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Stryper: “Cheguei à conclusão de que o ódio por essa banda vem do ódio por Deus”, diz Michael Sweet

Stryper: "Cheguei à conclusão de que o ódio por essa banda vem do ódio por Deus", diz Michael Sweet

reprodução / Facebook / Stryper

O vocalista da banda Stryper, Michael Sweet, desbafou sobre as críticas que a banda recebe e sempre recebeu por parte dos antirreligiosos da comunidade do Metal. Segundo o cantor, o “hate” que o Stryper vem do ódio que essas pessoas sentem por Deus. Ele contou como lida com essas críticas e, afirmou que a banda não tem nada a provar. Através de suas redes sociais, ele disse:

“Estou apenas pensando alto. Cresci em uma família musical. Todo mundo (e quero dizer todo mundo mesmo) toca um instrumento e/ou canta. Não apenas bem, mas muito bem.

Meu pai é um ótimo cantor e compositor. Ele foi coautor de uma música country número um em 1976. Minha mãe também. Minha mãe fazia parte do trio que cantava no show itinerante “Gunsmoke” (James Arness) no final dos anos 50. Minha tia Reba e minha avó (Maxine) eram as outras duas que formavam esse trio. Minha irmã também é uma cantora incrível!

Cresci em estúdios quando era criança. Meu pai (e minha mãe) estavam sempre gravando. Estúdios locais e grandes. Eles eram gerenciados por Mike Curb nos anos 60 e participaram de alguns filmes do tipo “Beach/Dune Buggy”. Sempre fazendo shows, sempre fazendo música.

Então, quando as pessoas dizem que somos ruins, eu só rio ultimamente. Que coisa ignorante de se dizer. A música está no nosso sangue. No nosso DNA. Compor música está no meu sangue, no meu DNA. Podemos não ser destruidores ou músicos chamativos, mas, para ser sincero, fico feliz que não sejamos. No entanto, temos nosso próprio som e estilo únicos.

Algumas pessoas simplesmente adoram odiar. Nos odeiam. Ciúme, inveja? Quem sabe. Quem se importa? Cheguei à conclusão de que o ódio por essa banda vem do ódio por Deus. É profundo. É triste. É patético. É superficial. É inútil.

Não temos nada a provar. Quebramos todos os limites, todas as regras e todas as estatísticas. E isso só irrita ainda mais os haters. Às vezes, conquistamos os de mente fechada. Às vezes, não.

Apesar disso, conquistamos mais do que poderíamos imaginar. Somos abençoados, escolhidos e gratos. E ainda não terminamos.”

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