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Resenha: Piranha – “First Kill” (2019)

“First kill” é o debut da banda suiça de Thrash Metal, Piranha.

   

Em um ano no qual o Thrash Metal apresentou bons lançamentos em diversas partes do mundo, a escola suiça igualmente se fez presente. Fundada em Staufen, no ano de 2013, a banda Piranha lançou seu primeiro full-lenght, “First Kill”, no dia 6 de setembro de 2019, pelo selo Non Stop Music Records.

Divulgação / Non Stop Music Records / PIRANHA

Embora o nome sugira uma maior influência em Exodus, a sonoridade Piranha remete a variados nomes do Thrash old school 80’s. O álbum abre com a faixa “Chain Reaction”, que exala o aroma da década de oitenta. Riff, ao mesmo tempo, cru, simples e matador.

“Turning Point

Chego à conclusão que o título, “First Kill”, é uma clara alusão a violência sonora do disco. Espero mesmo que seja o primeiro de muitos.Logo depois, “Turning Point” dá sequência à dinâmica de sua antecessora com sucesso, sem piedade e nem remorso. O ritmo candecía um pouco em “For Your Own Security”. As guitarras de Oz “Atom Smasher” e George “Skullshredder” Hauser proporcionam um arsenal de riffs e solos, os quais acendem a chama de cada canção.

Fight Or Fight”

“Fight Or Fight” é completamente diferente das três primeiras faixas, pois tem uma introdução instrumental de longa duração, muitas variações rítmicas e mescla bastante Heavy tradicional ao Thrash, mistura essa que permanece em “Rage Of Fire”. O peso e a velocidade voltam a dar as cartas na canção “Resistance To Change”, minha favorita, e embora o vocal de Andre Ellenberger lembre o de Marcel Schmier do Destruction, o som nada tem a ver com o dos alemães.

Novamente a sonoridade Heavy/Thrash é apresentada em “Target Failed”, conduzida pelo baterista Reto “La Bestia” e pelo melhor riff introdutório do debut. Uma atmosfera “Slayer Hell Awaits” invade o álbum no início da canção “No More Voices”, porém a semelhança termina ai, pois ela permanece seguindo a fórmula proposta pelo disco até então.

“Slaves Of The New Age” adiciona ainda mais o tempero da velha escola ao trabalho, abrilhantando definitivamente sua parte instrumental. O full-lenght encerra com a canção “My Revenge”, que não soa diferente de mais da metade do que ouço no disco, no entanto isso se deve ao vocal que se mantém sem muitas variações, as quais, às vezes, se fazem necessárias para tornarem a audição mais interessante. Porém esse problema não chega a comprometer a sonoridade como um todo.

Divulgação / Non Stop Music Records / PIRANHA

Se você é apaixonado, como eu, pelo Thrash Metal anos 80, valerá à pena a audição do álbum “First Kill” do Piranha. Aguardo por um segundo disco ainda melhor, quem sabe com um vocal menos repetitivo e mais dinâmico, o que tornará o som da banda ainda melhor.

Thrash ‘Til First Kill

Nota 8,5

Integrantes:

  • George “Skullshredder” Hauser (guitarra)
  • Andre Ellenberger (vocal)
  • Oz “Atom Smasher” (guitarra)
  • Reto “La Bestia” Hunn (bateria)
  • Dave “The Stack” C. Gugelot (baixo)

Faixas:

  • 1.Chain Reaction
  • 2.Turning Point
  • 3.For Your Own Security
  • 4.Fight Or Fight
  • 5.Rage Of Fire
  • 6.Resistance To Change
  • 7.Targed Failed
  • 8.No More Voices
  • 9.Slaves Of The New Age
  • 10.My Revenge

Redigido por: Cristiano “Big Head” Ruiz

   

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