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Resenha: Therion – “Leviathan” (2021)

Gravadora: Nuclear Blast Records

Christofer Johnsson é aquele tipo de cara que sabe carregar o time como ninguém. Não é à toa que o Therion está aí até hoje, firme e forte com um repertório cada vez mais vasto. Quem os vê nos dias de hoje não imagina que no início de carreira era uma banda de Death Metal. Eu mesmo conheci depois da mudança para o que chamam de Operatic Metal. De acordo com grande parte dos fãs, o álbum “Gothic Kabbalah”, de 2007, é considerado o trabalho mais relevante dentre os lançamentos mais recentes. Conforme a banda ia lançando discos novos, a aura operística crescia e isso fazia com que o peso e os riffs sofressem alterações das quais esses fãs não compactuam muito. Entretanto, a banda conquistou muitos fãs novos, principalmente os adeptos do Symphonic Metal, os que gostam de camadas melódicas nas canções. Quanto ao álbum novo, este foi lançado via Nuclear Blast Records no dia 22 de janeiro e conta certamente com diversas participações que serão mencionadas ao longo desta carta virtual. A condução, engenharia e produção ficaram nas mãos do próprio Christofer, enquanto a arte de capa e o layout carregam a assinatura de Thomas Ewerhard. As composições de “Leviathan” foram feitas por Per Albinsson. Erik Mårtensson foi encarregado da mixagem do disco, já a engenharia de cada instrumento e voz teve um engenheiro por equipamento. A meu ver esta é a maior lista de composição vista por mim ao resenhar um álbum. Durante a nossa jornada de leitura habitual, saberemos quais figuras participaram da elaboração e confecção desse tecido musical.

   

Uma curiosidade interessante sobre este trabalho é que o agora ex-baixista e também vocalista de apoio do Nightwish, Marko Hietala, participa da segunda canção do álbum intitulada “Tuonela”. Marko empresta a sua voz para esta faixa que possui um videoclipe também. O líder e mentor do Therion, Christofer Johnsson, comentou sobre a participação de Marko e sua atual situação: “Como todo mundo, estou muito triste e também fiquei surpreso ao ler que Marko está deixando o Nightwish. Mas eu entendo o significado de suas razões e há muitos que estão frustrados com as mesmas coisas. Mas Marko tem sido um artista profissional de gravação com várias bandas de qualidade desde meados dos anos 80, então estou absolutamente certo de que veremos seu retorno à cena a tempo. Ele é simplesmente bom demais para não se envolver com música. Mas agora espero que ele leve um bom tempo para se encontrar e colocar toda a energia e inspiração de volta nos trilhos.” Você pode esperar demônios, esgrima, fogo, sangue, drama e basicamente qualquer outra coisa que seja épica reunida em um vídeo. Outro fator agregador de curiosidades sobre “Leviathan” é que o mesmo possui faixas mais enxutas, sendo que “Nocturnal Light” é a mais longa e possui exatos 5min37seg de acordo com os manuscritos analisados. Agora que adiantei algumas coisas boas para jogar um pouco mais de pimenta na sua vontade de ler e ouvir este álbum, me acompanhe nessa jornada para entendermos um pouco mais sobre o sucessor de “Beloved Antichrist” (2018). E ressalto que para a condução das baquetas das faixas deste novo full length, foram chamados dois bateristas para dividir a tarefa junto ao álbum como um todo. São eles: Björn Höglund (Hoven Droven, Marmeladorkestern, The Summit), e Snowy Shaw (Cans, Dark Embrace, Mad Architect, Snömannen & Hans Vänner, Snowy Shaw, e XXX).

