6 ótimas músicas inspiradas em Frankenstein

6 ótimas músicas inspiradas em Frankenstein
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Se tem uma coisa que eu amo, como fã de literatura de terror/sci-fi e heavy metal, é ver aqueles meus monstros favoritos ganhando vida em forma de música. E nada melhor que o metal pra isso! O mais legal é ver, ou melhor, ouvir, como cada banda interpreta essa história à sua maneira. Alguns mergulham no lado sombrio e angustiado do monstro, outros exploram a obsessão do cientista ou até brincam com a ideia de criar algo totalmente bizarro e fora do comum, mas com a energia que só o metal/rock podem oferecer.

Resgatei algumas músicas que capturam a essência do cientista louco, da criatura rejeitada e de toda aquela atmosfera de horror clássico que eu acho incrível.

“Frankenstein” (Iced Earth)

Uma das mais diretas. A música faz parte do álbum “Horror Show” (2001), que é um álbum conceitual sobre monstros clássicos (Drácula, Frankenstein, etc.). A letra de “Frankenstein” traz o ponto de vista do criador e da criação: obsessão de recriar vida, a linha tênue entre ciência e loucura, quem é o monstro de verdade.

“Dr. Stein” (Helloween)

Essa aqui é meio irônica, meio divertida, mas serve como metáfora clara. O Dr. Stein é claramente uma alusão a Victor Frankenstein: cientista que cria criaturas bizarras, mistura DNA, clona, etc. É power metal com cara de humor sombrio. A música diz que Dr. Stein “cria criaturas engraçadas” etc.

“Frankenstein” (Accept)

Eu gosto muito desse som. É uma das mais recentes do glorioso Accept, e é muito interessante: eles contam a história clássica do “Frankenstein” do ponto de vista do monstro. Retratam o monstro e seu tormento de existir, de ser odiado e temido pela sociedade, etc.

“Franckensteina Strataemontanus” (Carach Angren)

A minha preferida! Ela faz parte do álbum conceitual de mesmo nome, lançado em 2020 pelos contadores de histórias da Holanda. Reconta ou explora a vida de Frankenstein e Johann Konrad Dippel (que supostamente serviu como uma das inspirações históricas para Mary Shelley). As letras falam sobre experimentos com cadáveres, alquimia, obsessão, etc. É black metal sinfônico com horror de cinema, com toda atmosfera gótica que se espera. O clipe é uma obra de arte repleta de nostalgia! Confira:

“Nailed by the Hammer of Frankenstein” (Lordi)

Uma música menos “romance literário” e mais metáfora / imagem de festa monstruosa, violência, exagero, mas o nome “Frankenstein” aparece explícito, com a ideia de “martelo” (ferramenta de criação / punição?) e uma estética de monstro de palco. É puro fun metal/horror rock, mais voltado para o espetáculo. É superdivertida!

“Teenage Frankenstein” (Alice Cooper)

Nada melhor que fechar com chave de ouro com alguém que é tão apaixonado por terror e por Frankenstein como Alice Cooper. A canção trilha sonora de “Sexta-Feira 13 Parte VI” (1986), foi usada como uma metáfora para a sensação de isolamento e estranhamento típica do adolescente desajeitado e considerado pouco atraente.

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