Richie Faulkner revela detalhes do novo álbum do Judas Priest: “já temos a bateria pronta, o baixo pronto e as guitarras prontas”

O guitarrista Richie Faulkner, da lendária Judas Priest, trouxe novidades empolgantes sobre o próximo álbum de estúdio da banda. Há alguns dias, em entrevista ao The Metal Voice, o músico confirmou que o grupo iniciou o processo de gravação do sucessor de Invincible Shield. Na ocasião, ele explicou de forma descontraída como o ciclo criativo da banda costuma funcionar:
“Fazemos uma turnê, ficamos animados e gravamos um álbum, e aí vocês ficam animados com o álbum e fazemos outra turnê. Então, eu entendo como isso acontece. E estamos gravando outro álbum e provavelmente faremos uma turnê para promovê-lo. Começamos a gravar. Sim, estivemos em estúdio por um mês em fevereiro, estabelecendo as bases. Não sei se podia dizer isso, mas já disse.”
Esse comentário inicial já indicava que algo importante estava em andamento — e, agora, novas informações reforçam ainda mais esse cenário promissor.
Gravações avançadas e clima positivo no estúdio
Em uma nova entrevista ao programa Meltdown, da rádio WRIF, de Detroit, Richie Faulkner aprofundou os detalhes sobre o andamento das sessões. Segundo ele, o processo evoluiu rapidamente e já apresenta resultados concretos.
“Nós nos reunimos em fevereiro, nos arredores de Nashville, e fizemos a mesma coisa [que fizemos] com Firepower… Nos juntamos e gravamos as faixas de bateria juntos. Não fizemos isso em Invincible Shield por causa das restrições — [eles tinham] acabado de suspender as restrições da COVID, e estávamos em turnê, então tivemos que encaixar as gravações nisso. Então foi um pouco diferente. Mas nos reunimos, gravamos as bases do disco nos arredores de Nashville. Então já temos a bateria pronta, o baixo pronto, as guitarras prontas. Eu gravei as guitarras solo no meu estúdio em casa. Então está avançando. Já temos a base. E, sim, está soando muito legal.”
Processo de composição mais próximo de “Firepower”
Ao comparar os métodos de gravação, o guitarrista deixou claro que a banda voltou a um formato mais tradicional, semelhante ao utilizado em Firepower. Diferentemente do que ocorreu em Invincible Shield, quando limitações externas impactaram o fluxo criativo, agora os integrantes puderam trabalhar juntos desde o início, especialmente na construção da base rítmica.
Esse retorno ao modelo colaborativo parece ter contribuído para um progresso mais fluido e consistente, além de fortalecer a identidade sonora do material que está por vir.
Atualmente, o Judas Priest vive um momento especialmente sólido dentro do Heavy Metal. Os dois últimos lançamentos de estúdio — Firepower e Invincible Shield — receberam forte aprovação tanto do público quanto da crítica especializada, consolidando a banda como uma força criativa ativa mesmo após décadas de carreira.
É o seguinte: adoro o Judas Priest, gosto bastante de vários discos clássicos lançados por eles, mas agora eu não estou nem um pouco interessado neste futuro novo disco que está sendo gravado. Já estou mais do que satisfeito com o Invincible Shield, com esse a banda fechou sua discografia com chave de ouro.