“Tuonela”

A exposição do museu de artes se dá com a aparição de “The Leaf On The Oak Of Far”, faixa de abertura que despeja seus versos sobre Camulus, que é um teônimo para um deus a quem os romanos igualavam a Marte pela interpretatio romana*, onde era relatado pelo panteão celta antigo. Passando pelos campos abertos de batalha, invadindo as selvas de Gália, e adentrando os limites da Grã-Bretanha, os celtas resistem às imposições e ataques de Ares. De início a banda aposta em riffs voltados ao Heavy Metal com camadas orquestradas nos refrãos. É nítida a simplicidade colocada no som ainda mais em se tratando de uma banda que sempre foi livre para explorar vários temas musicais dentro de seu contexto principal, sempre explorando as nuances vocálicas entre homens e mulheres, como no caso da convidada espanhola Rosalía Sairem, que junta forças com o tenor Thomas Vikström, um dos integrantes oficiais da banda. No embalo da notícia temos a já apresentada acima “Tuonela”, apoiada por seu videoclipe a participação da grande figura de Marko Hietala, que empresta os seu vocais à canção, e que divide essa tarefa com a talentosa sérvia Taida Nazraić (The Loudest Silence), que faz o contraponto com Thomas Vikström. Ao ouvir essa faixa me veio à mente o álbum “Les Fleurs Du Mal” de 2012, devido o seu andamento, e isso me felicita por se tratar de um álbum bem feito de acordo com a sua proposta à época de seu lançamento. Os versos contam um pouco sobre os caminhos misteriosos e sem luz percorridos até o instigante horizonte em que o azul do céu reflete nas águas do destino que cada um possa escolher onde Tuoni possa aparecer, sendo o dono do escurecer e anoitecer. Seja no subsolo ou no mar, existe o reino da liberdade e o destino principal é encontrar esse lugar. Na mitologia finlandesa, Tuoni era o deus de Tuonela, e a escuridão personificada. Ele era o marido de Tuonetar. Seus filhos incluíam Kipu-Tyttö, Tuonenpoika e Loviatar, que eram divindades do sofrimento. Quando na forma humana, ele aparece como um homem velho com três dedos em cada mão e um chapéu escuro. Nessa faixa temos a cortesia do violino de Ally Storch-Hukriede. O terceiro hino orquestrado traz o Therion em sua faceta mais conhecida. A bela rubra italiana Chiara “Dusk” Malvestiti (Crysalys) investe sua linha vocálica soprano para este tema, sobreposta pelo coral israelense Hellscore (este aparece em praticamente todas as faixas). Estamos adentrando as águas de “Leviathan”, faixa-título do disco e que mostra o Therion explorando seus horizontes sem se desfazer de sua bússola sonora para não ser perder em meio aos seus experimentos constantes. É uma canção forte e que enfeita de maneira muito positiva a obra. O tema é relacionado ao nome da música e do disco, contando sobre a reflexão de Lotan e os terrenos ligados a oeste do Éden. Leviathan é uma criatura mítica com a forma de uma serpente do mar no judaísmo. É referenciado em vários livros da Bíblia Hebraica, incluindo Salmos, o Livro de Jó, o Livro de Isaías e o Livro de Amós; também é mencionado no livro apócrifo de Enoque. A mensagem é reforçada através do lyric video desta canção.

“Leviathan”

A quarta faixa parece uma continuação do que fora apresentado antes só que nos moldes de uma balada antiga orquestrada com trechos germânicos em suas escritas em que mais uma vez, Taida Nazraić empresta a sua voz e casa muito bem com a proposta oferecida. Do tipo que possa ser colocada como trilha de algum filme ou série, “Die Wellen Der Zeit“ possui sua força, e mesmo de forma breve serve de abertura para o que está por vir. Os versos ecoam tons vermelhos que representam a cor do sangue que começa a ferver, a árvore da vida, a tigela e o útero; e tons pretos que representam a cor da terra e do solo antigo, a árvore da vida, e as raízes… Cenário que serve de apresentação para Nerthus. No paganismo germânico, Nerthus é uma deusa associada à fertilidade. Nerthus é atestada pelo historiador romano do primeiro século DC Tácito em sua obra etnográfica Germania. Tudo isso é representado por mais um videoclipe apresentado pelos suecos. Combinando a esta faixa temos “Aži Dahāka” (confesso que li “azideia”, de relance) com seu repertório mais denso, apoiado mais uma vez pela voz de Chiara “Dusk” Malvestiti, ensaia-se uma roupagem mais pesada com mais baixo e guitarra, somados às boas linhas de bateria. Cortesia do baterista sueco Snowy Shaw, que também se faz presente em outras canções do álbum. Aži Dahāka é uma figura demoníaca que aparece nos textos e na mitologia persa Zoroástrica, onde é um subordinado de Angra Mainyu. É descrito como um monstro similar a um dragão de três cabeças. Já o Monte Damāvand, também citado entre as estrofes da canção, é o ponto mais alto do Irã e da Cordilheira Elbruz. É um estratovulcão muito grande e isolado, que atinge os 5610m de altitude e que tem mais de 4600m de proeminência topográfica, localizado perto da costa sul do mar Cáspio. Conhecido como um vulcão dracônico, ele foi o local de selamento da criatura Dahaka (uma de suas vastas variações de nomes) por Taetraona (ou Feredum), já que não podia ser morta. Diz-se que a criatura possuía mil sentidos, dentre os quais, o de matar das serpentes, dos escorpiões e de outras criaturas venenosas. Diz-se também que pode controlar as tempestades e trazer doenças. Jonas Öijvall (Tiamat) faz duas participações especiais, sendo uma nesta e a segunda na próxima canção e empresta seus dons de programação e teclado para a banda.

