Phil Rudd revela seu álbum favorito do AC/DC e diz que se sentiu abandonado pelos colegas de banda

Phil Rudd revela seu álbum favorito do AC/DC e diz que se sentiu abandonado pelos colegas de banda
reprodução/ IMDb

Phil Rudd, que por décadas foi o homem da bateria no AC/DC, abriu o jogo sobre um período difícil da carreira. Ele contou que se sentiu “sozinho” depois da morte de Bon Scott e comentou se ainda pensa em voltar aos palcos.

O último disco da banda, “Power Up”, saiu em 2020 e foi Rudd quem gravou todas as partes de bateria. Mesmo assim, ele ficou de fora das turnês, e o AC/DC acabou chamando Matt Laug para assumir o posto nas apresentações ao vivo.

Em um bate-papo recente com o site neozelandês Stuff, Phil Rudd explicou por que resolveu parar de excursionar, além de confessar que ficou com a sensação de ter sido abandonado pelos companheiros de banda, os quais ele considerava sua família:

“Houve um tempo em que pensei que era o fim do meu mundo. Eu só conhecia a vida com o AC/DC. Aquelas pessoas que eu pensei que me amavam como um irmão, nem sequer atenderam o telefone.”

Rudd tem uma relação meio complicada com o AC/DC há anos. Tudo há muito tempo, quando Bon Scott morreu em fevereiro de 1980. Bon era um furacão — intenso, carismático e imprevisível, dentro e fora do palco. Deixou uma marca enorme no rock e, claro, nos caras da banda. Mas aquele mesmo jeito explosivo também o levou a um fim trágico, por intoxicação alcoólica.

Depois disso, Rudd acabou comentando sobre Bon Scott, relembrando o impacto que ele teve em todos.

“Meu álbum favorito é ‘Highway To Hell’. Minha música favorita — a música dele ‘Touch Too Much’.

Quando Bon morreu, mesmo no AC/DC eu me sentia sozinho. Mas eu nunca estive sozinho. As pessoas que gostam da música, isso sempre me enche de humildade, mas também me faz feliz.

As pessoas sempre me perguntam se eu vou tocar com o AC/DC de novo. As únicas pessoas por quem eu faria isso seriam os fãs. E por Bon. Eu faria isso por Bon.”

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