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TOP 10: POWER TRIOS do ROCK e METAL

POWER TRIOS, quais são os seus dez preferidos?

   

Esse quadro foi criado para que nossos resenhistas, baseados em suas visões subjetivas, publiquem seus ranks TOP 10 de bandas, subgêneros ou de qualquer outro tema pertinente, argumentando e justificando suas escolhas.

ATENÇÃO, NOVAMENTE, A ANÁLISE É SUBJETIVA E PESSOAL, PORTANTO NÃO EXISTE NENHUMA TENTATIVA DE ATINGIR A VERDADE ABSOLUTA.

Hoje, vamos falar sobre os Power Trios do Rock e Metal:

Prefácio do Redator:

Para muitas pessoas, as bandas com três integrantes, os POWER TRIOS, carregam uma química e ou uma magia especial em sua sonoridade e na maneira com a qual executam suas composições. No caso do ranking de hoje, a ordem é puramente aleatória, pois houve épocas em que um TRIO era o meu preferido e em outras épocas, minhas preferências se alteravam, por essa razão, a única classificação da minha lista são os dez nomes escolhidos.

DR.SIN:

DR SIN / Reprodução / Facebook

Formado em 1992, o Power Trio paulistano Dr Sin é um imenso motivo de orgulho. Tenho a absoluta certeza, que eles são injustiçados e mereciam muito mais reconhecimento do que o obtido, sim, é óbvio que eles tiveram grandes momentos, mas foram muito poucos se levarmos em conta a competência técnica, musicalidade e criatividade de suas composições. Lembro até hoje, quando os vi, pela primeira vez, em 1998, em uma passagem de som, ou seja, fui testemunha de uma aula musical inesquecível.

OBRIGADO DR SIN, A SUA EXISTÊNCIA FEZ E FAZ A DIFERENÇA!

GRAND FUNK RAILROAD:

GRAND FUNK RAILROAD / Acervo

Formada em 1969, a banda americana de Hard/Classic Rock, Grand Funk Railroad, sacudiu a cena Rock’n’Roll com discos memoráveis, destacando “Grand Funk” (1969), “Closer To Home” (1970), “Survival” (1971), “E Pluribus Funk” (1971) e “Phoenix” (1972). Em seguida, em 1973, para o lançamento do clássico “We’re An American Band”, foi adicionado mais um guitarrista, Craig Frost, tornando-os um quarteto.

TRIUMPH:

TRIUMPH / Reprodução / Acervo

Os músicos canadenses Rik Emmett, Gil Moore e Mike Levine dilaceraram corações com composições que são acima de qualquer crítica. Seus discos mais relevantes, “Just A Game”, “Allied Forces”, “Never Surrender” e “Thunder Seven”, fizeram a cabeça de muita gente.

TRIUMPH É VICIANTE E FEZ VÁRIOS ADICTOS DE SUA MÚSICA NO CANADÁ, NOS ESTADOS UNIDOS, NA EUROPA E ATÉ NO BRASIL.

RAVEN:

RAVEN / Divulgação / Facebook

Não haveria maneiras da NWOBHM não ter representantes em meu TOP 10. Formado em 1974 pelos irmaõs Gallagher, John (vocal e baixo) e Mark (guitarra), Raven só conseguiu lançar seu debut, “Rock Until You Drop”, em 1981. Passaram vários ótimos bateristas para completar o line-up, todavia, por mais incrível que possa parecer, meu destaque vai para o mais recente, Mike Heller, que está com eles desde 2018, tendo lançado o full lenght “Metal City”.

   

HELLER É SENSACIONAL E DEU AINDA MAIS ENERGIA PARA O POWER TRIO QUE JÁ ERA NORMALMENTE LIGADO NO 220W.

MOTÖRHEAD:

MOTÖRHEAD / Acervo

Fundado em 1975, Motörhead conseguiu aparecer antes da explosão da NWOBHM. Sua primeira formação, Lemmy (vocal e baixo), Eddie Clark (guitarra) e Phil Taylor (bateria), deixou um legado de clássicas e inesquecíveis canções que influenciaram e ainda influenciam muita gente. “Overkill”, “Capricorn”, “Bomber”, “Iron Fist”, “Ace Of Spades”, “Stay Clean”, “Dead Men Tell No Tales”, “Motörhead”, “Live To Win”… Será que ainda é preciso continuar citando exemplos? Não, creio que seja desnecessário.