“Die Wellen Der Zeit”

A sexta etapa da corrida musical atende por “Eye Of Algol”. É a mais famosa das estrelas variáveis e das únicas conhecidas de antigamente. No pensamento dos antigos árabes eram terríveis suas influências e a chamaram Algol ou Al-Ghul, que significa estrela do demônio. Foram assim chamadas por suas variações rápidas e faiscantes. Para os astrônomos, Algol é chamada de Beta Persei e é a segunda estrela mais brilhante da constelação de Perseus. É uma estrela binária ou eclipsante, cuja variação foi observada por Montanari em 1669. É a estrela-tipo das chamadas binárias eclipsantes ou algólidas. Há um trecho na música cantado em árabe: “ראש השטן אתה”; que significa algo como “Você é a cabeça do diabo”. E é através de uma abordagem mais intensa que o olho de Algol é guiado pelas ondas sonoras do Therion. Destaque mais uma vez para o desempenho vocal de Rosalía Sairem e também do baterista, que tem seu nome relacionado em seis das onze canções disponíveis neste novo trabalho dos suecos da magnífica capital Estocolmo (ou Stockholm para os mais íntimos). Dividida e trabalhada nas vozes das três figuras já citadas, Thomas Vikström, Lori Lewis e Chiara “Dusk” Malvestiti, “Nocturnal Light” retratam a deusa Innana que vem a ser uma antiga deusa mesopotâmica associada ao amor, ao erotismo, a fecundidade e a fertilidade. Apesar de ser alvo de culto em todas as cidades sumérias, era especialmente devotada em Ur. Ela foi originalmente adorada na Suméria e mais tarde foi adorada pelos acadianos, babilônios e assírios sob o nome de Istar. Nome este que acabou ficando mais conhecido no ocidente com o passar das gerações. O som é mais intimista e denso, com um tom implicante de modo a seguir perante um amanhecer tão noturno e luminoso. Os passos mais vagarosos das orquestrações de fundo evidenciam este novo amanhã que percorre as areias do tempo e desafia o submundo. Ereshkigals é dita como a irmã de Innana e governante do mundo dos mortos, o que faz a engrenagem da vida girar em todos os planos existenciais e espirituais. Ela representava a deusa de Kur, a terra dos mortos ou do submundo na mitologia suméria. Posteriormente em mitos semitas orientais, passou-se a dizer que ela governava Irkalla ao lado de seu marido Nergal. Às vezes, seu nome é dado como Irkalla , semelhante à forma como o nome Hades era usado na mitologia grega para o submundo e seu governante, e às vezes é dado como Ninkigal, que vem a significar “Senhora da Grande Terra”.

