21 bandas brasileiras que mandaram muito bem em 2026

Se existe uma coisa que 2026 já deixou bastante claro, é que o Metal brasileiro continua muito longe de depender apenas dos nomes consagrados internacionalmente. De janeiro até os primeiros dias de outubro, bandas de diferentes gerações, estilos e regiões colocaram no mercado uma sequência impressionante de bons discos.
Tem Heavy Metal, Thrash Metal, Death Metal, Black Metal, Doom Metal, Power Metal, vertentes progressivas e propostas que se recusam a caber em uma classificação. Há veteranos retornando depois de longos períodos sem lançar material, bandas entrando em novas fases e nomes muito recentes apresentando seus primeiros álbuns.
Por isso, selecionamos 21 bandas brasileiras que mandaram muito bem em 2026. Não se trata de um ranking. Desta vez, seguimos a ordem em que os discos chegaram ao público, começando em janeiro e dessa forma avançando até os lançamentos mais recentes. Assim, além de indicar bons trabalhos, a lista ajuda a contar um pouco da história do Metal nacional ao longo do ano.
JANEIRO
Blasfemador — “Malleus Maleficarum” — 1º de janeiro

O ano mal havia começado quando o Blasfemador tratou de abrir os trabalhos. Formada em Fortaleza, Ceará, em 2008, a banda lançou “Malleus Maleficarum” de forma independente exatamente no primeiro dia de 2026. O terceiro full-length traz oito faixas em aproximadamente 29 minutos e mantém a combinação de Speed Metal, sujeira, Rock ‘n’ Roll e elementos de Black/Thrash Metal que acompanha o grupo. “A Configuração do Lamento”, lançada anteriormente como single, entrou no repertório ao lado de músicas como “Lilith”, “A Motoserra”, “A Villa de Vecchi” e a faixa-título.
Deathgeist — “Underworld” — 9 de janeiro

Criado em São Paulo em 2017, o Deathgeist chegou ao quarto álbum com “Underworld”. O disco apareceu primeiro de maneira independente nas plataformas digitais e posteriormente ganhou edições físicas através de selos como Thrash or Death Records e Punishment 18 Records. São nove faixas e cerca de 44 minutos nos quais o tradicional Thrash Metal do quarteto ganha atmosferas mais sombrias de Heavy Metal e algumas mudanças de andamento. “Mind Games”, “Destination: Dust”, “The Kraken’s Wrath”, “U.F.O Inc” e “Skinwalkers” aparecem entre os destaques de um trabalho que sucedeu “Procession of Souls”, de 2022.
Deathraiser — “Forged In Hatred” — 22 de janeiro

Foram quase 15 anos separando “Violent Aggression” do segundo álbum do Deathraiser. Formada em Leopoldina, Minas Gerais, em 2009, a banda finalmente retornou com “Forged in Hatred”, lançado pela espanhola Xtreem Music em CD, vinil, fita cassete e formato digital. O disco possui nove faixas e reafirma o Thrash Metal veloz e agressivo que colocou o grupo no radar internacional ainda em seu primeiro trabalho. Antes do lançamento completo, “Primitive Medicine” e “One Step to the Grave” ajudaram a preparar o terreno para uma volta que certamente estava entre as mais aguardadas do underground brasileiro.
FEVEREIRO
Coldwinter — “Where Memories Drowning” — 10 de fevereiro

