Metallica: “Ele é um baterista brilhante. Uma das melhores pessoas que se pode conhecer”, diz Bill Ward sobre Lars

Metallica: "Ele é um baterista brilhante. Uma das melhores pessoas que se pode conhecer", diz Bill Ward sobre Lars
(Image credit: KMazur/Getty)

No programa de rádio comandado por Bill Ward, o icônico baterista do Black Sabbath e apresentado na 99.1 KLBP-FM, em Long Beach, e também pelo site da emissora, o músico lendário resolveu tocar “Enter Sandman”, do Metallica. Isso foi recentemente em dezembro de 2025, durante uma das edições do L.A. Radio Sessions.

Depois da música, Bill Ward acabou puxando assunto sobre Lars Ulrich. Ele falou do baterista com a naturalidade de quem o conhece há anos, destacando a convivência de longa data entre os dois e o respeito que sempre existiu nessa relação. Bill disse:

“Lars, antes de mais nada, é o cara mais abraçável. [Risos] Claro que estive com ele recentemente [no evento ‘Back To The Beginning’], e fiquei muito feliz por termos podido passar um tempo juntos antes, quando fizemos o último show com o Black Sabbath, e conversamos, acho, por cerca de uma hora sem parar. Quer dizer, quando eu e ele começamos a conversar — ​​é um pouco como quando estou com o Johnny Kelly do Type O Negative, para ser honesto. Aliás, sabe de uma coisa?! Isso vale para todos os bateristas que conheço. Mas nos abraçamos bastante o tempo todo. E compartilhamos muitas coisas. Há muita história entre nós. Há muita honra entre nós. Eu sei que ele é um grande fã do Black Sabbath e eu sou um grande fã do Metallica. Eu simplesmente amo o Metallica. Eu amo a bateria de Lars. Ele teve que se encontrar, assim como toda a banda; eles encontraram um nicho, um lugar onde podem existir e dominar no heavy metal.

Quando os conheci, eles eram muito jovens — todos os caras eram muito jovens. Acho que conheci o Lars quando ele tinha uns 18 ou 19 anos, no máximo. Então, eles criaram sua própria sociedade e um gênero musical próprio. E é um nome tão fantástico, Metallica.

Lars é um baterista brilhante. Ele é perseverante, trabalha duro. Eu o vi trabalhar duro. E ele é um cara muito legal. E, de novo, eu não sei o que acontece com esses bateristas, mas todo mundo tagarela — ‘tagarelar’ é o termo usado em Aston para ‘falar muito’ — então, quando nos reunimos, ele fala o tempo todo, para ser honesto, e aí eu tento encontrar uma brecha onde, se ele ficar em silêncio enquanto respira, eu consigo falar alguma coisa.

Eu o amo demais. Quando o abraço, ele poderia ficar ali para sempre. Amo a família dele. Amo o jeito que ele toca. Então, ele é simplesmente uma das melhores pessoas que se pode conhecer.”

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