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Resenha: Black Sabbath – “Seventh Star” (1986)

Hora de retratar sobre a estrela esquecida do Black Sabbath, o álbum “Seventh Star”.

   

Primeiramente, com toda a certeza você deve estar me perguntando sobre o título da resenha. É verdade que o nome oficial é Black Sabbath featuring Tony Iommi – “Seventh Star”, mas como esse álbum acabou fazendo parte da discografia da banda ao invés de ser o primeiro álbum solo do Riffmaster, não acho necessário utilizar essa nomenclatura longa e horrorosa. Afinal, se a figura de Tony Iommi se faz presente, então é Black Sabbath e ponto final. Capiche?

Se o final da década de 70 foi cheio de reviravoltas para os lados do Sabbath, a sequência dos anos 80 acabou superando tudo isso. Entretanto, devemos coroar a perseverança do guitarrista em manter a chama acesa após as saídas de Ozzy Osbourne e Ronnie James Dio da banda. Ian Gillan, após uma bebedeira das mais memoráveis, se aventurou ao emprestar seus vocais para o Black Sabbath em “Born Again” (1983), mas o contrato não se estendeu e ele acabou retornando para o Deep Purple. O custo para o Black Sabbath foi muito alto, impondo um grande desafio para Iommi ao tentar recrutar alguém capaz de ajudar a reerguer sua banda. Geezer Butler e Bill Ward não estavam mais presentes e restava uma alternativa: se lançar em carreira solo (ou não).

“Seventh Star”, o quase primeiro álbum solo de Tony Iommi

Após a saída de Ian Gillan, o guitarrista e dono do nome Black Sabbath se viu em maus lençóis. Afinal, ele estava novamente sem vocalista e isso acabou ficando complicado demais. Contando com Ian, Ozzy e Dio haviam saído e o Black Sabbath necessitava de uma figura apresentável nos mais variados modos. Não bastava apenas interpretar as canções de outrora, mas sim chamar a atenção do público e crítica de maneira a recolocar a banda no radar global.

Porém, Tony titubeava ao tentar recolocar o trabalho nos trilhos. Don Arden tinha a certeza de que ele deveria remontar a banda e aproveitar que a marca estava em suas mãos. Tony tratou de trabalhar em um novo material para o Sabbath, juntamente com o cantor norte-americano Jeff Fenholt, de 34 anos à época. Jeff tinha chegado à fama depois de ter estrelado o papel central da produção original da Broadway de Jesus Christ Superstar. Sem as presenças de Geezer e Bill, basicamente eram Tony e o tecladista Geoff Nicholls no comando da empreitada.

Tony e Geoff compunham a maior parte das músicas, com algumas aparecendo como faixas finalizadas do Sabbath, escritas por Jeff e tiradas das versões finais.

Richard E. Aaron/Redferns / Black Sabbath 1986

Imagem “satânica”

Pouco tempo depois, afirmou-se que Fenholt havia saído forçadamente da banda. O motivo era por conta do suposto “encontro com Deus”, tornando-se televangelista. Isso acabou por gerar um conflito com a imagem “satânica” da banda. Porém, na verdade, Jeff Fenholt respondeu a essas afirmações sugerindo que foi uma discussão com Don Arden que quase levou a uma briga dos dois e fez com que o cantor saísse. Para Iommi, Jeff nunca foi um membro oficial da banda.

Live Aid e o fim do Black Sabbath…?

Para quem acompanhou de perto a reunião entre Ozzy e Tony durante o Live Aid em 1984, deve ter achado que haveria alguma esperança para que o Sabbath voltasse às principais prateleiras da música. Entretanto, não foi nada disso que aconteceu e o evento acabou sendo um momento breve para fã fotografar de perto. Estava tudo acabado para Tony Iommi. O Black Sabbath chegara ao seu fim de forma melancólica e silenciosa…

Ninguém mais se importava com quem entrava na banda ou não. Agora sim o Black Sabbath estava velho e carcomido, ao contrário do final dos anos 70 devido ao surgimento do Punk. Era hora de dizer adeus e que valeu à pena atravessar quase uma década e meia com uma banda renomada e que teve seus momentos de glória. Após muitas tentativas de retorno, tentando juntar Bill e Geezer novamente, Tony se viu decidido a realizar algo inédito em sua carreira: lançar um disco solo.

