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Resenha: Astrophobos – “Malice Of Antiquity” (2019)

Em primeiro lugar, nas profundezas das trevas, o segundo full-lenght da banda de Black Metal sueca, Astrophobos, nasceu.

   

Sobretudo, “Malice of Antiquity” é um convite sem recusas para um passeio dantesco. Pois ao digitar a tecla “play”, as blasfêmias tomaram conta de sua mente e o inferno já lhe será familiar.

“Fire Of Catharsis” soa como uma orquestra de demônios te recepcionando nos portais da maldade, pois sim, seu nome está na lista dos condenados ao fogo eterno.

Mas, não há mais como retroceder e tampouco se arrepender. Assim que, “Begotten In Black” mostra a marca do seu selado destino, traduzindo a através de guitarras que soam como violinos da sinfônica da perversidade e do pecado.

Brian Ross

A frase de Brian Ross,para sempre é um tempo muito, muito longo”, passa a fazer todo o sentido a partir do momento que “Descending Shadowns” começa a ecoar do abismo infinito.

Pois, as almas gritam de agonia e de dor, tendo “Abattoir For Flesh And Faith” como trilha sonora do horror, da desesperança e da desgraça. No entanto, o som dos que choram e dos que rangem de dentes pode ser ouvido a anos luz de distância.

ASTROPHOBOS / Photo By; MORGAN NORMAN

No mesmo instante que “The Summoning Call” começa a tocar, o grande rei das trevas surge naqueles confins, fazendo com que toda alma condenada se ajoelhe e lhe adore com veemência. Ao som de “The Wolves Between The Stars”, surgem lobos-demônios no meio da multidão, defecando sangue e o oferecendo de alimento aos detentos. A celebração se inicia quando os primeiros acordes de “Until The Red Of Dawn” são executados e todos os recém chegados vão sendo contemplados um a um com sua coroa de espinhos.

Ao término das festividades infernais, “The Nourishing Hate” é o hino da praga. Satã lhes oferece a hóstia profana e manda que seus fieis servos joguem todos os novatos no caldeirão da ardência sem fim. Dali ninguém escapou e jamais escapará. A pena capital começa a ser cumprida. Todos arderão ao som de “Imperator Noctis”, eternamente.

Divulgação / Facebook / ASTROPHOBOS

Se você é apreciador de Black Metal, é impossível não desfrutar “Malice Of Antiquity” dos suecos do “Astrophobos”.

Black Metal de primeira qualidade, tanto nas composições , quanto na produção. Os músicos são extremamente competentes.

Nota 9,2

Integrantes:

  • Martin Andersson (guitarra)
  • Jonas Ehlin (guitarra solo)
  • Mikael Broman (baixo e bateria)
   

Faixas:

  • 1.Fire of Catharsis
  • 2.Begotten in Black
  • 3.Descending Shadows
  • 4.Abattoir for Flesh and Faith
  • 5.The Summoning Call
  • 6.The Wolves Between the Stars
  • 7.Until the Red of Dawn
  • 8.The Nourishing Hate
  • 9.Imperator Noctis

Redigido por Cristiano “Big Head” Ruiz

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