Stillbirth: conheça o Brutal-Surf-Death-Party Metal com “Survival Protocol”

A máquina alemã do brutal-surf-death-party metal, Stillbirth, soltou mais uma bomba sonora em nossas cabeças com o lançamento de Survival Protocol, seu nono álbum de estúdio, no último dia 31 de outubro via Reigning Phoenix Music. O novo trabalho chegou como sucessor de Homo Deus (2023), reafirmando a reputação da banda de Hagen como uma das forças mais extremas e divertidamente caóticas do metal moderno.

Mergulhado em uma paisagem distópica, Survival Protocol conduz o ouvinte diretamente ao coração do abismo. As faixas transitam entre o peso absoluto e momentos inesperadamente melódicos. “Existence Erased” abre o álbum com uma avalanche de riffs e guturais infernais. Enquanto isso, “Trapped in Darkness” e “Cult of the Green” mergulham em territórios sombrios e apocalípticos. A banda ainda surpreende com interlúdios acústicos que servem como respiro antes de mais ondas de destruição auditiva.

Os destaques do álbum

Entre as músicas liberadas antes do lançamento estão “Baptized in Blood”, “Sacrificial Slaughter” e “Throne of Bones” — esta última, um verdadeiro espetáculo de percussão que certamente combina fúria rítmica e groove pesado. Já “Baptized in Blood” traz uma falsa sensação de calmaria antes de mergulhar em um massacre sonoro. Por último, “Sacrificial Slaughter” resume o espírito do álbum: intensidade brutal, humor sarcástico e riffs que sangram brutalidade.

Com mais de duas décadas de carreira, o Stillbirth continua a reinventar o caos com uma assinatura única que mistura Death Metal, Grindcore, Deathcore e Slam, sempre com uma atitude debochada e energia devastadora. Sob o comando de Lukas Swiaczny (vocais), o grupo promete que Survival Protocol será seu disco mais implacável e refinado até hoje. Enfim, uma celebração apocalíptica onde o fim do mundo vem embalado por blast beats, pig squeals e uma festa infernal garantida.

Paulistano, nascido em 1981, fã de Rock e Heavy Metal desde criança. Idealizador, fundador e criador do Mundo Metal. Valoriza tanto os clássicos como as novas gerações. Assíduo frequentador de shows e se considera um organismo movido à música.
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