RUSH:

UNITED KINGDOM – JUNE 01: Photo of Geddy LEE and RUSH and Alex LIFESON and Neil PEART; L-R: Alex Lifeson, Geddy Lee, Neil Peart – posed, group shot, backstage on Permanent Waves tour (Photo by Fin Costello/Redferns)

Rush reveza com o Triumph a minha preferência do Hard/Prog canadense, pois há períodos que prefiro um, há períodos que prefiro o outro, isso depende qual deles estou escutando com mais frequência em deteminado momento. Formado em 1968, o Power Trio lançou seu debut seis anos depois e chamou a atenção. Geddy Lee (vocal e baixo), Alex Lifeson (guitarra) e John Rutsey (bateria e vocal) mostraram que fariam bonito no assunto Rock, porém, a repentina substituição de Rutsey pelo montruoso Neil Peart é que fez com que o nome deles se tornasse gigante, rapidamente. Os dois bateristas faleceram, Rutsey em 2008 e Peart em 2020, nos deixando orfãos de um dos trios mais fantásticos da história da música mundial.

BEHEMOTH:

BEHEMOTH / Divulgação / Facebook

Bom, estava faltando algo mais extremo nesse ranking, não está mais. Liderados pelo vocalista e instrumentista Adam Nergal, os poloneses do Behemoth, que tiveram sua fundação no ano de 1991. Nouve muitos line-ups de destaque em sua carreira, porém, desde o álbum “Demigod” (2004), Nergal (vocal e guitarra), Orion (baixo) e Inferno (bateria) compõe um Blackened Death Metal que me deixa boquiaberto. É verdade que, ao vivo, eles contam com músicos adicionais, mas o trabalho dos três nas canções é o que chama a atenção. Tive a oportunidade de vê-los em 2015 e achei a performance de Inferno acima dos limites humanos.

ZZ TOP:

ZZ TOP / Acervo

Não importa se você gosta ou não, Billy Gibbsons, Frank Beard e o saudoso Dusty Hill conquistaram gerações que suas canções simples, mas que são a pura essência da alma do Rock’N’Roll.

Formado em 1969, o trio texano é o representante de um tipo de Hard Rock o qual é chamado de Southern Rock, justamente, por vir do sul da América.

SE “GIMME ALL YOUR LOVIN'”, “ROUGH BOY”, “TUSH” assim como “LA GRANGE” NÃO TE COMOVEM, TALVEZ VOCÊ TENHA MORRIDO POR DENTRO E NÃO TENHA SE DADO CONTA DISSO.

THE RODS:

The Rods / Photo By: Roger William Theise

No início da década de 80, o vocalista/guitarrista David Feinstein, que é primo do saudoso Ronnie James Dio, se juntou ao baterista Carl Canedy e ao baixista Stephen Starmer para formarem o trio The Rods. No mesmo ano, lançaram o debut “Rock Hard”. Porém, foi em seu terceiro álbum, “Wild Dogs”, que tem uma capa fantástica, é que eles chamaram atenção. Canedy e Feinstein contavam desde o disco anterior homônimo com Garry Bordonaro no baixo.

CURIOSAMENTE, ESSA É MESMA FORMAÇÃO DO SEU MAIS RECENTE FULL LENGHT, “BROTHERHOOD OF METAL”, LANÇADO EM 2019.

THE WINERY DOGS:

THE WINERY DOGS / Divulgação / Faceboook / Instagram

Formado em 2012, o supergrupo conta com um light up de estrelas: Mike Portnoy (ex-Dream Theater) na bateria, Billy Sheehan no baixo e Richie Kotzen no vocal, guitarra, teclado e piano.

   

Tive a oportunidade de assistir o show deles no Summer Breeze Brasil desse ano (2023) e não tenho uma única crítica a fazer. Vi que muitas pessoas desacostumandas com Fuzzion, que mescla Hard Rock e Jazz, torcerem o nariz para a sonoridade, mas sempre escutei discos desse estilo, então adorei demais.

E vocês? Quais são os Power Trios que vocês gostariam de destacar?

Redigido por: Cristiano “Big Head” Ruiz

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