Ruidos & Sonidos: Mägo de Oz [Espanha]

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Ficha técnica

País de Origem: Espanha

Estilo: Heavy Metal /Folk Metal / Celtic Metal / Power Metal

Discografía: Mägo de Oz (1994), Jesús de Chamberí (1996), La Leyenda de La Mancha (1998), Finisterra (2000), Gaia (2003), Belfast (2004), Gaia II: La Voz Dormida (2005), La Ciudad de Los Árboles (2007), Gaia III: Atlantia (2010), Gaia: Epílogo (2010), Hechizos Pócimas y Brujería (2012), Ilussia (2014), Finisterra Ópera Rock (2015), Ira Dei (2019), Bandera Negra (2021).

Ano de Atividade: Ativa

Line up atual: Zeta (vocais), Patricia Tapia (vocais), Txus di Fellatio (bateria, vocais adicionais), Mohamed (violino), Josema (flauta, bagpipes, whistle, bodham), Fernando Mainer (baixo), Javier Díez (teclados,), Manuel Seoane (guitarras), Víctor de Andrés (guitarras).

Introdução

É fato que alguns países tornaram-se referências quando o assunto é Heavy Metal.

Em alguns casos, algumas bandas conseguem chamar a atenção não apenas por sua música de qualidade mas principalmente por seu país de origem, cuja tradição é a de revelar grandes nomes dos mais variados gêneros. Alemanha, Suécia, Dinamarca, Reino Unido, Finlândia, Noruega, fazem parte da lista de países denominados “berços”, quando estes revelam novos nomes.

Porém, na maioria das vezes os grupos que despontam e ganham notoriedade, usam o inglês (idioma) como linguagem principal, caso queiram explorar outras fronteiras e atingir o maior número possível de ouvintes e admiradores de sua arte.

Isso é uma regra? Não, Definitivamente não é! No entanto, está claro que são poucos os grupos que conseguiram um lugar mais alto do pódio cantando em sua língua mãe, principalmente se o estilo escolhido for o Heavy Metal. Por inúmeros motivos, as bandas se abstêm de seu idioma e passam a usar o inglês como conexão direta com seus fãs e claro, visando o sucesso.

Como exceção é algo que se aplica a tudo e a todos, na música não poderia ser diferente e “regras” foram quebradas. Nadando contra a maré e conseguindo se firmar em sua proposta e principalmente, sendo fiéis à sua sonoridade e aos seus fãs, alguns desses grupos foram ou ainda são grandes nomes dentro de seu país de origem. Em alguns casos, a banda consegue ser grande também em outros países.

Algumas delas carregam consigo status de “Grande”, lotando arenas, vendendo milhares de discos e principalmente, sendo muito bem reconhecidos por seus fãs devotos. Para falar um pouco sobre estas bandas e suas trajetórias, mergulhamos no mundo do RUIDOS & SONIDOS. De lá, trouxemos discos (ainda) desconhecidos por muito, mas que a partir de agora podem ser conferidos através de nossas dicas e recomendações.

Em nosso 4º capítulo, falaremos um pouco sobre a trajetória do MÄGO DE OZ, banda espanhola formada no final dos anos 80, dona de extensa discografia, além de singles, vídeos (VHS), live álbuns, compilações, etc, e que figura na lista de grandes representantes do Metal Espanhol.

Oriundo de Madrid (Espanha) e formado em maio de 1989 pelo baterista Txus Di Fellatio, o grupo gravou quatro Demos entre 1989 e 1992, antes de chegar ao álbum de estreia que dava as caras dois anos depois, em 1994.

Mägo de Oz, álbum de estreia foi lançado em junho de 1994 e apesar de apresentar um ótimo trabalho, o grupo não obteve sucesso nas vendas já que o disco teve baixa vendagem, servindo apenas para mostrar a sonoridade do grupo aqueles que ainda não os conhecia (na época).

