Há 30 anos, perdíamos Freddie Mercury, umas das maiores vozes que o Rock conheceu

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Há exatos 30 anos, em 24 de novembro de 1991, perdíamos um dos maiores ícones que o Rock conheceu. Farrokh Bulsara, nome de batismo, nasceu em 5 de setembro de 1946, na Cidade de Pedra, no Zanzibar. Aos 17 anos, se mudou com sua família para Londres e ficou conhecido mundialmente como Freddie Mercury, o vocalista de uma das maiores bandas de Rock em todos os tempos: o Queen.

Freddie era detentor de uma voz extremamente marcante e potente. Além de exímio cantor, ainda era um grande compositor e tinha talento único como showman. Poucos artistas tinham tanto controle da platéia e poucos exibiram performances tão arrebatadoras.

Com o Queen, gravou álbuns que são considerados clássicos absolutos do Rock e da música popular em geral. Discos como “Sheer Heart Attack”, “A Night At The Opera”, “A Day At The Races”, “The Game”, “Jazz”, “News Of The World”, “A Kind Of Magic” e outros, conquistaram uma legião fiel de apreciadores da arte fabulosa produzida pela banda.

Reprodução

Os hinos inesquecíveis do quarteto formado por Freddie e seus amigos Brian May (guitarra), Roger Taylor (bateria) e John Deacon (baixo), se tornaram trilhas sonoras de momentos inesquecíveis e um passaporte mental para épocas marcantes na vida de muitas pessoas. O poder criativo e o ecleticismo musical do Queen era algo estarrecedor, eles poderiam te apresentar lindas e singelas canções como “Love Of My Life”, “Who Wants To Live Forever” e “Killer Queen”, poderiam inovar com músicas anárquicas e fora dos padrões como “Bohemian Rhapsody”, “Fat Bottomed Girls” e “Somebody To Love”, poderiam ser astros pop em hits como “Radio Ga Ga”, “We Are The Champions” e “I Want To Break Free”, mas também poderiam ser pesados e cheios de atitude como em “Hammer To Fall”, “Sheer Heart Attack” e “Stone Cold Crazy”.

O Queen não conhecia limites! E Freddie Mercury também não…

Se a musicalidade do Queen poderia ser classificada como anárquica, fora dos padrões e altamente volátil, a vida pessoal de Freddie era o exato reflexo da sua arte. O cantor viveu à risca o lema “viva rápido, morra jovem”. No auge do Queen, Freddie estava absolutamente mergulhado em festas, drogas, bebidas e sexo. Existem relatos que fariam mesmo os mais liberais caírem de costas sobre o teor das “festas” que Freddie promovia. E ele simplesmente não ligava…

Obviamente, depois de um tempo, a vida cobrou o seu preço e, em 1987, Freddie descobriu que era portador do vírus HIV. Na época, isto era basicamente uma sentença de morte. Era como saber que ia morrer logo, mas não saber exatamente quanto tempo de vida ainda tinha.

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Foi então que ele decidiu se dedicar integralmente ao Queen e mergulhar de cabeça na música. Como não podia mais tocar ao vivo, a banda simplesmente começou a compor e gravar incessantemente. Freddie queria deixar o maior número de músicas gravadas que pudesse antes de morrer. E foi assim que foi feito. Com o músico já doente, o Queen lançou em sequência os álbuns “The Miracle”, “Innuendo” e, mais tarde, “Made In Heaven”.

No dia 23 de novembro de 1991, Freddie Mercury escreveu uma carta pública onde revelava ser portador do vírus da AIDS e, no dia seguinte, em 24 de novembro, faleceu em casa, aos 45 anos de idade.

Para celebrar a obra imortal de Freddie e como forma de prestar uma homenagem ao músico, preparamos uma playlist especial para que seus próximos dias sejam repletos da genialidade do incomparável Queen:

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