Diz-se que o sétimo demônio goético, Aamon, é o Marquês dos infernos de acordo com as escrituras da demonologia. “Great Marquis Of Hell” apresenta este que governa quarenta legiões do inferno. Sua aparência é a de um lobo com uma cauda de serpente; chamas do fogo, como vômito, saem de fora de sua boca. Lori Lewis canta e encanta com sua técnica vocálica, enquanto seu parceiro de banda, Nalle Påhlsson, coloca seu baixo em evidência ao oferecer ao ouvinte linhas poderosas de seu instrumento. Muito mais Heavy Metal que as canções anteriores, a canção traz uma levada muito interessante que casa muito bem com toda a estrutura apresentada durante a audição. Björn Höglund mantém o alicerce através do seu kit bastante firme, com variações rítmicas que seguem o panorama das camadas sonoras contidas nesta canção, além da construção de todo o aparato pela mente pensante de Christofer Johnsson. “Psalm Of Retribution” é uma canção escrita por Christofer e possui um andamento parecido com a faixa “Nocturnal Light”, mais carregada e com poucos pontos que se elevam, se mantendo mais contida em certos momentos. A canção conta com mais uma participação ilustre, tendo mais um vocalista diferente. Falo de Mats Levén (AB/CD, Aeonsgate, Cem Köksal, Denner’s Inferno, FAT.MO.MAC, Krux, Ludor, Prins Svart, Skyblood). Lori Lewis faz aquele contraponto na medida e a canção assim como quase em todas as faixas, Hellscore faz o coro saltar alto-falante afora. Se trata de um salmo que fala sobre ira e vingança. Abordando temas que envolvem a Árvore do Conhecimento (Sitra Ahra) que é o oposto da Árvore da Vida. Enquanto a segunda possui manifestações chamadas Sefirot (no singular, Sefirá), a primeira tem suas forças negativas da Sefirot chamadas de Qlifót (ou conchas). A “múzga” sugere uma invocação deste poder negativo para trazer uma vitória impetuosa sobre os inimigos. Ao se despir dos preceitos morais mundanos, o magista encontra sua sombra e a absorverá para conhecer o seu eu superior. “ממשכן אף אל / חשכת מקדשך / בקליפת הצל / בשנית שמע האות / אוותי תדע / התרומם בספירות / עולם (ה)עשיה” – te desafio a traduzir essa introdução que está em hebraico!

“El Primer Sol” é aquela faixa que resgata a boa fase na dobradinha “Lemuria” e “Sirius B”, ambos os discos de 2004. Corais, refrãos poderosos, vozes masculina e feminina marcantes. A estonteante espanhola Rosalía Sairem contribui à altura para que a canção figure entre as melhores do disco. Christian Vidal realiza mais um de seus solos bastante bonitos que só ampliam o marcador em favor da banda. Aprecie sem moderação este belo refrão: “El primer sol! / Escucha las trompetas / El primer sol! / Desnudo me paro ante ti / O el primer sol! / Señor estoy ciego / El primer sol! / Soy yo el indicado?”. Será que é a melhor faixa do álbum? Me diga você, caro e magnânimo leitor. Em seu anúncio final, o Therion recebe o reforço das figuras que percorreram boa parte das canções. Taida Nazraić, Noa Gruman, Thomas Vikström e Snowy Shaw chegam para contar sobre “Ten Courts Of Diyu”, ou as dez cortes de Diyu que é simplesmente o inferno chinês, ou o reino dos mortos na mitologia local. É vagamente baseado em uma combinação do conceito budista de Naraca, crenças tradicionais chinesas sobre a vida após a morte e uma variedade de expansões populares e re-interpretações dessas duas tradições. O clima da canção distribui ao ouvinte um tom de despedida com um pouco de melancolia e a sensação de um novo capítulo para o próximo disco. As participações especiais são tantas que acabo quase me esquecendo dos integrantes principais. É difícil mencionar todos os nomes, sendo que nem todos os integrantes oficiais do Therion participam de todas as músicas. E como esse é um fator preponderante para construção deste mais recente álbum, e também para o adepto entender como foi organizado todo este tratado musical, será colocado cada nome e sua respectiva participação para ficar mais completo o cenário. Com exceção de Christofer Johnsson (guitarra rítmica, teclado, programação), Nalle Påhlsson (baixo) e Christian Vidal (guitarra solo), todos os outros não participaram de todas as músicas. Os integrantes oficiais que já foram citados participaram de algumas canções e outras não. Exceto o tecladista e programador Fabio “Wolf” Amurri, que também participa de todas as canções, e o coro de Israel, Hellscore. Também temos a presença do tenor Thomas Vikström (faixas 1, 2, 5, 7-11), e da soprano Lori Lewis (faixas 3, 7, 8 e 9). Os convidados especiais para a gravação de “Leviathan” foram: Marco Hietala (vocal na faixa 2); Mats Levén (vocal na faixa 9); Noa Gruman (vocal feminino na faixa 11); Björn Höglund (bateria nas faixas 1, 2, 3, 6, 8 e 9); Ally Storch-Hukriede (violino na faixa 2); Jonas Öijvall (órgão hammond nas faixas 5 e 6); Snowy Shaw (bateria nas faixas 4, 5, 7, 10 e 11); Taida Nazraić (vocal feminino nas faixas 2, 4, 11); Chiara “Dusk” Malvestiti (vocal soprano nas faixas 3, 5 e 7); Rosalía Sairem (vocal feminino nas faixas 1, 6 e 10).