Formado em São Paulo em 2014, o Coldwinter retornou com seu segundo álbum completo, “Where Memories Drowning”, quebrando um longo intervalo desde “Cold Light of the Horizon Dawning”. A banda começou sua trajetória ligada ao Atmospheric Black Metal, mas com o passar dos anos incorporou cada vez mais o Melodic Doom/Death Metal. A aposta é em músicas carregadas de melancolia, desespero e atmosferas soturnas. O novo trabalho reúne nove faixas e aproximadamente 45 minutos.
Lançado pela C.W. Music Records e Mutilation Records, “Where Memories Drowning” ganhou edições físicas limitadas e traz Alessandro Paiz e Gustavo Grando nos vocais, além de Elvis Limac nas guitarras, baixo e teclados. Simon gravou a bateria como convidado, enquanto Jéssica Gartz e Fábio de Paula, do HellLight, participam de “Everlasting Pain”, e Agnes Rodrigues aparece em outras duas músicas. O repertório ainda inclui uma versão para “Tears of Sorrow”, do Nevain.
Fossilization — “Advent Of Wounds” — 13 de fevereiro

Formado em São Paulo em 2020, o Fossilization rapidamente construiu reputação dentro do circuito internacional de Death/Doom Metal. “Advent of Wounds”, segundo álbum da banda, chegou através da italiana Everlasting Spew Records com sete faixas e aproximadamente 35 minutos. O trabalho sucede “Leprous Daylight” (2023) e mantém o caráter cavernoso e opressivo do grupo, ao mesmo tempo em que amplia sua paleta com passagens próximas do Black Metal. “Disentombed and Reassembled by the Ages” apareceu antecipadamente e funcionou como uma boa amostra da atmosfera encontrada no restante do álbum.
MARÇO
Diatribes — “Degenerate” — 20 de março

O Diatribes representa uma das caras mais novas desta seleção. Formado em São Paulo em 2023, o grupo lançou seu primeiro álbum, “Degenerate”, pela Brutal Records. São 13 músicas e cerca de 42 minutos combinando Death Metal, Thrash Metal, doses de Groove Metal e uma produção bastante moderna. A formação reúne Danilo Luna, Marcelo Souza, Gladyson Rivero, Sergio Roma e Niko Teixeira, e o debut demonstra uma banda que já chegou ao primeiro full-length com uma proposta muito bem definida. No Brasil, o material também recebeu suporte da True Metal Records em sua edição física.
Papa Necrose — “Anthropomorphy Execution” — 20 de março

Também em 20 de março chegou “Anthropomorphy Execution”, do Papa Necrose. Formado em Salvador, Bahia, em 2010, o grupo trabalha com um Death Metal old school temperado por elementos de Thrash e passagens mais técnicas. O disco saiu pela chinesa Awakening Records, selo que o apresenta oficialmente como o segundo full-length da banda, embora algumas bases externas façam uma contagem diferente de sua discografia.
São dez músicas desenvolvidas ao longo de cerca de três anos, com direito à participação de James Murphy, conhecido por Death, Obituary e Testament, no solo de “The Thousand Yard Gaze”. Musicalmente, o álbum olha diretamente para o Death Metal do início dos anos 1990 sem abrir mão de uma produção suficientemente clara para destacar os detalhes instrumentais.
ABRIL
Burning Eden — “Burning Eden” — 24 de abril

O Burning Eden prova que uma banda não precisa acumular décadas de atividade para aparecer em uma seleção como esta. Criado em Franca, São Paulo, em 2025, o grupo lançou seu primeiro álbum completo de maneira independente menos de um ano depois. A sonoridade transita pelo Heavy/Power Metal, aproximando referências tradicionais como Judas Priest e Grave Digger de grupos mais recentes como Ambush e Haunt.
Antes do disco, a banda havia apresentado os singles “Azrael”, “Metallic Checkmate” e “The Wilds of the Night”, construindo gradualmente o caminho para as oito músicas do debut.
MAIO
Thy Dying Star — “Ecos Sombrios de Almas Abissais” — 8 de maio

