Phil Anselmo elege sua música preferida do Type O Negative: “Foi quando eu soube que amava essa banda”

Phil Anselmo elege sua música preferida do Type O Negative: "Foi quando eu soube que amava essa banda"
📷: @metal__dave

Não tinha como confundir o Type O Negative com qualquer outra banda. Eram quatro sujeitos do Brooklyn, criados no meio mais casca-grossa do hardcore nova-iorquino, que acabaram virando referência absoluta (e sempre com uma boa dose de ironia) dentro do metal gótico. Do impacto inicial de “Slow, Deep and Hard”, em 1991, passando pela explosão de “Bloody Kisses”, em 1993, até o derradeiro “Dead Again”, lançado em 2007, Peter Steele e companhia construíram uma identidade própria, pesada, sombria e impossível de copiar, tanto no som quanto na postura.

A história do grupo acabou de forma abrupta com a morte de Steele, em 2010, mas isso não apagou o que eles deixaram para trás. Pelo contrário: o Type O Negative segue ecoando através de músicas carregadas de melancolia, humor ácido e clima soturno, que continuam influenciando fãs e músicos de várias gerações do metal, entre eles, Phil Anselmo, vocalista do Pantera que revelou à Revolver em 2022 a sua música predileta do Type O Negative:

“Tenho muitas músicas favoritas do Type O Negative, mas quando ouvi ‘Xero Tolerance’, soube que amava essa banda. Peter Steele era um dos meus favoritos de todos os tempos: como vocalista, compositor e pessoa. Ele era talentoso e hilário. O primeiro LP deles, ‘Slow, Deep and Hard’, é o meu favorito, e seria uma omissão imperdoável se eu não mencionasse que adorei a banda que Peter montou: Josh Silver nos teclados (que eram horríveis), Kenny Hickey na guitarra e Johnny Kelly na bateria. O Pantera fez turnê com o Type O Negative várias vezes e essas foram algumas das melhores turnês, porque todo mundo era gente boa. E só de dividir o palco com aqueles caras já era uma alegria. Eu poderia escrever centenas de frases sobre isso, mas para resumir: eu amava o Type O Negative.”

Phil Anselmo no palco com Type O Negative em 1995:

Deixe seu comentário
Sair da versão mobile