Embora seja sinfônico e operístico, “Leviathan” é um álbum bem mais direto que os últimos discos do glorioso e consagrado Therion. A ideia de optar pelo mais simples fica clara logo no começo da audição com riffs mais retos e voltados para o Metal mais tradicional, influenciando todas as outras camadas sonoras contidas no disco. As partes orquestradas e líricas conduzem as canções dentro de um movimento mais singelo do que outrora, despertando o interesse daqueles que prezam por sonoridades mais curtas e sem encenações muito longas das quais acabam por deixar o som mais monótono em determinados momentos. Johnsson apostou no simples e acertou, porém, devo mencionar que nem sempre o simples por si só é o caminho ideal. Para as canções ficarem mais encorpadas faltou algo que o Epica, por exemplo, buscou e conseguiu apresentar. Ou seja, canções mais robustas e fortes, mesmo sem os exageros que o Symphonic Metal sempre trazia na maioria dos discos lançados pelas bandas pertencentes a esta vertente. Contudo, creio que o Therion esteja caminhando para algo mais evidente, que possa ser ainda mais atraente, envolvente e cativante sem perder as suas principais características conforme acontece em “Leviathan”, em que todos os elementos operísticos aparecem de forma mais suave sem forçar a barra em nenhum momento. Ficou mais previsível, mas não perdeu o encanto. E dentre os últimos trabalhos dos suecos, penso em se tratar do melhor álbum desde o citado no início “Gothic Kabbalah” realmente. Toda a pompa que encobria a tríade da boa “múzga” foi reduzida e equilibrada, tornando mais evidente essa trinca (guitarra, baixo e bateria). Seja Operatic ou Symphonic Metal, o Therion volta à cena com um álbum que faz peso sim em sua vasta discografia e digo aos que não apreciam esse tipo de som: “A Era dos teclados e harmonias exageradas que somem com as bases de guitarra já se foi.”

*Interpretatio romana é o discurso comparativo em referência à religião e mitologia romanas, como aconteceu na formação da religião galo-romana, em que romanos e gauleses reinterpretaram as tradições religiosas gaulesas em relação aos modelos romanos, particularmente o culto imperial.

“Komm ‘mit mir und reise für immer auf den Wellen der Zeit
Nimm mich auf, große Mutter, dein Traum
Fliehe vor dem Tod und zu Nerthus
Siehe in mir dein Leben, meinen Raum”

Nota: 8,7

Integrantes:

  • Christofer Johnsson (guitarra rítmica, teclado)
  • Nalle Påhlsson (baixo)
  • Thomas Vikström (vocal tenor)
  • Christian Vidal (guitarra solo)
  • Lori Lewis (vocal soprano)

Faixas:

  • 1. The Leaf On The Oak Of Far
  • 2. Tuonela
  • 3. Leviathan
  • 4. Die Wellen Der Zeit
  • 5. Aži Dahāka
  • 6. Eye Of Algol
  • 7. Nocturnal Light
  • 8. Great Marquis Of Hell
  • 9. Psalm Of Retribution
  • 10. El Primer Sol
  • 11. Ten Courts Of Diyu

Redigido por: Stephan Giuliano

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