Formado em 2021 por Bruno Bonfim e Daniel Sanchez, o Thy Dying Star trabalha entre Black Metal, Doom Metal e influências de Death Metal, sempre explorando atmosferas introspectivas e bastante melancólicas. O projeto é originário de Minas Gerais e “Ecos Sombrios de Almas Abissais” representa seu segundo álbum, sucedendo “Ad Finem Omnia”, de 2022.
Lançado de forma independente, o trabalho apresenta cinco faixas: “Ecos de Almas Abissais”, “Queimado Pelas Chamas da Vida”, “Chama Sem Forma”, “Passenger of Solitude” e uma homenagem ao Saturnus em “I Long”. O título chegou a ser anunciado anteriormente como um EP, mas acabou se transformando no segundo full-length do projeto.
JUNHO
Headhunter D.C. — “Rise Of The Damned…” — 6 de junho

O Headhunter D.C. é praticamente uma instituição do Death Metal brasileiro. Formado em Salvador, Bahia, em 1987, o grupo liderado por Sérgio Baloff colocou fim a um intervalo de aproximadamente 14 anos sem um álbum de inéditas com “Rise of the Damned…”. Lançado pela Mutilation Productions, o sexto full-length reúne 11 faixas e foi gravado no Estúdio do Beco, em Salvador.
“One Thousand Apocalypses” antecipou o material, enquanto faixas como “Burn the Book of Lies”, “The Dysangelist” e “In Death Metal We Trust” reafirmam uma identidade construída durante quase quatro décadas de underground.
Neural Wreck — “Amidst The Ruins” — 12 de junho
Depois de anos circulando pelo underground, o paulista Neural Wreck finalmente colocou seu primeiro álbum completo na rua. “Amidst the Ruins” reúne 11 composições e combina Thrash Metal com estruturas progressivas, mudanças de andamento, peso extremo e passagens melódicas. Antes do full-length, a banda já possuía o EP “Mortal Obsession”, enquanto “Asylum Break” ajudou a apresentar a nova fase.
O lançamento ocorreu de maneira independente e consolidou uma proposta que o próprio grupo define como Thrash Metal progressivo, com letras voltadas para conflitos sociais, repressão, degradação e outros aspectos de um mundo em colapso.
Heretic — “Kult: Even Spirits Are Afraid Of” — 13 de junho

Fundado em Goiânia, Goiás, em 2010, o Heretic é provavelmente um dos nomes mais difíceis de encaixar em uma definição simples nesta lista. Há uma base de Metal Progressivo, mas instrumentos e escalas associados à música do Oriente Médio fazem parte fundamental da sonoridade.
“Kult: Even Spirits Are Afraid Of” possui nove músicas e foi gravado entre agosto de 2025 e janeiro de 2026 em Lisboa, Portugal, com mixagem e masterização realizadas por Guilherme Aguiar no Brasil. Instrumentos como oud, sitar e tanpura aparecem ao lado das guitarras, baixo, bateria e sintetizadores, ampliando ainda mais a personalidade peculiar do grupo.
Phantom Star — “Phantom Star” — 20 de junho

Formado em Curitiba, Paraná, em 2024, o Phantom Star chegou ao primeiro álbum apostando em Heavy Metal tradicional, US Metal e elementos de Progressive Metal. O disco autointitulado possui oito faixas, foi produzido por Arthur Migotto no Heavytron Studios e ganhou edição física pela Classic Metal Records.
Antes dele, músicas como “Touch of a Curse”, “I Am the Storm” e “Witch Hunt” já haviam apresentado a banda ao público. Influências de Queensrÿche, Savatage, Crimson Glory, King Diamond e Mercyful Fate aparecem com clareza, mas o grupo consegue utilizá-las sem simplesmente transformar o álbum em uma viagem nostálgica aos anos 1980.
Prophetic Age — “Evolution’s Decay” — 26 de junho

O terceiro álbum do Prophetic Age chegou justamente no ano em que a banda completou três décadas de existência. Formado em Mauá, São Paulo, em 1996, o grupo retornou às atividades em 2021 e encerrou com “Evolution’s Decay” uma espera de mais de duas décadas desde “Forged in the Blackest of Metals”, de 2003.
São dez faixas de Black Metal sinfônico, com aproximações ocasionais de Doom e Death Metal. “Dark End Storm”, “Abomination” e “The Living Dead” apareceram como singles, enquanto o álbum ganhou edição física nacional pela UBL — Union of Black Labels.
JULHO
Phornax — “Hellforge” — 17 de julho

