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Megadeth: “ele é sempre muito convidativo para nós trabalharmos como uma banda”, diz Dirk sobre Mustaine

Recentemente, publicamos a notícia de que o Megadeth já se encontra trabalhando em novas músicas que irão figurar no álbum que irá suceder “The Sick, The Dying… And The Dead!”, último trabalho de estúdio lançado em 2022.

   

O baixista James Lomenzo corroborou as falas do boss, Dave Mustaine, e, em uma nova entrevista concedida ao Look Meg, o baterista Dirk Verbeuren comentou sobre o processo atual de composição:

“Estou feliz com isso. Estou muito animado para fazer isso de novo. Foi muito divertido criar ‘The Sick, The Dying… And The Dead!’. E quando este novo álbum estiver pronto, eu estarei lá. Estou feliz em começar a trabalhar com Teemu Mäntysaari, que agora se juntou à banda. Acho que ele vai contribuir com muitas coisas legais. E, claro, James LoMenzo também, ele é um baixista incrível com muita história. Ele já esteve em alguns álbuns do Megadeth antes, então ele também sabe como o Megadeth soa. E então, sim, vai ser muito legal estar com esses dois caras. E, claro, com Dave, apenas nos reunirmos e ver o que podemos fazer.”

Reprodução

Sobre a velha história de que Dave Mustaine é um cara muito centralizador, Dirk menciona a liberdade que todos na banda tiveram para enviar suas colaborações no último registro:

“Dave nos convidou desde o início para trazer ideias, seja um riff de guitarra, uma batida de bateria, uma letra, qualquer coisa. Qualquer ideia que tivéssemos, ele dizia, ‘só coloque aqui…’. Temos algumas pastas, algumas pastas do Dropbox. ‘Só coloque lá.’ Então, enquanto trabalhávamos juntos em 2019, estávamos todos juntos nesta casa. E ele apenas ouvia algumas coisas. E se surgisse algo que ele dissesse, ‘oh, isso é legal’, então trabalhávamos juntos. E foi assim que Kiko Loureiro, é claro, acabou escrevendo uma boa parte do álbum. Foram algumas músicas que ele trouxe e também algumas ideias que acabaram em músicas junto com os riffs de Dave. E o mesmo para mim. Eu tenho um riff na música ‘Night Stalkers’. E então a música ‘Life In Hell’, que é a segunda música do álbum, é baseada em uma demo que eu também coloquei lá. E Dave simplesmente gostou. Ele pensou, ‘oh, essa é uma ideia legal aí’. Então ele começou a aprender e meio que melhorar os riffs de guitarra e eventualmente virou a música, sabe. Então ele foi muito aberto, e ele ainda é, ele é sempre muito convidativo para nós trabalharmos como uma banda. Ele não quer que seja, ‘oh, eu sou Dave. Eu vou te dizer o que fazer’. Claro, no final, nós fazemos tudo junto com ele, então ele toma a decisão final, porque isso é normal. Mas é muito mais um processo de banda do que pensam.”

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