O disco não-solo e a chegada de Glenn Hughes

Vendo que Ozzy e Dio estavam indo muito bem com suas carreiras solo, Tony Iommi se viu possibilitado a se lançar em carreira solo também. E qual seria o problema nisso? Bem, ele sempre foi a alma do Black Sabbath e, portanto, não poderia ir muito longe sem esse poderoso nome. Não estava em alta no momento, mas ele não poderia se livrar disso. Estava intrínseco. O guitarrista ainda tentou reunir vocalistas do calibre de Robert Plant e David Coverdale. Porém, ninguém aceitou o convite.

Outros foram sondados como os casos de Rob Halford e o próprio Ronnie James Dio, com ambos rejeitando a oferta. A justificativa para a recusa era super plausível, pois ambos os vocalistas estavam em ascensão com suas carreiras e não haveria motivos para entrar em uma “fria” que o Black Sabbath havia se tornado para o mercado da música.

   

Tony já estava trabalhando nas novas músicas juntamente com Geoff Nicholls no teclado, o baterista Eric Singer e o baixista da banda de Lita Ford, Dave Spitz. Ainda sem nenhum vocalista à disposição, Iommi reduziu drasticamente as suas ambições.

Foi quando sugeriram o nome de Glenn Hughes para o posto e, imediatamente, Tony se agarrou à ideia como alguém que está se afogando e avista um tronco. Hughes era outro ex-vocalista do Deep Purple, mas ao contrário de Gillan, sua reputação precedia e suplantava seu envolvimento com a banda. O caminho começava a ganhar alguma luz…

Black Sabbath – “Seventh Star” (1986) / Arquivo

Carreiras decaídas – é agora ou nunca

Em 1986, Glenn estava vendo sua carreira decair, assim como a carreira do Black Sabbath. Seu disco solo foi muito bem recebido, porém acabou sumindo de forma muito rápida. Ninguém mais sabia que um dia esse trabalho foi lançado. Entre problemas com vício em cocaína (para Tony Iommi, cocaína também era igual miojo) e vários projetos duvidosos, o cantor e baixista buscou se recuperar.

Hughes disse sobre como conheceu Tony:

“Conheci o Tony de quando o Trapeze abriu para o Sabbath numa disco em Birmingham, logo depois que ‘Paranoid’ saiu e eles apareceram no Top of the Pops. Achei que era a banda mais pesada que já tinha ouvido.”

Embora estivesse passando por uma crise que envolvia vício em drogas e fast-food, além de estar acima do peso por isso, Glenn Hughes manteve o seu bem mais preciso intacto de certa forma – a sua voz. E foi isso o que impressionou Tony Iommi ao se encontrarem no Cherokee.

Glenn relatou:

“Tony nunca tinha me visto trabalhar. Mas mesmo quando eu estava chapado, conseguia cantar – não no palco, porém no estúdio. Eu não conseguia falar, mas sempre conseguia cantar.”

A partir de então, a primeira música a qual Glenn Hughes começou a rabiscar foi “No Stranger to Love”. Depois Hughes foi chamado para cantar uma outra música chamada “Danger Zone”. Foi de maneira improvisada a composição, assim resultando em uma gravação em poucas horas de estúdio.

O vocalista e baixista, atuando somente com a sua voz no trabalho de Tony, lembrou uma importante questão:

“Tony deve ter ligado para Don Arden porque foi quando ele me perguntou se eu poderia fazer o disco todo. E eu concordei, porque gostava de Tony. Eles não estavam me dando álcool. Não estavam me dando drogas. Eu encontrava tudo sozinho. Mas a gente falava a mesma língua. Era bom, eu gostava de onde estávamos indo com aquele disco. Era divertido. Tony definitivamente não estava olhando para ele como um disco do Black Sabbath.”

“Seventh Star” seria o seu nome e não se parecia com um disco do Black Sabbath. Todavia, o nome de de Tony não se mostrava tão poderoso a ponto de se lançar em carreira solo. Talvez um disco solo para baixar um pouco da poeira até que o Sabbath se reerguesse, mas mesmo assim não era a ideia mais confiável e com certeza de sucesso.