Contendo 10 faixas que transitam entre o Rock e o Folk Rock, o disco é um trabalho bacana, apesar da produção que não ajuda muito, porém, é sempre compreensível quando se trata de trabalhos de estreia. Principalmente os de bandas daquela época. O disco ainda traz dois covers, sendo o primeiro “Gerdundula” do Status Quo e “Gimme

Some Lovin’ de Spencer Davis Group, que ficaram bem interessantes nas versões dos espanhóis. Apesar dos números baixos de vendas e das primeiras mudanças de formação, o grupo lança em dezembro de 1996, Jesús de Chamberí, segundo e excelente trabalho de inéditas. Conceitual e trazendo uma produção mais pomposa, agora sob os cuidados da gravadora Locomotive Music, o álbum enfim foi bem recebido, obtendo grande sucesso na Espanha.

A turnê batizada de “Via Crucis Tour”, trouxe resultados positivos para a banda que começava a desfrutar de um certo sucesso em seu país. O disco é uma Ópera Rock sobre um Jesus moderno em Madrid e aqui a banda critica fortemente a Igreja Católica.

Em 1997 o grupo resolveu revisitar o disco de estreia e dele foram escolhidas cinco faixas para serem regravadas, incluindo a já citada versão para “Gerdundula” do Status Quo. O disco (na verdade um EP) recebeu o nome de “La Bruja” e desta vez obteve a devida atenção, levando o grupo a participar de importantes festivais.

Em 02 de outubro de 1998 o grupo lança La Leyenda de La Mancha, terceiro álbum da carreira e mais uma vez o disco trazia um tema principal, Dom Quixote, obra de Miguel de Cervantes. O novo trabalho contém 12 faixas inéditas e um cover para “Temple of The King” do Rainbow, aqui batizada de “El Templo del Adíos”. O sucesso do álbum fez com que o sexteto embarcasse numa longa e extensa turnê (115 shows ao todo) chamada de “The Riiiichal Tour”.

Alguns singles antecederam o lançamento de Finisterra, também chamado de “Fölktergeist”, novo álbum (Duplo) que chegava às lojas em maio de 2000. O disco conta com quatro faixas covers, que aqui ganharam excelentes regravações com letras e títulos em espanhol. São elas: Kelpie(Jethro Tull), Maite Zaitut (Gwendal), Scarborough Fair (Simon & Garfunkel) e Rainbow Eyes (Rainbow).

A banda embarcou em uma nova turnê e segundo os músicos, mais “ambiciosa”, trazendo cenários e palcos mais detalhados, além de números de pirotecnia. O resultado positivo e o sucesso da turnê de divulgação rendeu ao grupo o primeiro DVD da carreira. A versão DVD, apresenta versões para “Man on The Silver Mountain” (Rainbow), trazendo a participação de Doro Pesch (Warlock) e “Dust In The Wind” do Kansas, que em espanhol virou “Pensando En Ti” e foi contemplada com um videoclipe.

Em setembro de 2003 o grupo lança Gaia, novo álbum de inéditas e o primeiro de uma trilogia. Baseado no livro de Hernán Cortés, a história gira em torno da conquista dos espanhóis sobre os Astecas. A banda realizou grandes shows pela América do Sul, porém o disco não agradou os antigos fãs que não gostaram da sonoridade excessiva (segundo eles) de violinos e flautas, deixando as guitarras em segundo plano. Ainda segundo os fãs, a banda estava soando mais Hard Rock e menos Heavy Metal.

*De fato há momentos mais “celtas” perpetuando no decorrer de suas 12 faixas, mas dizer que o disco soa mais Hard Rock, chega a ser exagero.

Em 2004 o grupo entra em estúdio e meses depois lança Belfast, álbum contendo 12 faixas e dentre elas, versões para clássicos de nomes como Uriah Heep, Whitesnake, Rata Blanca, Elvis Presley, etc. As versões receberam letras em espanhol. Exceção apenas para “Somewhere Over The Rainbow” (Israel Kamakawiwo’ole) e “Belfast” (Boney M) cujas letras não foram mudadas.. O vocalista Nils Patrik Johansson (Astral Doors, Civil War, Wuthering Heights, etc) faz participação especial na faixa título. Segundo a banda, o título do álbum é uma homenagem à cidade irlandesa de Belfast.

