Kiss: “Prometemos que não voltaríamos a fazer turnê, e não voltaremos”, diz Gene Simmons

O vocalista/baixista Gene Simmons, voltou a falar sobre o evento evento de três dias “KISS Army Storms Vegas”, que acontecerá entre 14 e 16 de novembro. Ex-membros do Kiss, Simmons, Paul Stanley, Tommy Thayer e Eric Singer farão uma aparição sem maquiagem e, segundo Gene, não se trata de um show do Kiss, mas de um encontro entre fãs. O evento celebrará o 50º aniversário do fã-clube do Kiss.
Durante uma nova entrevista com Kyle Meredith, Gene Simmons disse:
“Os fãs estão encenando. O Kiss Army, em novembro, é uma reunião das tribos. Eles vão tomar conta do Virgin Hotel.
Prometemos que não voltaríamos a fazer turnê, e não voltaremos. Vamos dar um pulo e tocar umas músicas. Haverá amigos, convidados, sessões de perguntas e respostas — só para ficar perto dos fãs, porque, claramente, sem eles eu estaria perguntando para a próxima pessoa da fila: ‘Quer umas batatas fritas com isso?'”
Questionado se há algum significado por trás da aparição sem maquiagem do Kiss, o cantor respondeu:
“Não. Quer dizer, nós fizemos turnê durante os anos 90 por volta de… Estou tentando lembrar… Quando nos desmascaramos, deve ter sido na verdade nos anos 80, então tínhamos alguns discos lançados, já que os membros tendiam a mudar dentro da banda. Ace e Peter entraram e saíram da banda três vezes diferentes, se você consegue acreditar. Nenhuma outra banda daria a alguém tantas chances — nem a vida, aliás. Então, Ace e Peter, Deus os abençoe, entraram e saíram da banda três vezes, e conforme ganhamos novos membros, pensamos: ‘Bem, por que não tiramos a maquiagem?’ E, em retrospecto, não importava. As pessoas queriam a maquiagem e aquelas músicas. E você está sempre muito perto de algo e pensa: ‘Bem, essas são as regras’. Mas você formou uma banda para não ter regras. Então, fizemos turnês de sucesso e tivemos discos de platina e tudo mais sem maquiagem. Aliás, eu me lembro de quando Ozzy não estava no Black Sabbath, nós tocamos em um estádio em Buenos Aires, eu acho, e a abertura foi com o Sabbath, e depois com muitas outras bandas cujos nomes você reconheceria. Mas isso foi sem maquiagem. Então tem sido… Havia uma música — eu não me lembro — era do Paul Simon . Que jornada louca essa tem sido. Inacreditável. 50 anos em que eu pude usar mais maquiagem e salto alto do que sua mãe usava.”