“Seventh Star featuring Tony Iommi”

Com toda a certeza, sem sequer olhar qualquer informativo, você percebe a confusão que isso deve ter gerado quando “Seventh Star” foi lançado. Foi o que aconteceu com Hughes ao ser informado por Tony que a partir de então o álbum seria parte da discografia do Black Sabbath.

   

Tony, levado por Don, participou de uma reunião com Mike Ostin, filho do presidente da Warner Bros. e foi aí que as ideias mudaram de curso.

Tony disse:

“Foi Ostin quem sugeriu que deveríamos manter o nome Black Sabbath e lançar esse disco como Black Sabbath.”

Esse “nós” a qual Tony se refere é atrelado a ele e Don Arden, mas a decisão era inteiramente de Tony. Não pela última vez, ele escolheria a saída mais fácil. Afinal, o nome Black Sabbath ainda renderia melhores contratos, mais shows em locais renomados. Em contraste a isso, caso lançasse “Seventh Star” como um disco solo, Tony teria que voltar a fazer shows em pequenos clubes e o retorno financeiro seria bem menor. Prontamente, Tony e seu fiel escudeiro Geoff aceitaram o caminho mais viável para o momento.

Nem tudo são flores e os vasos se quebraram

A participação de Glenn Hughes, agora no Black Sabbath, gerou muito medo para si. Afinal, tocar em um trabalho solo de um amigo é uma coisa, e ser o novo vocalista do Black Sabbath da noite para o dia era completamente diferente. Porém, não bastava apenas isso, pois o disco “meio Black Sabbath meio Tony Iommi solo” causou muita confusão entre os fãs e o próprio mercado. Era a primeira vez que o nome de Tony estampava uma capa de disco, e para aumentar a confusão, a grafia do Black Sabbath se sobrepunha ao nome do guitarrista.

As premiações não foram das melhores, ficando abaixo do alcance de “Never Say Die!”, só para exemplificar. E olha que esse álbum sim é lembrado até hoje. Agora, quem é “Seventh Star” na fila do pão?

(Photo: Chris Walter)

A saída relâmpago de Glenn Hughes e a entrada repentina de Ray Gillen

Pois é. O que era ruim ainda podia piorar. “Seventh Star” foi gravado, uma turnê foi agendada, mas… A turnê norte-americana acabou sendo um desastre completo. Glenn Hughes conseguiu fazer apenas cinco shows antes de ser chutado da banda de Tony. Seu substituto foi um tal de Ray Gillen, um representante desconhecido de Nova Jersey. Hughes havia se desentendido com o empresário de palco John Downey. O resultado disso e a perda amplamente gradativa da voz causaram o fim precoce da parceria com Tony.

Anos depois, após muita pressão, Tony falou sobre a saída de Glenn da banda:

“Glenn Hughes era um ótimo vocalista, mas não era o certo para o Black Sabbath, como aqueles poucos shows que fizemos com ele provaram. Não ajudou o fato de que Glenn estava muito mal pessoalmente na época. Ele usava muitas drogas e bebia demais, e estava sempre cercado de traficantes e todo tipo de personagens estranhos.”

Certamente, foi uma declaração para tirar o dele da reta e limpar um pouco a barra do Black Sabbath. Embora o Riffmaster também estivesse afundado nas drogas. Glenn não conseguia cantar por conta do soco que levou durante o desentendimento citado, precisando operar a região da cavidade abaixo do olho que estava quebrada.

A turnê continuou por mais doze shows, assim sendo cancelada logo em seguida. Apesar disso, Ray se mostrou ser um vocalista muito bom e que pode lidar muito bem com as novas composições.

Gillen seguiu, mas quem gravou foi Glenn

O décimo segundo full length do Black Sabbath foi lançado no dia 27 de janeiro via Warner Bros. Records e foi gravado no Cheshire Sound Studios, Atlanta, GA, EUA. Originalmente masterizado no Artisan Sound Recorders, Los Angeles, CA, EUA. Jeff Glixman é o cara corajoso por trás da engenharia e produção de “Seventh Star”.