Formado em Porto Alegre, Rio Grande do Sul, em 2009, o Phornax atravessou um hiato longo antes de reconstruir sua trajetória. Apesar dos anos de história, “Hellforge” representa seu primeiro álbum completo. Produzido por Renato Osorio, o trabalho apresenta dez faixas e uma proposta conceitual relacionada à transformação provocada por períodos de conflito e caos.
“Between Fear and Hope”, “A Matter of Time” e “Hell’s Paradise” foram lançadas antecipadamente como singles. Musicalmente, a banda segue trabalhando entre Heavy Metal e Thrash Metal, finalmente transformando em full-length uma trajetória que antes possuía lançamentos menores como o EP “Silent War”.
Litosth — “Dreaming” — 22 de julho

Criado em Caxias do Sul, Rio Grande do Sul, em 2016, o Litosth chegou ao quarto álbum com “Dreaming”. O lançamento digital ocorreu em 22 de julho, enquanto a edição em CD da Personal Records chegou posteriormente. São oito composições e aproximadamente 46 minutos, novamente com Maicon Ristow conduzindo vocais e instrumentos.
Partindo de uma base de Melodic Black/Death Metal, o disco trabalha conceitualmente com a desmontagem de certezas como fé, moralidade, propósito e esperança. O título, portanto, possui uma boa dose de ironia: “Dreaming” está menos interessado em sonhar do que em observar o que sobra quando os sonhos deixam de existir.
Paradise In Flames — “In Memorian” — 31 de julho

Formado em Santa Luzia, Minas Gerais, em 2002 e posteriormente estabelecido em Belo Horizonte, o Paradise In Flames chegou ao sexto álbum de estúdio com “In Memorian” — e sim, esta é a grafia oficial utilizada pela banda. Lançado pela Demoncratic Records, o trabalho possui 12 faixas e pouco mais de 54 minutos.
“Édito” foi apresentada antecipadamente como single e acabou abrindo o disco. O grupo segue desenvolvendo sua mistura de Black Metal, Death Metal e elementos sinfônicos, em uma fase particularmente produtiva: o álbum chegou apenas dois anos depois de “Blindness” e trata de composições já existentes, mas que não tinham sido lançadas ainda em formato digital.
AGOSTO
Hibria — “On The Shortness Of Life” — 8 de agosto

Trinta anos depois de sua formação em Porto Alegre, Rio Grande do Sul, o Hibria apresentou o oitavo álbum de estúdio de sua carreira. “On the Shortness of Life” chegou mundialmente às plataformas em 8 de agosto, com edição japonesa pela Marquee Avalon, e teve produção de Renato Osorio.
Inspirado em “Sobre a Brevidade da Vida”, de Sêneca, o trabalho utiliza oito faixas para refletir sobre tempo, mortalidade, consciência e liberdade. “Undying”, “Against the Wall” e “Pulse” foram utilizadas durante a campanha que antecedeu o lançamento. Musicalmente, o álbum mantém a base de Power/Speed Metal conhecida do grupo, mas abre espaço para construções mais progressivas.
Sanctifier — “Hazred” — 16 de agosto

Poucas bandas desta lista carregam uma história tão longa quanto o Sanctifier. Criado em Natal, Rio Grande do Norte, em 1990, o grupo tornou-se um dos veteranos do Death Metal nordestino e sempre manteve forte ligação temática com o universo criado por H. P. Lovecraft. “Hazred”, lançado independentemente em 16 de agosto, representa o quarto full-length de sua carreira e sucede “Lone Wolf Syndicate”, de 2018.
O álbum reúne dez faixas e pouco menos de 35 minutos. Nomes como “Cthulhu Awakening”, “Cosmic Abyss” e “Cthulhu’s Sleep” deixam explícita sua inspiração, enquanto “They Come from Above” e “Hazred” retomam ideias apresentadas anteriormente pela banda. É Death Metal direto e sem modernizações artificiais, feito por quem atravessou diferentes fases do underground brasileiro mantendo sua própria identidade.
SETEMBRO
Armadilha — “Além do Limite Astral” — 4 de setembro

