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Iced Earth: em semana turbulenta após ser processado, Jon Schaffer volta a utilizar as redes sociais

Desde a invasão ao Capitólio no dia 6 de janeiro a vida do guitarrista do Iced Earth, Jon Schaffer, se tornou um caos completo com as autoridades locais em seu encalço. Na terça-feira, dia 14 de dezembro, Schaffer foi processado pelo procurador-geral do distrito de Columbia, Karl Racine, durante ação judicial promovida em Washington, D.C.

   

O processo envolve 31 membros dos grupos extremistas Oath Keepers e Proud Boys, na qual inclui o guitarrista e cita como conspiração para aterrorizar o distrito em 6 de janeiro. A ação foi tida como “um ato coordenado de terrorismo doméstico”.

Já na sexta-feira, 17 de dezembro, após um ano longe das redes sociais, Schaffer compartilhou uma postagem através da conta oficial do Iced Earth no Instagram um anúncio para a loja de produtos de sua banda.

O que dá a entender sobre a postagem é como se fosse um desvio de foco ou até mesmo um alívio para o mesmo diante de tanta pressão como consequência dos últimos atos. E em meio a tantas notícias falsas e “alarmismos” desnecessários é sempre bom entender cada caso individualmente para não fazer conforme o senso precário comum e jogar tudo no mesmo balaio. O post realizado é também uma forma de dizer aos fãs que a banda não foi abandonada e, apesar de estar paralisada no momento, deverá voltar a ativa assim que possível.

Sobre o caso em que Schaffer está envolvido, a reclamação contra o guitarrista do Iced Earth possui 84 páginas e o caso segue da seguinte forma, dita pelo próprio procurador-geral em entrevista coletiva:

“Schaffer foi criminalmente acusado e indiciado por seu papel na perpetração do Ataque de 6 de janeiro. Em conexão com uma promessa de cooperar com os investigadores e potencialmente testemunhar em processos criminais relacionados à conspiração para cometer o Ataque de 6 de janeiro, Schaffer se declarou culpado de toda a Declaração de Ofensa na ação penal movida contra ele, que incluiu dois crimes: (1) invasão do Capitólio enquanto armado com uma arma mortal ou perigosa e (2) obstrução de um processo oficial do Congresso. A Reclamação Criminal apresentada contra Schaffer – bem como o Acordo de Confissão de Schaffer e a Declaração de Ofensa que o acompanha, descrevendo sua conduta – são documentos disponíveis ao público que são incorporados à Reclamação por referência.”

O procurador-geral continuou:

“Ninguém suportou mais o peso deste ataque covarde do que os corajosos policiais, incluindo os homens e mulheres do Departamento de Polícia Metropolitana de DC, que entraram no incêndio e na violência com um objetivo em mente: remover a multidão violenta e restaurar a fragilidade de nosso país democracia.”

Ele ainda especificou:

“Os réus, como você sabe, não eram turistas, nem agiam patrioticamente. Eles eram vigilantes, membros de uma multidão, rebeldes que buscavam esmagar as liberdades de nosso país.”

Vale mencionar que como parte de seu acordo judicial de abril de 2021, Schaffer firmou um acordo de cooperação com o governo. De 6 acusações, ele confessou culpa de apenas duas acusações, sendo a primeira, obstrução de um processo oficial do Congresso com pena de até 20 anos de detenção. E a segunda, invadir áreas restritas do Capitol enquanto armado com uma arma mortal ou perigosa com pena máxima de 10 anos.

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