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Resenha: 5th Machine – Back In Time (2020)

“Back In Time” é o debut da banda brasileira de Hard Rock, 5th Machine.

   

Em 2020, tive o prazer de resenhar alguns dos melhores trabalhos de Hard Rock que foram lançados. “Passion”, “Black Swan” e “H.E.A.T” já haviam sido degustados por mim e aprovados em minha análise, porém, nada é comparável a resenhar o álbum de estreia de uma banda brazuca.

“Back In Time” é o debut do 5th Machine, sexteto nascido em Barretos/SP no ano de 2016, e que garanto que não deve em nada para as bandas supracitadas nesse parágrafo.

Divulgação / Facebook / 5th Machine

Back In Time”

O título do álbum “Back In Time”, que também batiza um single do mesmo, é a tradução do sentimento despertado pela audição de suas onze canções. A sonoridade 80’s é predominante em praticamente todas as composições. Notável é a influência sonora em Van Halen, porém não passa de influência. Pois a banda realiza tudo com a sua própria personalidade. A veia AOR (Adult Orient Rock) eleva ainda mais o nível da sonoridade.

Guma e Tiago Fusco

A competência dos guitarristas Guma e Tiago Fusco, ao mesmo tempo, em riffs e solos é indiscutível. Embora todos sejam magníficos, eu destaco o belo solo da canção “The Wind”, segunda faixa do disco, a qual também é single.

Ao contrário das bandas de Hard Rock que tendem ao Arena Rock (AOR), a voz de Fábio Cabral não soa datada. Ou seja, ele tem uma maneira singular de interpretar esse subgênero, eu, pelo menos, não encontrei nenhuma referência marcante em sua voz na execução das onze faixas do full-lenght. Aliás, a performance dele na penúltima música, “For All The Young”, é minha favorita.

Carol Fusco

Outro ponto forte na sonoridade do 5th Machine é a tecladista Carol Fusco. Seus arranjos deixam as canções ainda com mais cara de anos 80, pois ela, inclusive, também demonstra talento para solar. Além disso, o som de seu solo na faixa de abertura, a homônima 5th Machine, me lembra o timbre mais utilizado pelo saudoso Jon Lord, eterno tecladista do Deep Purple, banda clássica do Hard Rock britânico. O baixista Éder Zavanella assim como o baterista Boris Boroski dão estrutura e sustentação, precisamente, perfeitas à sonoridade da banda. Eles são impecáveis.

Entre as baladas, minha favorita é “The Song Of A Beggar”, porém aquela que eu elegi como a minha queridinha do disco é “Dreaming Nights”, pois considero a mais bem elaborada, com mais alternância rítmica, recheada de técnica musical, possuindo um refrão grudento, sendo um show à parte de feeling e dinâmica. Ela é a cereja desse bolo.

Reprodução / Facebook / 5th Machine

Ressalto que 5th Machine teve um início espetacular. Oxalá, outros álbuns venham no mesmo nível que esse ou ainda melhores. Presto minhas congratulações a essa elogiável obra batizada de “Back In Time”.

Super aprovada e indicada, portanto, aos fãs de Hard Rock e AOR. Vale cada segundo a audição.

Nota 8,9

Integrantes:

  • Fábio Cabral (vocal)
  • Boris Boroski (bateria)
  • Carol Fusco (teclados)
  • Éder Zavanella (baixo)
  • Guma (guitarra)
  • Tiago Fusco (guitarra)

Faixas:

  • 1.5th Machine
  • 2.The Wind
  • 3.The Song Of A Beggar
  • 4.Mirrors And Bones
  • 5.Until The End Of Time
  • 6.Say No To Time
  • 7.Home
  • 8.Take Me away
  • 9.Dreaming Nights
  • 10,For All The Young
  • 11.Back In Time
   

Redigido por Cristiano “Big Head” Ruiz

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