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Os dois piores e os dois melhores: Iron Maiden

Antes de começar a choradeira, deixamos claro que este é um quadro meramente opinativo, de humor e com o intuito de entreter. “Melhor” e “pior” são conceitos subjetivos, o que é ótimo para alguns é péssimo para outros e vice versa.

Ficando estabelecido estes meros detalhes, vamos ao que interessa!

   

Na estréia deste quadro, eu disse que vocês podiam colocar o meu nome na boca do sapo caso discordassem das escolhas, mas como vocês são fraquinhos de macumba, aqui estou eu novamente, firme e forte para mais uma análise totalmente excelente dos dois melhores e dos dois piores discos de uma banda. Desta vez, os escolhidos foram eles, os britânicos mais célebres da NWOBHM: o Iron Maiden!

Sem mais delongas e indo direto ao ponto, os dois melhores são, indiscutivelmente, “Powerslave” e “The Number Of The Beast”. Claro, você pode discordar, e eu conto que você discorde, senão esse quadro não teria a menor graça…

Poderia ter colocado entre os melhores, algum outro trabalho? Poderia. Registros como “Killers”, “Piece Of Mind”, “Seventh Son Of A Seventh Son” e alguns outros, realmente teriam cacife para figurar neste humilde pódio, mas os dois escolhidos são duas obras de arte daquelas em que você escuta sem pular faixa e todos os momentos, do primeiro ao último segundo de audição, são irrepreensíveis. Começando por nossa medalha de ouro, “Powerslave” representou o ápice da fase clássica da donzela, foi nele que o quinteto de Londres alcançou o estrelato propriamente dito. Mas só por isso? Claro que não! O quinto disco de estúdio representa o pico criativo do Maiden, é nele que temos os músicos mais entrosados, confiantes e arriscando sem perder um traço sequer de suas principais características. Músicas como “Aces High”, “2 Minutes To Midnight” e a canção título, se tornaram clássicos da banda, enquanto as demais composições se destacam e vão muito além do que o esperado. “Rime Of The Ancient Mariner” é assombrosa, “Flash Of The Blade” é dona de um dos riffs mais fantásticos do Metal e os solos de “The Duellists” é uma verdadeira aula da dupla Murray/Smith.

Escolher a medalha de ouro foi relativamente fácil, a de prata nem tanto, porém, “The Number Of The Beast” a merece por diversos fatores. É o primeiro disco gravado por Bruce e, logo de cara, o novo frontman conquistou números expressivos, assim como também foi alvo de polêmicas e a tentativa frustrada de censura por conta de alguns grupos religiosos da época. Pensa numa galera que se borrou de medo do infame “666, The Number Of The Beast” do refrão, acho que esse povo achou que o próprio rei do inferno iria sair de dentro da caixa de som para caguetar que eles eram todos uns hipócritas pecadores. Vai saber, né. Mas voltando ao que interessa, aqui temos nada menos que “Run To The Hills”, “Hallowed Be Thy Name”, e a faixa título, todas essas virando hinos supremos do estilo. A bolacha ainda conta com as maravilhosas “Children Of The Damned”, “The Prisioner” e “22, Acacia Avenue”. Ta bom ou quer mais?

Ai, ai, ai, ai… agora que fãzete endoida…

Vamos combinar? Depois de ler o restante do texto, não vale se encolher em posição fetal debaixo da cama e nem chorar no banho gritando pela mamãe, ok?

Eu sei, principalmente os fãs mais novos adoram essa fase mais recente do Iron Maiden, até entendo isso. Já que foi com estes disquinhos mequetrefes que vocês conheceram a banda, nada mais justo que defendê-los, mas putz, “A Matter Of Life And Death” e “The Final Frontier” são ótimos… ótimos remédios para insônia. Sério, se o Pink Floyd tocasse Heavy Metal, provavelmente seria mais animadinho do que isso.

“A Matter Of Life And Death” é surreal! Tem 1 hora e 11 minutos de duração de pura mesmice sonora. Com exceção de um ou outro som, o restante é pra esquecer. Tem música de 6 minutos, de 7 minutos, de 8 minutos, de quase 9 minutos, dois com MAIS de 9 minutos… não dá, O pior é que as músicas são todas semelhantes, cheias de partes que saem do nada e vão pra lugar algum, sabe? Olha, se você gosta desse trem, eu to seriamente preocupado com você, certamente, seu Gardenal já deve estar vencido ou você precisa urgentemente de aparelhos auditivos. Me ajuda a te ajudar, brother, cuida da sua saúde e depois a gente volta a conversar, quando você recuperar um pouco da sanidade.

Eu tô de cara, por que se o detentor da penúltima colocação já é uma gororoba nonsense, o último lugar é pra sentir muita raiva do Steve Harris. Quem foi que falou pro tio Steve que a gente gosta de tanta música chata? É sempre a mesma patifaria, começa uma introdução lenta sem fim, ganha um pouco de velocidade ou peso, repete o refrão 897 vezes, tem uns “ô ô ô ô ô” no meio, fica lenta de novo e acaba, mas pra fechar esse ciclo, sempre leva no mínimo 8 minutos…

Vamos ver pelo lado bom, ouvir isso aqui com frequência cura até depressão, por que se você não morrer de desgosto durante a audição, amigão, tu não morre mais! “The Final Frontier” é o ápice da picaretagem. Se tiver umas duas músicas realmente boas é muito. Algum clássico? Nem pensar! Em nenhum desses dois tem, e é bom que fique claro isso.

Eu sei que você deve estar se corroendo de ódio nesse momento e querendo soltar aquele grito libertador: “cadê Virtual XI e The X-Factor nessa lista de piores?”. Sinto muito, tanto um como outro, apesar de não ter o seu ídolo mór nos vocais, são muito (mas MUITO) melhores do que “A Matter” e “Final Frontier”. Músicas como “Sign Of The Cross”, “Man On The Edge”, “Lord Of The Flies”, “Edge Of Darkness”, “Futureal”, “The Clansman” e outras, dão um banho e, além de tudo, já venceram o teste do tempo. Eu sei que agora você ficou mais brabão, e por isso, sei que minha missão por aqui se encerrou….

Como sempre, no final deste quadro, aquela foto épica pra gente admirar e esquecer um pouco os dois piores e também esquecer todas as blasfêmias (ou verdades) que eu disse. Saca só essa imagem, meu amigo!

Gostou? Não gostou? Faz parte. Isso aqui é apenas diversão.

Preparem seus bonequinhos de vodu e comecem a me espetar por que senão eu volto na semana que vem pra falar mal de outra banda que vocês gostam. Não é ameça, é promessa. E pode ser o Manowar, hein… “pode ser”…

Deixa a sua curtida, compartilha, comenta e manda pra aquele seu amigo fãzete, por que… a treta é never ends!

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