de ases no ano de 1995. E em 1997, o Deicide contou pela última vez com a produção de Scott “Cryptomaniac” Burns para o seu quarto álbum intitulado “Serpents of the Light”. Para grande parte dos fãs, essa é a fase de ouro do Deicide e que conta com o produtor renomado.

Deicide – “Serpents of the Light” (1997)

Cannibal Corpse (de 1990 a 1996)

O histórico do Scott aumentou ainda mais com a adição do Cannibal Corpse, mestres do horror e putrefação musical. O som que o Cannibal tentava emplacar era mais visceral do que o trabalho de muitas coirmãs. O produtor mergulhou de cabeça nesse desafio e participou de forma direta nos cinco primeiros álbuns da banda. Certamente, isso ajudou os canibais a se tornarem cada vez mais relevantes dentro do cenário do som extremo.

Cannibal Corpse – “Eaten Back to Life” / “Butchered at Birth”

O debut “Eaten Back to Life” (1990) e o segundo full chamado “Butchered at Birth” (1991), receberam além da produção, a engenharia do produtor. Entretanto, isso não pararia por aí e a coisa evoluiu mais. Scott fez quase tudo além de produzir o espetacular “Tomb of the Mutilated”, lançado no ano de 1992. Além da produção, o cara cuidou da engenharia, gravação e mixagem do álbum. Contudo, os trabalhos ganharam asas mais longas, já que o produtor resolveu tratar de mais assuntos dentro do álbum “The Bleeding” (1994), enquanto em “Vile” (1996) o produtor foi mais econômico quanto às funções atribuídas.

Em “The Bleeding”, tudo foi assinado por ele: engenharia, masterização, mixagem, produção e gravação. Já em “Vile”, Scott assina a produção, engenharia e mixagem. Só para exemplificar, Scott conseguiu trabalhar com o Cannibal Corpse mesmo com a mudança de vocal, tendo a entrada de George “Corpsegrinder” Fisher no lugar de Chris Barnes em 1995.

Cannibal Corpse – “Vile” (1996)

Malevolent Creation (de 1991 a 1997)

O Malevolent Creation é outra figura seminal para o estilo, sempre figurando em listas de preferências dos fãs de Death Metal ao redor do mundo. Decerto, temos “The Ten Commandments” (1991) como um dos grandes álbuns de Death Metal feitos em território norte-americano e um dos grandes inícios de banda, sendo uma cortesia e tanto do guitarrista e líder da banda, Phil Fasciana.

Malevolent Creation – “The Ten Commandments” (1991) / “Retribution” (1992)

Foram três álbuns em parceria com o produtor Scott Burns. O já citado “The Ten Commandments”, tendo sua figura ligada à produção do álbum, engenharia e mixagem. Assim como aconteceu junto ao álbum seguinte, “Retribution”, de 1992. Por fim, o nome de Scott voltou a aparecer somente no quinto álbum do Malevolent Creation. Estamos falando de “In Cold Blood”, álbum de 1997 que conta com uma das capas mais feias da história.

Malevolent Creation – “In Cold Blood” (1997)

Suffocation (de 1991 a 1998)

De fato, o Suffocation, capitaneado pelo guitarrista Terrance Hobbs, também esteve no catálogo de Scott, tendo o início parecido com o do Malevolent Creation. O debut “Effigy of the Forgotten” (1991) provou com precisão de que nada seria impossível se passasse pela produção do Scott “No More Quotes In Between My Name” Burns.

Suffocation – “Effigy of the Forgotten” (1991) / “Pierced from Within” (1995)

“Pierced from Within”, segundo álbum lançado em 1995, também contou com a produção de Scott. Além disso, ambos os álbuns receberam o mesmo tratamento, sendo além de produzidos, também engendrados e mixados pelo mesmo. Entretanto, antes de sua aposentadoria, Scott produziu o EP “Despise the Sun”, lançado no ano de 1998. Além das três funções citadas, Scott Burns cuidou da masterização do EP.

Suffocation – “Despise the Sun” EP (1998)

Outros álbuns isolados que Scott Burns também produziu:

