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Helloween: ainda magoado, Roland Grapow comenta a reunião Pumpkins United

Roland Grapow, ex-guitarrista do Helloween, ainda tá magoado com sua ex-band. Muitas separações não são nada amigáveis e dentro do Heavy Metal temos uma enormidade de exemplos sobre formações maravilhosas que não deram certo por um motivo ou outro.

   

Um dos casos mais lembrados para os fãs do Power Metal foi o rompimento do Helloween com a dupla Roland Grapow e Uli Kusch, após a turnê do álbum “The Dark Ride”.

Reza a lenda que Michael Weikath não gostou da sonoridade mais pesada do álbum e que este direcionamento teria sido imposto por Grapow e Kusch. Muitos anos depois da saída dos membros, Andi Deris consedeu entrevistas dando a entender que seus antigos colegas de banda tinha roubado o Helloween.

Em recente entrevista ao Blabbermouth, o guitarrista Roland Grapow relembrou aqueles dias em que ele havia sido demitido do Helloween e estava focado no Masterplan. Quando questionado se ele se lembrava das consequências exatas de ter sido demitido no final de 2001, ele disse:

“Na verdade, não. Quando comecei o Masterplan, não pensava mais muito neles. Depois, acabei os encontrando na Suécia ou na Finlândia, não me lembro bem, mas foi em um festival. Já fazia seis anos. Eu estava no hotel e quando os vi, disse, ‘olá, como vai?’ Eles tentaram fugir de mim. Eu pensei: ‘vamos lá, pessoal. Nós nos divertimos muito naqueles tempos. Tivemos um período difícil também. Mas depois de 15 anos? Vocês deveriam se lembrar das melhores partes’. Agora estamos com mais de 20 anos desde que tudo aconteceu. Conversei com eles algumas vezes. Os vi novamente aqui na Eslováquia, onde moro. Fui aos shows recentes porque conheço o promotor daqui. Vi Kai Hansen muitas vezes, ele veio a um Concerto do Masterplan em Hamburgo. Estive em contato com Michael Kiske um pouco. Tudo parecia bem. Há 10 ou 12 anos, fui a Tenerife para me encontrar com Weiki Weikath e ouvi rumores antes da reunião acontecer. Eu pensei: ‘ok. Talvez eles pensem em mim’, mas nada aconteceu e eu me senti mais negativo porque todos os fãs me escreveram perguntando sobre isso. Essa é a questão: ‘por que você não faz parte disso?’ Então ouvi alguns comentários ruins de Andi Deris, há cerca de dois anos. Ele inventou uma história que considerei um absurdo. Isso me deixou mais triste do que não fazer parte desta reunião.”

Neste momento ele foi questionado se acha que isso aconteceu devido à percepção de que “The Dark Ride” era um álbum de Roland Grapow. Ele disse:

“Isso é a maior fantasia. Para ser sincero, o empresário e produtor, Roy Z, foi o grande responsável pelo disco ser como ele é. Tivemos a ideia de fazer algo mais sombrio, como o oposto de ‘Chameleon’. E foi o que fizemos. Todos adoraram o álbum quando estávamos fazendo isso, exceto Weiki. Todo mundo estava orgulhoso disso. Então, quando fomos demitidos, um ano depois, eles falaram que a culpa era minha, o que não é verdade. Mas estou orgulhoso de que ‘The Dark Ride’ foi meu último álbum com eles. Acho que é realmente poderoso, diferente e forte. Minha contribuição estava em todos os lugares. Toquei 75% de todas as guitarras base e mais solos que Weiki. Ele escreveu apenas duas músicas. Estou muito orgulhoso disso. Os fãs ainda me escrevem sobre isso.”

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