Queensrÿche: “Começamos o processo de composição. Temos um bom conjunto de músicas”, diz Michael Wilton

Durante uma conversa recente no podcast Iron City Rocks, Michael Wilton (guitarrista do Queensrÿche), abordou o andamento das sessões de composição do novo disco, sucessor de “Digital Noise Alliance”, lançado em 2022. Veja o que disse Michael Wilton:
“Sim, começamos o processo de composição. Temos um bom conjunto de músicas. E estamos fazendo isso em intervalos de tempo. Todas as bandas estão em turnê, então você encontra uma semana livre para gravar. E os produtores estão se acostumando com isso. Já se foram os tempos em que uma banda tinha três meses para gravar um álbum.”
Quando perguntaram se ele e os demais membros do Queensrÿche voltaram a dividir o estúdio com Chris “Zeuss” Harris, produtor que já esteve por trás de “Condition Hüman” (2015), “The Verdict” (2019) e “Digital Noise Alliance”, Wilton disse:
“Ah, sim. Já estamos trabalhando com ele. Construímos um ótimo relacionamento, e quando ele ouve minhas ideias, meus riffs e tudo mais, ele sabe, e eu confio nas decisões dele. E nós simplesmente temos um ótimo relacionamento com o Zeuss.”
Em uma entrevista com Paul Salfen da AMFM Magazine, em agosto passado, o vocalista Todd La Torre disse:
“Estamos escrevendo o próximo álbum agora. E então temos uma pilha de músicas e ideias que estamos classificando para ver o que é o quê. Tenho uma tonelada de letras para escrever e vocais para fazer. E é muito difícil encontrar tempo porque estamos muito tempo fora. E é difícil forçar essa criatividade às vezes. Mas o material que os outros caras da banda estão me mostrando, é o clássico QUEENSRŸCHE, cara. Soa matador. E este será meu quinto álbum com a banda.
Então, sim, ainda fazemos música nova, e acho que é isso que qualquer artista faz, ou qualquer pessoa que realmente goste do que faz. Talvez você jogue tênis, mas não seja um tenista profissional ou não participe mais de torneios, mas ainda sai e joga umas bolas com os amigos. E ainda gostamos de criar. Algumas bandas mais antigas nem se dão ao trabalho de lançar discos novos. ‘Ah, por quê? Todo mundo quer ouvir as coisas antigas.’ É, mas tem gente que também curte as coisas novas. Como eu disse, a maior parte do que fazemos são os clássicos, mas eu adoro as coisas novas que fazemos. Isso só mostra que ainda somos apaixonados por fazer música nova. Não quero parar completamente e tocar só os sucessos. É preciso compor coisas novas.”