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Opinião: decretar o “dia do Metal nacional” no dia da morte de André Matos é certo?

Há exatos dois anos, com apenas 47 anos, vítima de um infarto, morria Andre Matos, talvez o principal ícone da história do Metal nacional. Mais de um ano depois, no dia 13 de julho de 2019, o também já falecido prefeito da cidade de São Paulo, Bruno Covas, decretou a data da morte de Matos como o “Dia do Metal” (em âmbito municipal). No ano seguinte, em 29 de abril, o governador do Paraná, Ratinho Júnior, sancionou também o “Dia do Metal” no estado em homenagem ao músico.

   

Além desses decretos já em vigor, há uma petição do Avaaz.org para que o dia 8 de junho, dia da morte do maestro, seja oficialmente decretado como o “Dia do Metal” em âmbito nacional.

A questão que fica é: É correto comemorar a morte de Andre Matos, batizando-a de “Dia do Metal”? Não seria muito melhor decretar que essa comemoração seja no dia 14 de setembro, data de seu aniversário? É estranho demais comemorar a morte de alguém ao invés do nascimento.

O que você acha disso? Concorda? Discorda? Qual seria a melhor maneira de homenagear Andre Matos? Dê sua opinião, deixando o seu comentário.

André Coelho Matos nasceu no dia 14 de setembro de 1971 em São Paulo. Sua carreira musical começou muito cedo, pois com apenas 16 anos, ele lançou seu primeiro disco com o Viper, “Soldiers of Sunrise”. Além do Viper, Matos atuou no Angra, no Shaman e em carreira solo. Fez participações especiais em bandas como Avantasia, Symfonia e ainda deu vida ao Virgo ao lado de seu amigo Sascha Paeth.

Redigido por: Cristiano “Big Head” Ruiz

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