Um bootleg chamado “Star of India” foi distribuído por uma gravadora japonesa em 2001, incluindo demos e ensaios do álbum com Jeff Fenholt, além de uma demo de uma música de Lita Ford (esposa de Tony Iommi na época). Outro fato é que foi feito um vídeo promocional para “No Stranger to Love”, com a atriz Denise Crosby, de Star Trek.

   

Medindo o brilho da estrela

Tony Iommi, em meio ao seu vício intenso com a neve da alegria, conseguiu finalizar o seu trabalho e apresentou ao público. E será que soa bem? Eu diria que sim, mas vamos averiguar o que de melhor podemos encontrar nessa bagaça de nove capítulos.

“In for the Kill” é a faixa de abertura de “Seventh Star”, o álbum mais conturbado do Black Sabbath. Black Sabbath ou Tony Iommi solo? Calma, a gravadora já resolveu a parada e esse álbum sempre fez parte da discografia dos percursores do Metal. A canção apresenta certa imponência e esbanja versatilidade ao mostrar Tony com vontade de tocar algo novo. O ritmo possui um arranque que te coloca dentro do cenário e ainda faz prestar atenção na voz de Hughes. É diferente por ser Sabbath, mas a levada de Tony ainda está lá, por mais que seja em escala menor. E só para ilustrar, a faixa possui dois solos, sendo o primeiro mais bacana e encorpado que o segundo.

“No Stranger to Love” é outra que demonstra muita energia com toda a certeza. É notável a influência do que ocorria na segunda metade da década de 80, mas a conjectura da canção faz com que a ligação entre as duas faixas iniciais ganhe corpo. O que acontece é que o riff principal não é tão pegajoso quanto em outros momentos em que Tony e o Black Sabbath brilhavam, porém cumpre bem o seu papel. O ponto alto é que ela passou de um simples rascunho feito às pressas para o principal single do álbum. E o tecladista Geoff Nicholls resolve aparecer com mais destaque por aqui.

Segue o baile…

“Turn to Stone” fecha a primeira trinca e o baterista Eric Singer “desce a mamona” em seu kit. Das três faixas iniciais, é com toda a certeza a faixa mais Heavy e mais Rock. Pela primeira vez, o riff base de Iommi cativa e te faz querer ouvir um pouco mais. Os riffs e emendas são mais ardentes e velozes, tendo nas mãos do baixista Dave Spitz a responsabilidade do pulsar de seu instrumento. E ele realiza o serviço com qualidade. Outro destaque vai para o dono da “preulinha” toda, que consegue inserir boas distorções e solos de guitarra à canção. O mais contido é Nicholls, mas a canção pede menos teclado realmente.

Depois temos a instrumental “Sphinx (The Guardian)”, com o tecladista Geoff Nicholls em um breve comando. Particularmente, não vejo nenhuma relevância nessa pequenina faixa.

Fechando o lado A do que seria o primeiro disco solo de Tony Iommi, temos a faixa que carrega o nome do álbum. Vagarosa como uma boa receita do Sabbath pede, porém sem o mesmo ímpeto a qual elevou o patamar da banda. O desfile de gala acontece meio que faltando alguma coisa. “Seventh Star” é uma música com um pequeno teor fantasmagórico por conta das linhas de teclado e também por conta dos dedilhados e acordes distorcidos. Enquanto o baixo segura a onda, a bateria se faz mais sólida e alimenta o alicerce com certa precisão.

A dança continua…

O lado B começa com “Danger Zone” encarando a crise de frente. Seu início é o tipo de construção em que o Heavy pede auxílio ao Hard para trazer mais balanço e equilíbrio para algo que poderia acabar soando mais seco e mais genérico que o convencional. Não é a melhor faixa do disco, mas fica entre as que são boas e interessantes de se ouvir. É um som mid-tempo que oferece ao ouvinte a chance de preparar algo bom para tomar enquanto aprecia os efeitos e solos de Tony.