  • Acheron – “Rites of the Black Mass” (1992 – produção e engenharia)
  • Assück – “Anticapital” (1991 – produção e engenharia)
  • Atrocity – “Hallucinations” (1990 – produção, engenharia e mixagem)
  • Cynic – “Focus” (1993 – produção, engenharia e mixagem)
  • Death Dealer – “Journey into Fear” (2014 – produção)*
  • Demolition Hammer – “Tortured Existence” (1990 – produção, engenharia e mixagem)
  • Devastation – “Idolatry” (1991 – produção, engenharia e mixagem)
  • Exhorder – “Slaughter in the Vatican” (1990 – produção, engenharia e mixagem)
  • Game Over – “Game Over” (1996 – produção, engenharia e mixagem)
  • Gorguts – “Considered Dead” (1991 – produção, engenharia e mixagem)
  • Loudblast – “Disincarnate” (1991 – produção, engenharia e mixagem), “Sublime Dementia” (1993 – produção, engenharia e mixagem)
  • Master – “On the Seventh Day God Created… Master” (1991 – produção, engenharia e mixagem)
  • Monstrosity – “Millenium” (1996 – produção, gravação e mixagem)
  • Napalm Death – “Harmony Corruption” (1990 – produção, engenharia e mixagem), “Suffer the Children” EP (1990 – produção, engenharia e mixagem)
  • Overthrow – “Within Suffering” (1990 – produção, engenharia e mixagem)
  • Pestilence – “Testimony of the Ancients” (1991 – produção, engenharia e mixagem)
  • Psychotic Waltz – “Mosquito” (1994 – produção, engenharia e mixagem)
  • Raped Ape – “Terminal Reality” EP (1993 – produção, engenharia, gravação e mixagem)
  • Ressurrection – “Embalmed Existence” (1993 – produção e engenharia)
  • Sadus – “Elements of Anger” (1997 – produção, gravação, masterização e mixagem)
  • Six Feet Under – “Haunted” (1995 – produção, engenharia e mixagem)
  • Skeletal Earth – “Eulogy for a Dying Fetus” (1991 – produção, engenharia e gravação), “Dreighphuck” EP (1993 – produção), “Dē.ĕv’ṓ.lū’shŭn” (1994 – produção)
  • Speckmann Project – “Speckmann Project” (1991 – produção)
  • Till the Dirt – “Outside the Spiral” (2023 – produção)*
  • Transmetal – “El infierno de Dante” (1993 – produção, gravação e mixagem), “Dante’s Inferno” (1993 – produção, gravação e mixagem), “México bárbaro” (1996 – produção, gravação, masterização e mixagem), “El llamado de la hembra” (1996 – produção)
Pic: Metal Mike (Scott Burns e Obituary)

Conclusões e outras informações sobre o renomado produtor

Primeiramente, é certíssimo dizer que Scott Burns se tornou um dos principais pilares para a produção de discos voltados especialmente para o Death Metal. Foi através dessa figura central que a cena da Flórida explodiu e se expandiu para outras áreas. Dessa forma, o seu método fez com que bandas estrangeiras se interessassem pelo seu trabalho, angariando mais nomes para o seu leque de grandes produções. Portanto, embora Burns tenha exercido suas produções no eterno Morrisound Studios, o seu nome se tornou global frente aos adeptos do metal extremo em geral.

Sua única falha talvez tenha sido quando o mesmo, ao justificar sua aposentadoria da profissão, alegando a falta de interesse e o fato de que não haveria mais nenhuma novidade a partir de então.

   

“Eu acho que terminou, está acabado. Não há boas bandas novas, as cópias são vergonhosas, quatro ou cinco bandas irão sobreviver, o resto irá desaparecer.”

Quanto aos baixos salários oferecidos, ditos por ele mesmo, é discutível. Afinal, estaríamos lidando com frações e números, cabendo uma pesquisa muito mais aprofundada, o que não é o caso por aqui. E, para finalizar, Scott Burns trabalha como programador de computador e segue morando em sua famosa mansão na Califórnia.

O dono do nanquim virtual nesse capítulo do quadro deve todos os agradecimentos a Scott por ter produzido álbuns que ficaram marcados para a história. E que muitos desses discos clássicos possam ser apresentados para futuros fãs dos subgêneros mais incisivos do Metal.

Reprodução

Curiosidades sobre outros álbuns produzidos por Burns

“Journey into Fear”, do Death Dealer

Este álbum foi gravado para lançamento em 1987, porém depois a Mercury Records se recusou a lançá-lo. Até seu lançamento oficial em 2014, estava disponível principalmente como bootleg e na internet. O álbum foi Gravado e mixado em 1987 no Metal Works Studio, Toronto, Ontário, Canadá. Mixado no lendário Morrisound Studio, Tampa, Flórida. Produzido por Scott Burns e Dan Johnson.

“Outside the Spiral”, do Till the Dirt

O Till the Dirt é um projeto do vocalista do Atheist, Kelly Shaefer. “Outside the Spiral” conta com a participação especial de vários músicos renomados. Assim sendo, dentre os convidados estão presentes o baixista Steve DiGiorgio e o guitarrista Jeff Loomis. A produção do álbum “Outside the Spiral” é de Scott Burns e o álbum foi gravado em 25 de agosto de 2023.

Criado por Geovani “Alagoano Voador” Vieira & Cristiano “Big Head” Ruiz

Redigido por Stephan Giuliano

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