Masterplan aposta em peso e identidade no novo álbum previsto para 2026

O Masterplan prepara seu retorno ao cenário do power metal com um novo álbum previsto para o início de 2026. Em entrevistas recentes concedidas a veículos como Conexión, El Cuartel Del Metal e Todo Mundo Em Campo, o guitarrista Roland Grapow revelou detalhes importantes sobre o processo criativo, as escolhas estéticas e o momento atual da banda, que busca reafirmar sua identidade sem abrir mão da evolução artística.
O grupo surgiu com grande impacto no início dos anos 2000, especialmente com seus dois primeiros discos, lançados ainda com o lendário vocalista Jorn Lande. Naquele período, o Masterplan rapidamente conquistou respeito e visibilidade dentro do power metal, combinando peso, melodias marcantes e elementos progressivos. No entanto, após esse começo promissor, a banda nunca mais conseguiu repetir o mesmo nível de sucesso e repercussão.
A origem do Masterplan está diretamente ligada ao Helloween. Após serem demitidos depois da turnê do álbum The Dark Ride, Roland Grapow e o baterista Uli Kush decidiram fundar um novo projeto, apostando em uma sonoridade mais moderna, técnica e pesada, mas sem abandonar completamente as raízes melódicas que marcaram suas trajetórias.

Entre raízes, mudanças e a busca por relevância
Segundo Grapow, o novo disco, intitulado Metalmorphosis, representa um processo longo e cuidadoso, iniciado há cerca de cinco anos. O guitarrista explica que a proposta foi criar algo mais direto, menos dependente de excessos progressivos ou de melodias com apelo comercial. Ainda assim, o álbum mantém a essência da banda, equilibrando peso, técnica e identidade.
O músico destaca que não gosta de se repetir e encara cada novo trabalho como um desafio. Para ele, a evolução natural de uma banda passa por experimentar dentro de certos limites, sem perder o conceito central. As letras do novo álbum também refletem esse amadurecimento, trazendo uma abordagem mais crítica sobre o mundo atual, embora sem abandonar uma visão positiva e construtiva.
Outro ponto importante envolve a mudança de gravadora. Após anos na AFM Records, o Masterplan assinou com a Frontiers Music Srl. Grapow afirma que, no início, a antiga gravadora oferecia forte apoio, especialmente enquanto seu fundador ainda estava à frente da empresa. Com o tempo, esse suporte diminuiu, o que contribuiu para um longo hiato de lançamentos. A nova parceria, segundo ele, trouxe motivação, envolvimento e confiança no potencial do novo material.
Mesmo olhando para o passado, o Masterplan não pretende viver apenas de nostalgia. O novo álbum mistura elementos clássicos da banda com influências variadas, que vão do heavy metal tradicional a referências de grupos como Rainbow, Deep Purple e até nomes fora do metal. Para Grapow, essa diversidade sempre fez parte de sua identidade como músico e compositor, e agora ganha uma nova forma em Metalmorphosis.
“Eu não queria fazer concessões. Quis um álbum mais direto, mais metal, sem soar pop ou comercial demais. É um progresso natural. Não consigo me repetir, preciso sempre de novos desafios”, declarou Roland Grapow ao comentar o espírito que guiou a criação do novo trabalho.

espero que eles lancem um bom album apesar de achar os 3 albums com Jorn o auge da banda mas o Mk2 album sem o jorn e sensacional um baita album de power metal ,e acho Rick Altzi e baita vocalista adoro album Dirt Metal da ex-banda dele o Thunderstone ,apesar de nao ter achado nada demais o single Rise Again nao e ruim mas nao me chamou atençao espero me surprender com esse novo album.