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Morbid Angel: Erik Rutan explica tudo sobre o fiasco do álbum “Illud Divinum Insanus”

Em uma recente entrevista ao The Jasta Show com o frontman do Hatebreed, Jamey Jasta, Erik Rutan, atualmente no Cannibal Corpse, falou sobre o período em que esteve no Morbid Angel, mais precisamente, sobre o que de fato aconteceu com o álbum “Illud Divinum Insanus” para que o disco se tornasse tão controverso. Segundo Rutan:

   

“Para mim, comunicação é a chave e acho que com Trey Azagthoth e com o álbum ‘Illud’, acho que provavelmente houve muitos erros de comunicação e outras coisas sobre o que ele queria ou o que David Vincent queria. Ou talvez o engenheiro que mixou o disco e o que ele pensava. E às vezes as coisas se perdem no meio dessa tradução. Eu não sei se você sabia disso, mas eu na verdade gravei cinco canções de bateria no disco e as criei. Não gravei as canções que talvez fossem consideradas – não sei qual seria a palavra – fora do caminho tradicional. Gravei ‘Nevermore’ e algumas das canções de Death Metal. Gravei apenas cinco.”

Ele ainda explicou:

“Como isso acabou acontecendo foi que Gunter Ford, o empresário do Morbid Angel me contatou sobre a gravação da bateria. E se não me engano, eu estava, tipo, ‘Cara, eu só tenho X quantidade de tempo porque o Madball irá gravar no meu estúdio na próxima semana’… Então eu me lembro quando ouvi as cinco músicas que gravei, a bateria crua com as guitarras, eu fiquei, tipo, ‘Uau! Isso é incrível.’ E então eles gravaram as outras seis músicas com Mark Prator na bateria, e então eles tocaram as guitarras e tudo mais em outro lugar. Mas eu só gravei cinco canções de bateria. Mas quando ouvi o álbum final, nem os reconheci porque havia todo esse material extra e a mixagem era um pouco diferente do que eu imaginava. Então eu disse, ‘Oh, merda. Acho que gravei a bateria nessa música’.”

Rutan ainda ponderou:

“Esse é um exemplo perfeito de quando as coisas se perdem na comunicação de Trey tendo uma visão, talvez David tendo sua própria visão, apenas voltando ao rebanho, e então o engenheiro tem sua própria visão. E eu não sei porque eu não sou nenhum desses caras, mas presumo que quando ouvi algumas das coisas cruas e qual era o produto final… Bem, como eu disse, eu só gravei cinco músicas, mas as faixas de bateria cruas e as guitarras cruas nessas cinco músicas foram matadoras. Foram algumas das outras músicas e talvez a mistura das músicas e os elementos adicionados que fizeram com que fosse, tipo, ‘Uau! Isso é realmente diferente para o Morbid Angel’.”

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