PUBLICIDADE

Resenha: Konquest – “Time And Tyranny” (2022)

No Remorse Records

No ano seguinte ao lançamento do seu debut, “The Night Goes On”, a one-man-band, Konquest, encabeçada pelo vocalista e multi instrumentista, Alex Rossi, disponibiliza seu segundo full lenght, “Time And Tyranny”. O álbum veio ao mundo, no último dia 14 de outubro, pelo selo No Remorse Records.

   
ALEX ROSSI / Reprodução / Facebook

Aquela sonoridade com a marca do Heavy tradicional do final da década de 70 e início dos anos 80, que tanto me conquistou no disco anterior, permaneceu nesse novo trabalho. Alex seguiu demonstrando feeling e competência em tudo que por ele é executado. Sua voz tem aquela pitada de agressividade, a qual traz personalidade a sua música. Heavy Metal para relaxar e colocar a alma para viajar para os confins do infinito universo.

Assim como o seu antecessor, “Time And Tyranny” também abre suas portas com um tema instrumental, a bela “Relativity”, que tem a assinatura de Rossi, que só quem se envolve com sua música na audição se dá conta. A faixa título dá sequência à obra. Uma introdução lenta que ganha ritmo com um minuto de duração, se transformando no que chamo de puro Heavy tradicional. Um refrão que gruda na mente. Canção fantástica no mesmo nível da faixa título do debut.

“Eu posso sentir o tempo passar / Apertando seu nó ruim / Durante o dia e durante a noite caindo para apodrecer / Os minutos passam, eles não nos dão fôlego e nos jogam a semente do mal / Nos abandonam para que tentemos enfrentar a morte / Isso é tirania / Não há lugar para ficar / Tempo e tirania”

Com “Something In The Dark”, a veia Heavy continua no domínio do jogo. Novamente, surge a ótima sensação de estar ouvindo alguma preciosidade que ficou oculta em 1980. “The Light That Fades Again” tem uma atmosfera que não se nota em nenhuma canção presente no registro anterior. Suas guitarras são divinas e ela soa completamente 70’s. Rossi chegou com ferramentas novas em seu mais recente trabalho. “A Place I Call Home” chega ajoelhando e pedindo todas as bençãos aos deuses do Metal. Para mim, O “Heave Metal é um lugar que eu chamo de lar”, pois ela habita minha mente, meu coração e minha alma.

“E sua mente é um lugar que eu chamo de lar / Enquanto eu estava vivo – agora virei pedra / Eu no ar, vejo isso – a última hora de alguém chegar / Enquanto eu me deito na praia alguém vai e vem.”

ALEX ROSSI / Reprodução / Facebook

“The Traveler” tem a cara da atual NWOTHM. O que de maneira nenhuma pode ser considerado ruim, pelo contrário. Sabendo que o Konquest se apresenta como uma banda completa ao vivo, fico imaginado, se o som mantém esse clima impagável. “Enter The Warrior” é o instrumental que serve de ponte para a canção que encerra o álbum, “Warrior From A Future World”. Alex Rossi fez mais uma boa surpresa e guardou o melhor para o final. Imagine uma faixa com 8m9s, a qual reune todos os elementos que esperamos encontrar em uma música de Heavy Metal.

KONQUEST / Divulgação / Facebook

Konquest manteve, relativamente, o mesmo princípio de seu trabalho de estreia, porém, trazendo poucas novidades que foram suficientes para mostrar seu amadurecimento. Essa constatação me deixou banstante feliz, pois, estava ansioso como seria a sua sequência.

Alex Rossi, congratulazioni per un altro ottimo lavoro con Konquest.

Nota 9,1

Integrantes:

  • Alex Rossi (vocal e instrumentos)

Faixas:

  • 1.Relativity
  • 2.Time and Tyranny
  • 3.Something in the Dark
  • 4.The Light That Fades Again
  • 5.A Place I Call Home
  • 6.The Traveller
  • 7.Enter The Warrior
  • 8.Warrior From a Future World

Redigido por: Cristiano “Big Head” Ruiz

LEIA A RESENHA DO ÁLBUM ANTERIOR “THE NIGHT GOES ON” (2021):

PUBLICIDADE

Comentários

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui

Veja também

PUBLICIDADE
PUBLICIDADE
PARCEIROspot_img

Redes Sociais

30,849FãsCurtir
8,583SeguidoresSeguir
197SeguidoresSeguir
223SeguidoresSeguir
1,151InscritosInscrever

Últimas Publicações