Em 2005, o grupo lança Gaia II-La Voz Dormida, segundo capítulo da saga iniciada em 2003. O novo CD (Duplo) traz quinze faixas inéditas, além dos covers para “Mañana Empieza Hoy” (Hymn) do Ultravox e “En Nombre de Dios” (Gates Of Babylon) do Rainbow.

Em novembro de 2007 o grupo lança La Ciudad de Los Árboles, oitavo álbum da carreira e um dos melhores trabalhos do grupo. O álbum conta com 12 faixas inéditas e o cover para “39” da banda inglesa Queen. Aqui, batizada de “Resacosix En La Barra”.

Abril de 2010 a banda lança Gaia III-Atlantia, nono álbum da carreira. Contendo 17 faixas, o disco (Duplo) fecha a trilogia iniciada em 2003.. Vale lembrar que nos dois últimos trabalhos (La Ciudad De Los Árboles e Gaia-Atlantia), o grupo mergulha no Power Metal e o resultado é uma sonoridade que nos remete aos ingleses do Skyclad. A turnê intitulada “Agaiate Que Vienen Curvas Tour 2010”, trazia apenas o último capítulo da saga, embora a banda planejasse uma nova turnê para o ano seguinte onde a trilogia fosse tocada inteiramente. Paralelo ao lançamento de “Gaia III”, o grupo lançou também uma versão em Box Set contendo a trilogia completa, além de um CD Bônus intitulado “Gaia-Epílogo”, contendo 08 faixas que ficaram de fora da trilogia. O disco traz ainda, duas faixas (Puedes Contar Conmigo e Adíos Dulcinea) remasterizadas.

Novembro de 2012 e mais um álbum na extensa discografia dos espanhóis. Hechizos, Pócimas y Brujería, décimo segundo álbum é lançado oficialmente em 27 de novembro daquele ano. Mais uma vez, a banda havia enfrentado problemas com sua formação e aqui temos a estreia de seu novo vocalista, Javier Domínguez. (Zeta), subsitutindo José Andrëa.

O disco se envereda por uma linha mais Heavy/Power, primando por riffs de guitarras em primeiro plano e deixando em segundo plano as linhas de teclados. Bem recebido, o novo registro trouxe algumas faixas que se tornaram prediletas dos fãs. São elas: Xanandra (primeiro single do disco), Satanael, Hechízos, Pócimas y Brujeria, Sácale Brillo a Una Pena, El Mercado de Las Brujas e Brujas. Esta última, trazendo os vocais de Patricia Tapia da banda espanhola de Hard Rock , NEXX.

Ainda sobre as faixas de destaques, o disco traz a polêmica “H2Oz”, música cuja letra diz que o Mägo de Oz não morreu e que o antigo vocalista (José Andrëa) não fará falta alguma. Pra fechar, a mesma ganhou um videoclipe bizarro, pra dizer o mínimo.

Após a turnê de divulgação de Hechizos, Pócimas y Brujería, que começou em Guatemala em fevereiro de 2013, o grupo lança em dezembro do mesmo ano “Celtic Land”, coletânea dupla contendo 25 faixas, trazendo uma retrospectiva musical, celebrando os 25 anos do grupo.

Em outubro de 2014 a banda lança iIussia, novo e décimo terceiro trabalho da carreira. Trazendo a mesma fórmula de seu antecessor, o álbum apresenta 13 ótimas faixas e a consagração de Javier (Zeta) como a voz definitiva do Mägo de Oz.

