Sabaton lança novo videoclipe épico para “Crossing The Rubicon”

O Sabaton lançou o aguardado videoclipe de “Crossing The Rubicon”, uma das faixas mais comemoradas do álbum “Legends”, disponibilizado em 17 de outubro. A banda sueca abraça novamente sua veia histórica ao transformar um dos momentos mais emblemáticos da antiguidade — a travessia do rio Rubicão por Júlio César — em uma narrativa musical poderosa. Além disso, a faixa segue em ascensão nas rádios internacionais após ganhar uma versão especial com Jonny Hawkins e Mark Vollelunga (Nothing More).
Gravado em Sabbioneta, na Itália, o novo videoclipe destaca a energia teatral do grupo dentro do lendário Teatro all’Antica, um dos mais antigos do continente. A estreia mundial aconteceu em grande estilo no dia 4 de dezembro, no O2 Arena em Londres, durante a The Legendary Tour 2025. O show arrancou aplausos de mais de 20 mil fãs que lotaram a arena.
A apresentação também contou com a participação da The Legendary Orchestra, composta por artistas como Mia Asano, Patty Gurdy e Noa Gruman, que ampliaram o espetáculo com arranjos sinfônicos e uma ambientação cinematográfica.
Um videoclipe histórico para uma faixa grandiosa
Segundo o baixista Pär Sundström, a produção fluiu com naturalidade graças ao clima inspirador do teatro e à dedicação da equipe envolvida. O grupo filmou durante dois dias, sempre no período noturno, já que o local funciona como museu ao longo do dia.
Essa limitação acabou reforçando o caráter dramático das cenas, que mesclam arte, história e a estética característica do Heavy Metal épico do Sabaton. Enquanto “Legends” revisita figuras como Joana D’Arc, Napoleão Bonaparte e Miyamoto Musashi, é “Crossing The Rubicon” que surge como o foco da nova fase visual.
A música evidencia a proposta do álbum: unir guitarras melódicas, coros grandiosos e narrativa histórica de forma eficiente. Com edições físicas variadas — incluindo versões em CD, vinil e box limitado — o disco reafirma o momento de expansão do Sabaton, que mais uma vez entrega ao público uma obra que apesar das críticas, respeita a história sem perder a força da música pesada contemporânea.