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Sepultura: “nunca fiz parte do Sepultura, sempre fui um autônomo, sempre fui um músico contratado”, rebate Eloy

O Sepultura vai encerrar atividades após a atual turnê, “Celebrating Life Through Death”. Pelo menos, é isso que se espera depois da coletiva de imprensa convocada pela banda no final de 2023.

   

Após este anúncio, muita polêmica e muitas trocas de farpas aconteceram entre o agora ex-baterista do Sepultura, atual baterista do Slipknot, Eloy Casagrande.

Eloy esteve na famigerada coletiva, mas logo depois anunciou a sua saída da banda. O guitarrista Andreas Kisser parece não ter gostado muito da forma que Eloy resolveu abandonar o barco e fez algumas críticas públicas a postura do seu ex-colega de banda.

Acontece que após a efetivação de Eloy no Slipknot, ele começou a contar o seu lado da história e isso tem gerado uma reação de apoio dos fãs do Sepultura. Em uma nova entrevista ao UOL, Eloy contou como foi a sua tomada de decisão:

“O primeiro fator de eu querer ir tocar no Slipknot foi pelo final do Sepultura. O Sepultura decidiu encerrar as atividades, porém, eu tenho 33 anos de idade, né. Tinha 32 na época e eu não pensava em parar. Eu respeitei muito a decisão do Sepultura, que veio do Andreas, mas eu precisava seguir com a minha vida.

Quando surgiu esse convite do Slipknot, era um convite que não tinha como esperar até o final do Sepultura, era sim ou não, então eu não tive muitas escolhas. No dia que eu recebi o sim do Slipknot, foi no dia que eu liguei pro Sepultura e marquei uma reunião com eles no dia seguinte. Eu falei: ‘é muito sério, preciso falar com vocês pessoalmente’.”

Sobre as críticas que Andreas Kisser vem fazendo a Eloy, ele rebateu:

“Como eles entenderam a noticia, isso eu não sei, eu não conversei mais com eles. A partir do momento que eu dei a notícia pra eles do que estava acontecendo, eles não falaram mais comigo. Acho que pediram também pra ninguém da equipe vir falar mais comigo.

Eu mantenho um carinho muito grande por eles. Se eles viessem falar comigo hoje eu falaria super numa boa por que a gente nunca teve nenhum problema profissional, pessoal ou de amizade, sempre foi muito tranquilo. A gente viajava junto, passave meses em tour bus e tudo mais.

E assim, eu tomei essa atitude também porque eu nunca fiz parte do Sepultura, eu sempre fui um músico autônomo, sempre fui um contratado da banda. Então, a partir do momento que eu tomei essa atitude é por que eu tinha essa liberdade. Eu não fazia parte do contrato social do Sepultura.”

E aí, quem está certo? Eloy ou Andreas? Qual a sua opinião sobre este tema? Escreva no espaço reservado aos comentários.

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