Em novembro de 2015, o grupo lança Finisterra-Opera Rock. Trata-se na verdade de uma nova versão do disco lançado originalmente em 2000. A nova versão é uma comemoração aos 15 anos de seu lançamento e traz uma lista com mais de vinte músicos convidados. Dentre eles: Aylin (ex, Sirenia), Léo Gimenez (ex, Saratoga, ex, Stravaganza), Paco Ventura (Medina Azahara), Sherpa (ex, Barón Rojo), Christian Bertoncelli (Renacer), Rafa Vega (Rosendo), Manuel Reyes JR (Sôber), Pilar Jurado, soprano que havia participado no disco anterior e outros grandes nomes do metal espanhol.

A nova versão de Finisterra, despontou nas paradas musicais da Espanha (8a posição) e também da Itália (23a posição). O disco também figurou nas páginas de algumas revistas conceituadas do estilo.

Em 08 de março de 2019 o grupo lançou Ira Dei, décimo quarto álbum (Duplo) e temos aqui mais um excelente e grandioso disco conceitual.

*Particularmente, digo que este é um dos melhores registros da banda.

O novo capítulo, narra a história de Rebecca, uma jovem palestina de apenas 21 anos de idade que engravida através de inseminação artificial com sangue encontrado na cruz, onde Jesus Cristo foi crucificado. É descoberto que Rebecca abriga em seu ventre duas crianças ao invés de uma. Após o parto, Rebecca é assassinada e seus filhos são separados, afim de evitar problemas no futuro.

Leartnas e Santrael, filhos de Rebecca, são na verdade o Cristo e o Anticristo, respectivamente. Crescidos, cada um governa uma cidade. Santrael assume Suspiria (a cidade do pecado, onde os desejos libidinosos dos humanos não são reprimidos) e Leartnas governa a Cidade das Esmeraldas (um lugar celestial onde a felicidade e a bondade reinam). Ambas são cidades rivais. O desenrolar dos fatos e o final da saga, são contados em 18 faixas, divididas em aproximadamente 96 minutos.

O álbum ainda traz a participação especial de convidados. Dentre eles: Diego Palacio (Celtian), Rubén Kelsen (Débler), Carlos Escobedo (Sôber), Ara Malikian, Diva Satânica (Nervosa), entre outros.

*Como era de se imaginar, o grupo sofreu criticas ferrenhas por parte da ala mais radical de fãs, críticos e conservadores. O entrave deu-se por conta da banda usar na capa do disco Apolonia Lapiedra, atriz espanhola conhecida por atuar no ramo dos filmes adultos. A atriz também interpreta a jovem Rebecca (mãe dos gêmeos Leartnas e Santrael) nos videoclipes “La Cantiga de Las Brujas” e “Te Traeré El Horizonte”, que traz também a participação do violinista libanês Ara Malikian..

*Há de se destacar o roteiro e a excelente fotografia em ambos os clipes.

Para a turnê de divulgação, batizada de “Apocalypse Tour”, a banda planejou dois formatos diferentes: A primeira delas passaria pela Europa e América, onde apenas algumas canções de “Ira Dei”, seriam executadas juntos aos temas clássicos do grupo.

A segunda parte seria realizada na Espanha e na América Latina, onde o disco seria tocado na íntegra e alguns poucos clássicos (três ou quatro), fechariam o setlist do shows. Porém, em comunicado oficial no ano passado o grupo anunciou que devido ao enfrentamento da pandemia por conta da Covid-19, os planos foram refeitos e o setlist será modificado, já que a turnê foi temporariamente cancelada.

Enquanto as incertezas por conta da pandemia persistirem, algumas bandas aproveitaram para gravar novas músicas, singles ou mesmo lançarem seus novos trabalhos. Mesmo que as agendas de shows/turnês, permaneçam com um grande “Ponto de interrogação”.

E foi justamente isso que os rapazes do Mägo de Oz, fizeram. Em dezembro do ano passado, o grupo lançou o single “El Cervezo (El Árbol de La Birra)”, seguido de “Tu Madre Es Una Cabra”, excelente e divertido single que nada mais justo que ganhar um videoclipe. Claro que sobra diversão, humor e ainda mandam um trechinho de “Bella Ciao”, que caiu feito luva na atmosfera do clipe e da melodia.