Criado em São Paulo em 2010, o Armadilha carrega desde o início uma forte ligação com o Heavy Metal tradicional brasileiro, principalmente aquele desenvolvido por nomes como Stress, Avenger, Centúrias e Azul Limão. “Além do Limite Astral” é o terceiro álbum de estúdio da banda, sucedendo “Choque Elétrico” (2013) e “Sangue de Ferro” (2021). O lançamento digital ocorreu em 4 de setembro e o disco também ganhou edição física pela Dies Irae Records.
Produzido, mixado e masterizado por Val Santos, o álbum reforça também a conexão do grupo com a cena latino-americana. “Hermandad de Acero” reúne músicos de diferentes países, enquanto “Velhos e Eternos” presta homenagem aos pioneiros do Metal nacional. O repertório ainda apresenta uma versão de “Born in the Streets”, do Hirax, além de releituras de Vulcano, Arkangel e Hugo Giménez Agüero entre os bônus.
OUTUBRO
Wild Hunt — “Enthroned Serigy” — 2 de outubro

Originário de Aracaju, Sergipe, e atualmente estabelecido em Brasília, o Wild Hunt foi formado em 2008 e desenvolveu uma proposta de Pagan/Folk Metal profundamente ligada à história, à mitologia brasileira e às culturas indígenas. Seu terceiro álbum de estúdio, “Enthroned Serigy”, chegou em 2 de outubro com sete faixas.
O trabalho é conceitual e mergulha na resistência indígena no litoral sergipano durante o século XVI. A narrativa parte do naufrágio da nau Nossa Senhora da Ajuda, em 1556, passa pelos conflitos da ocupação portuguesa e chega à derrota e captura do cacique Serigy e à fundação de São Cristóvão. “Tupi Army” apareceu antecipadamente como single e resume muito bem a mistura de história brasileira, riffs de Heavy, Thrash e Black Metal e elementos épicos que define o disco.
Uma safra que merece mais atenção
Olhando para esses 21 nomes, talvez o aspecto mais interessante de 2026 seja justamente a ausência de uma única tendência dominante. Há bandas veteranas como Headhunter D.C., Sanctifier, Hibria e Prophetic Age entregando trabalhos relevantes depois de décadas de estrada, enquanto nomes como Burning Eden, Diatribes e Phantom Star mostram que existe também uma geração muito mais recente preparada para ocupar espaço.
Há ainda retornos que merecem destaque. Deathraiser precisou de quase 15 anos para chegar ao sucessor de “Violent Aggression”, o Headhunter D.C. passou cerca de 14 anos sem um novo full-length, e o Prophetic Age encerrou um intervalo superior a duas décadas. Enquanto isso, bandas como Phornax finalmente chegaram ao primeiro álbum depois de muitos anos de trajetória.
Também chama atenção a distribuição geográfica. Rio Grande do Sul, Paraná, São Paulo, Minas Gerais, Goiás, Bahia, Sergipe, Ceará e Rio Grande do Norte aparecem nesta seleção, mostrando mais uma vez como o Metal nacional se desenvolve muito além de um único eixo.
E ainda estamos falando de apenas 21 discos. Certamente há ótimos lançamentos brasileiros de 2026 que poderiam aparecer por aqui — e outros ainda chegarão antes do fim do ano. Portanto, agora queremos saber a sua opinião: qual grande álbum do Metal brasileiro lançado em 2026 ficou faltando nesta lista?
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