Ross the Boss receberá homenagem especial em Nova York com integrantes do Manowar, Dictators e convidados

Ross The Boss / One Last Ride

O local The Meadows, no Brooklyn, em Nova York, sediará um espetáculo especial em 9 de janeiro de 2027 para homenagear o guitarrista Ross “The Boss” Friedman. Com efeito, o evento celebrará a carreira de um dos fundadores do Manowar e do grupo punk The Dictators. O evento reunirá antigos companheiros de banda, amigos e convidados para celebrar a trajetória do músico, falecido em março de 2026, aos 72 anos.

A programação contará com integrantes de Ross the Boss, The Dictators e The Spinatras, além de participações especiais que ainda serão anunciadas.

O filho do guitarrista, Jesse Friedman, comentou a importância da homenagem e convidou os admiradores do pai a participarem da celebração.

“Todos que conheceram meu pai, Ross the Boss, precisam estar nesse show.”

O vocalista Marc Lopes, que trabalhou com o guitarrista em sua banda solo, também demonstrou entusiasmo com o projeto. Segundo o cantor, a apresentação deverá reunir músicos de diferentes períodos da carreira de Ross e poderá abrir caminho para outras homenagens ao redor do mundo durante 2027.

Reprodução

Ross the Boss ajudou a construir duas histórias distintas do Rock

Nascido em Nova York, Ross Friedman iniciou sua trajetória musical na década de 1970, destacando-se como integrante do The Dictators. Inclusive, essa banda desempenhou um papel importante no desenvolvimento do Punk Rock norte-americano.

Em 1980, ao lado do baixista Joey DeMaio, participou da fundação do Manowar, grupo que se tornaria uma das principais referências do Heavy Metal épico.

O guitarrista gravou os seis primeiros álbuns de estúdio da banda, incluindo Battle Hymns (1982), Into Glory Ride (1983), Hail to England (1984), Sign of the Hammer (1984) e Kings of Metal (1988).

Após deixar o Manowar, continuou desenvolvendo projetos ligados ao Punk Rock e ao Heavy Metal, incluindo Death Dealer e sua própria banda, Ross the Boss.

O músico anunciou em fevereiro de 2026 que havia recebido o diagnóstico de esclerose lateral amiotrófica (ELA), doença neurodegenerativa que compromete progressivamente os movimentos musculares. Seu falecimento aconteceu no mês seguinte.

A homenagem no Brooklyn pretende reunir diferentes gerações de músicos e admiradores em torno de um repertório que atravessa duas vertentes fundamentais da música pesada.

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