Antecedendo o novo disco de inéditas à ser lançado ainda este ano, o grupo lançou no dia 15 de abril o single “Bandera Negra”, extraído do vindouro álbum de mesmo nome, previsto para o dia 03 de setembro. Este, o décimo quinto trabalho da carreira que trará 15 novas faixas.

Algumas informações acerca do Mägo de Oz.

*Inicialmente a banda se chamava Transylvania 666. Segundo os músicos, o nome deu-se devido a música “Transylvania” do Iron Maiden. Em 1989 o grupo adotaria o nome atual, inspirando-se no livro “O Maravilhoso Mágico de Oz” escrito pelo autor L. Frank Baum.

*Finisterra, lançado em 2000 foi um marco na história da banda, contemplando-os com Disco de Platina, pelas vendagens superiores a 100 mil cópias (na época ).

*Além dos discos oficiais, o grupo conta com um acervo extenso de Singles, Compilações, “Live Álbuns”, EP’s e DVD’s.

*A qualidade musical da banda e o poder de fogo das apresentações “Ao vivo”, podem ser conferidas em trabalhos como: A Costa da Rock (DVD, 2003), Madrid-Las Ventas (DVD, 2005), Gaia II: La Voz Dormida (DVD, 2006), Barakaldo D.F. (DVD, 2008) e Diabulus in Opera (DVD, 2017), excelentes registros, mostrando também o carinho e fidelidade do público com a banda.

*Dos grupos que cantam Heavy Metal em espanhol, talvez o Mägo de Oz, seja o grupo com mais videoclipes lançados.

*A banda conta com uma lista de “Hits e Videoclipes”, extraídos de seus discos e que os tornaram conhecidos. Dentre eles: Fiesta Pagana, Diabulus In Muisca, Hoy Toca Ser Feliz, Pensando En Ti, Que El Viento Sople a Tu Favor, Puedes Contar Conmigo, Deja de Llorar (Y Vuelvete a Levantar), Vodka and Roll, Cadaveria, Xanandra, Y Ahora Voy a Salir, H2OZ, Vuela Alto, El Libro de Las Sombras, Tu Funeral, Las Cantigas De Las Brujas, La Cantata Del Diablo, La Danza Del Fuego, Te Traeré El Horizonte, etc.

*Além da versão em CD do álbum “Ira Dei”, a história pode ser conferida também na versão Audiolivro, lançado em abril de 2019..

*Em seus trinta e dois anos de vida, vários tributos foram gravados , porém “Stay Oz!! Hasta Que El Cuerpo Aguante: Tributo a Mago de Oz”, é uma das melhores homenagens à banda. Na lista de grupos, nomes como: Sôber, Léo Jiménez, Saurom, Taken, Zenobia, Obús, Dragonfly, Saratoga, Ars Armandi, Celtian, Dünedain, Vhäldemar, Avalach e outros.

N do R: Já li alguns comentários de que bandas como Saratoga, Warcry, Barón Rojo, Tierra Santa e Mägo de Oz, deveriam cantar em inglês. Particularmente discordo! Especialmente no caso do Mägo de Oz, não acredito que necessitem mudar seu idioma. Idioma este que os trouxe até aqui por todos estes longos anos.

Apesar de não serem conhecidos mundialmente e até certo ponto serem ignorados por uma parcela que não curte Heavy Metal cantado em outro idioma, é fato que o grupo é um dos grandes percursores do Metal Espanhol e certo também que se tornaram referência para novos grupos e músicos.

Numa pequena lista de bandas que jamais lançou um disco ruim, o Mägo de Oz, aparece e mostra que a boa música consiste em melodias, composições e claro, criatividade. E nesse quesito, o grupo reina absoluto.

Vida longa ao heavy Metal cantado em espanhol ou em qualquer língua que lhe permita fazê-lo. Aqui em especial , vida longa ao grande e poderoso, MÄGO DE OZ.

Mago de Oz em ação:

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