A sequência vem com “Heart like a Wheel” e se antes não era justo tratar como algo genérico ou mera cópia de fórmula batida, aqui a coisa se encaixa perfeitamente nisso. O baixo de Spitz evidencia bem isso através de sua levada e sustentação de duas notas. Poderia ser um compasso voltado para o Blues, mas Iommi toma a dianteira na hora do solo e aqui você percebe muito bem o que de fato o guitarrista queria com esse trabalho. Fica notório o desejo de que “Seventh Star” pudesse ser definitivamente o primeiro álbum solo de Tony. Contudo, não foi o que aconteceu e assim seguiu.

“Angry Heart” celebra a continuidade da jornada. O início é bastante sem inspiração quase que largando tudo no meio do caminho, mas que em seguida resolve dar seguimento ao trabalho. Também não é uma canção rápida e mantém o formato mais contido. Glenn Hughes colabora com ótima participação através dos seus vocais enquanto o alicerce da banda e da canção oferece a devida segurança.

Fim da festa

   

E para fechar as cortinas, adentra ao palco “In Memory…”. Trata-se de uma canção ainda mais calma, se oferecendo como uma balada e incluindo dedilhados de violão. O final é melancólico e não oferece nenhum ponto alto para que pudesse haver algum tipo de vibração. Entendo a proposta e não acho ruim. Porém, deveria ter uma faixa com mais ímpeto e energia para não soar tão arrastado.

Deveria ter um final mais intenso, mas Tony optou por algo mais sentimental e voltado para o momento em que grande parte da música pesada estava passando.

Black Sabbath featuring Tony Iommi – “Seventh Star” (1986) / contracapa

Resumo da ópera

De fato, “Seventh Star” não é um disco que você possa usar como calço de geladeira. Afinal, ele possui bons momentos dos quais o fazem permanecer em uma linha considerável de bons discos. O quase primeiro álbum solo de Tony Iommi não joga para baixo a discografia do Sabbath, mas também não soma tanto a ponto de ser mais e melhor lembrado. O que o torna injustiçado é por conta da confecção do mesmo, pois o guitarrista havia perdido outro vocalista e isso culminou em uma sequência incrível de negativas quanto a convites para integrar o posto vago até então.

Há bons momentos, principalmente na primeira metade do álbum. A concentração de urânio sonoro é mais densa nessa parte da obra. Portanto, as maiores forças estão reunidas em “In for the Kill”, “No Stranger to Love”, “Danger Zone” e, principalmente, “Turn to Stone”, disparada a melhor faixa do disco. “Seventh Star” merecia melhor sorte, mas o momento a qual ele foi concebido não foi dos melhores. E a escolha de Hughes também não foi tão assertiva, pois acabou fazendo com que Tony entrasse em uma bolha musical muito perigosa. Por sorte, ainda conseguiu extrair músicas interessantes e o resumo da ópera é a de um álbum que merecia melhor reconhecimento. Só que tem uma coisa nisso… Alguém se lembra desse disco?

Agora deverá se lembrar. Assim espero…

E mais uma coisa: os temas foram bem fora do que o Black Sabbath costumava oferecer, o que dava mais justificativa ainda para o direcionamento e formato que Tony estava planejando para “Seventh Star”.

Agora sim, pode exercer o direito de lembrar desse disco com a capa que parece uma fotografia colada por engano em um almanaque.

“Ain’t no use in you trying to run
Fate has taken its toll
Just one look and the damage is done
Burn your eyes
Turn your heart into stone”

nota: 7,9

Integrantes:

  • Glenn Hughes (vocal)
  • Tony Iommi (guitarra)
  • Dave “The Beast” Spitz (baixo)
  • Eric Singer (bateria)
  • Geoff Nicholls (R.I.P. 2017 – teclado)

Faixas:

1. In for the Kill
2. No Stranger to Love
3. Turn to Stone
4. Sphinx (The Guardian)
5. Seventh Star
6. Danger Zone
7. Heart like a Wheel
8. Angry Heart
9. In Memory…

Redigido por Stephan Giuliano

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Comentários

  1. Denise Crosby…essa atriz realmente era muito linda naquela época, lembro muito do filme Cemitério Maldito com ela de 89!!!! Gosto do disco Seventh Star, marcou muito algumas músicas…era uma fase quase Hard Glam Rock, com pitadas de Whitesnake com Dio!!!! Na minha opinião é um album Sabbathico sem dúvida, valeu!!!!

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