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Há dois tipos de chatos que deveriam ser extintos: HATERS DE BANDAS e ADVOGADOS DE BANDAS

Dentro do Rock e do Metal, ambientes dos quais eu posso falar, pois sempre estive envolvido, há vários tipos de chatos. Eu poderia citar vários deles, mas não vem ao caso. Hoje, especificamente, quero falar de dois tipos insuportáveis, o HATER DE BANDA e o ADVOGADO DE BANDA. Não há nada mais insuportável na cena que esses seres inconvenientes.

Vamos nessa?

HATER DE BANDA:

   

Antes que alguém interprete mal, cada um tem direito de não gostar, ou mesmo detestar, a banda que quiser. Nada te obriga a apreciar um nome que muita gente ou mesmo um amigo seu gosta. O problema está no comportamento infantil dos HATERS. Esse tipo de “ente iluminado” não pode ver uma notícia ou postagem sobre o artista que ele não gosta, que ele se sente na obrigação de comentar com alguma ofensa ou ironia. Talvez, ele sinta terríveis dores de cabeça, caso não se manifeste contra aquela “banda malvada” que deve “ser combatida”.

Vamos dar alguns exemplos?

Sabe aquele cidadão que não gosta das últimas décadas do Metallica, daí, eles lançam um single novo e ele critica mesmo antes de escutar. Isso acontece e acontece muito, pode ter certeza. Se ele não quer nem ouvir, problema é dele, mas para que se manifestar sobre algo que ele sequer escutou? Estranho, no mínimo.

Têm aqueles que odeiam Megadeth por causa da voz ruim do Mustaine (igual a 99% dos cantores de Thrash Metal), daí querem provar para todo mundo, a qualquer custo, que o “Peace Sells… But, Who’s Buying” e o “Rust In Peace” não são importantes na história do Thrash. Ou seja, não conseguem separar o gosto pessoal dos fatos inegáveis.

Eu citei Metallica e Megadeth, mas poderia ter citado quaisquer outras bandas, pois o foco das críticas é a atitude dos HATERS.

ADVOGADO DE BANDA OU FÃZETE:

Piores que os HATERS DE BANDA, só os ADVOGADOS DE BANDAS, que também são conhecidos como FÃZETES.

A(s) banda(s) que eles gostam não deve(m) receber crítica alguma, jamais. Se você faz qualquer ressalva sobre os mais recentes trabalhos do Iron Maiden, por exemplo, é porque você ou detesta a banda ou não respeita a sua brilhante trajetória.

Como assim?

Se você crítica o “Senjutsu” e acha perfeito o “Powerslave”, você é o “boomer ultrapassado”, obviamente. (rs)

Quem não conhece aquela cena do Regis Tadeu com o “você é um palhaço que não conhece Manowar”? Aquele é um exemplo de FÃZETE caricato.

   

Vamos raciocinar, se alguém faz alguma crítica a sua banda de coração, essa crítica não diz respeito a você e isso não vai mudar a sua opinião de forma alguma, assim sendo, não há necessidade de que você “advogue” em favor de seu amado artista. O valor que o Deep Purple tem para você vai continuar sendo o mesmo, se por acaso alguém criticar o atual vocal do Ian Gillan nos shows. Tampouco essas críticas serão capazes de apagar o sucesso do “In Rock”, “Machine Head”, “Burn”, “Perfect Strangers”, etc…

Entendeu ou ainda não?

Se você não é HATER e nem ADVOGADO “FÂZETE” DE BANDA, eu te parabenizo por sua lucidez.

Redigido por: Cristiano “Big Head” Ruiz

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