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Live Review: Overload Beer Fest com Tankard e Overkill

  • Overload Beer Fest com Tankard e Overkill
  • (Abertura: Blasthrash, Surra, D.F.C e Ratos de Porão)
  • 03 de fevereiro de 2019 – Carioca Club – SP

A organização do Overload Beer Fest

Antes de mais nada, eu não poderia começar essa resenha de outra maneira que não fosse elogiando a organização do evento e o comparecimento do público que lotou o Carioca Club tanto na pista quanto nos camarotes. Além disso, a qualidade de som também estava satisfatória. Assim sendo, estão todos de parabéns.

   

Em primeiro lugar, tocaram as bandas nacionais. Assim que cheguei ao local, já estava terminando o show do Blasthrash, primeira banda a se apresentar. Em seguida, tocaram Surra, D.F.C e Ratos de Porão que empolgaram o público presente com suas apresentações. Porém, a maior ansiedade era assistir as duas bandas principais, Tankard da Alemanha e Overkill dos Estados Unidos da América, as quais fazem parte de duas escolas de Thrash Metal completamente distintas.

Tankard

Foi então que, por volta das 19h30, Tankard iniciou o seu show com a canção título do mais recente álbum da banda, “One Foot In The Grave”. Logo depois, levaram a galera ao delírio tocando dois clássicos, “The Morning After” e “Zombie Attack”. Contudo, os alemães não ficaram presos as clássicos em sua apresentação. Como resultado, foram somente cinco músicas da fase consagrada contra 12 canções das fases posteriores.

Após “Zombie Attack”, eles tocaram sequencialmente: “Not One Day Dead”, “Rapid Fire”, “Rules For Fools”, “Die With A Beer In Your Hand”, “Minds On The Moon”, “Rest In Beer”, “Pay To Pray”, “Metal To Metal”, “Rectifier”, “The Beauty And The Beast” para só ai então voltar a tocar uma clássica, “Chemical Invasion”. “Rest In Beer (R.I.B)” foi um show a parte com intensa participação da plateia entoando em coro o trecho semelhante a um canto gregoriano, presente na canção.

Logo após tocar “Chemical Invasion”, a banda “encerrou” o show antes de retornar para o bis que começou com a clássica “Alien”. Depois, foi a vez de “A Girl Called Cerveza”, que é um dos seus clássicos mais atuais e afim de encerrar, “Empty Tankard”.

Houve rumores que a apresentação do Tankard em Limeira, que ocorrera no dia anterior, havia desagradado a maioria do público, mas não sei da veracidade dessa informação. Eu não estive presente em Limeira, mas sei que em São Paulo o Tankard agradou e muito. Gerre, apesar de bem mais magro, foi o mesmo frontman de sempre, simpático, educado e interativo com os fãs.

Overkill

Enfim, por volta das 21h15, deu-se início ao show mais aguardado do Overload Beer Fest. Overkill foi arrasador desde tocou sua primeira canção até o fim. A abertura foi com a destruidora “Mean, Green, Killing Machine” do álbum “The Grindind Wheel”, logo depois, a banda mandou a clássica “Rotten To The Core”, já levando os presentes ao êxtase. No entanto, o momento mais lindo do festival, aconteceu depois das canções “Eletric Rattlesnake” e “Hello From The Gutter”, quando Overkill tocou o seu grande hino juntamente com o plateia em um só coro, “In Union We Stand”.

Não houve como não se arrepiar, pois foi extremamente emocionante. A apresentação seguiu com as canções “Coma”, “Infectious”, “Goddam Trouble”, assim como a clássica “Wrecking Crew”, do álbum “Taking Over”. Na sequência, apresentaram o single do seu novo álbum, “The Wings Of War” que chegaria, posteriormente, em no 22 de fevereiro de 2019. “Head Of A Pin”, disponível em versão de lyric vídeo no Youtube, mostrou potencial ao vivo. Em suma, as excelentes expectativas se concretizaram com o lançamento da décimo nono álbum do Overkill.

Encerrando o show em alta temperatura

Para aquecer ainda mais a platéia, o show seguiu com a clássica “Hammerhead” e a ultra pesada “Ironbound”, que faz parte dos clássicos atuais da quinteto. Após deixar o palco por breves instantes, a banda voltou com a absoluta “Elimination”, fazendo com que a temperatura no mosh pit chegasse, dessa forma, ao seu ápice. O show encerrou com uma mistura entre as canções “Fuck You” e “Sonic Reducer” que são covers gravados pelo Overkill em sua fase old school.

Overkill deu uma aula de Thrash Metal e mostrou que merecia muito mais reconhecimento do que tem. Bobby Blitz impressionou a plateia com sua performance e afinação fantásticas. Para os que estiveram presente e para os bons entendedores, meio trocadilho basta, o show do Overkill foi um exagero de bom.

Tankard, set list:

  • 1.”One Foot In The Grave”
  • 2.”The Morning After”
  • 3.”Zombie Attack”
  • 4.”Not One Day Dead”
  • 5.”Rapid Fire”
  • 6.”Rules For Fools”
  • 7.”Die With A Beer In Your Hand”
  • 8.”Minds On The Moon”
  • 9.”Rest In Beer”
  • 10.”Pay To Pray”
  • 11.”Metal To Metal”
  • 12.”Rectifier”
  • 13.”The Beauty And The Beast”
  • 14.”Chemical Invasion”
  • 15.”Alien”
  • 16.”A Girl Called Cerveza”
  • 17.”Empty Tankard”

Overkill, set list:

  • 1.”Mean, Green, Killing Machine”
  • 2.”Rotten To The Core”
  • 3.”Eletric Rattlesnake”
  • 4.”Hello From The Gutter”
  • 5.”In Union We Stand”
  • 6.”Coma”
  • 7.”Infectious”
  • 8.”Goddam Trouble”
  • 9.”Wrecking Crew”
  • 10.”Head Of A Pin”
  • 11.”Hammerhead”
  • 12.”Ironbound”
  • 13.”Elimination”
  • 14.”Fuck You”/”Sonic Reducer”

Redigido por Cristiano “Big Head” Ruiz

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